Arquivo mensal: julho 2015

BEATLES DIA A DIA

17 de julho de 1968

Os Beatles e suas respectivas companheiras assistem à estréia de “Yellow Submarine” no London Pavillion. Após o filme, é oferecida uma festa no Hotel Royal Lancaster com uma nova discoteca batizada como Yellow Submarine especialmente para o evento.

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Fonte: The Beatles Diary.

Por Marina Sanches – @sancmarina

BEATLES DIA A DIA

17 de julho de 1963

Brian Epstein assina um contrato para um show dos Beatles no Teatro Olympia, em Paris, em janeiro de 1964. O grupo toca no Playhouse Theatre para o progra Easy Beat da Rádio BBC.

 

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John Lennon, left; George Harrison, center holding guitar; and Ringo Starr from the Beatles in Versailles, France on Jan. 15, 1964. (AP Photo/Tellier)

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Fonte: The Beatles Diary.

Por Marina Sanches – @sancmarina

NOTICIAS BEATLES.

Cineteatro São Luiz promove homenagem aos 50 anos de ”Help”, dos Beatles.

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Debate, exposição, show, concerto e filme serão atrações do evento no dia 26 de julho. Ingressos já estão à venda na bilheteria do Cineteatro.

Uma grande homenagem, para marcar os 50 anos do albúm ”Help”, e do primeiro filme colorido dos Beatles será promovida no Cineteatro São Luiz, no dia 26 de julho, a partir das 14h.

A programação especial de atividades, traz exposição da memorabilia com peças cedidas por colecionadores cearenses da obra dos Beatles, e que acompanharam a efervescência em torno do quarteto na Fortaleza da década de 60.

Às 15h o filme “Help!”, dirigido por Richard Lester, volta a ganhar a tela do São Luiz. Às 16h30 tem um bate-papo com os colecionadores e “fãs de época” Márcia Carneiro, Francisco Parente e Fábio Parente, participantes do programa “Frequência Beatles”, da Rádio Universitária FM, além do apresentador, jornalista Nelson Augusto.

Às 17h a banda Rubber Soul, mais antiga banda cover dos Beatles em atividade em Fortaleza, apresentará um show especial, com a íntegra do repertório do disco “Help!”.

Às 17h30, fechando a maratona, a Orquestra Filarmônica do Ceará apresenta um concerto especialmente dedicado à obra dos Beatles, se juntando à banda Rubber Soul para apresentar, sob a regência do maestro Gladson Carvalho, músicas de todas as fases da carreira do grupo britânico.

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Com ingresso único, o público poderá participar de todas as atividades da programação “Help! – 50 anos”, no Cineateatro São Luiz, no domingo, 26/7, a partir das 14h. Os ingressos custam R$ 10,00 (meia a R$ 5,00) e já estão disponíveis na bilheteria do Cineteatro e no site http://www.ingressorapido.com.br. O Cineteatro conta com 1.050 lugares.

SERVIÇO:

“Help! – 50 anos”

Onde: Cineateatro São Luiz

Data: 26/7/2015 (domingo)

Hora: 14h

Ingressos: R$ 10,00 (meia a R$ 5,00) disponíveis na bilheteria do Cineteatro e no site www.ingressorapido.com.br.

Fonte: O Povo – Via e-mail

Por Marina Sanches – @sancmarina.

“ALL YOU NEED IS LOVE” – “TUDO QUE VOCÊ PRECISA É AMOR”.

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Essa gravação foi transmitida para todo o mundo pela televisão. A BBC convidou os Beatles para representarem a Inglaterra num programa internacional chamado Our World (Nosso Mundo). A idéia era mostrar a gravação dessa música ao Vivo, mas nem tudo foi ao ar diretamente. Uma parte foi gravada mais cedo, no mesmo dia, e entrou no ar em playback, enquanto os quatro tocavam seus instrumentos de sempre. Todo o resto (vocais, corinho, parte orquestral) foi gravado ao vivo, diante de cerca de 200 milhões de telespectadores espalhados por todo o mundo (mais uma vez, o Brasil ficou de fora).

Há uma outra gravação desta mesma canção, feita durante os ensaios para a transmissão, e que foi colocada no álbum Yellow Submarine. Na véspera do programa, os Beatles resolveram que deveriam lançar o compacto logo em seguida. Depois de gravado (e transmitido ao vivo), John regravou os vocais e, algumas semanas depois, o compacto estava à venda em (quase) todo o mundo. Os Beatles solicitaram à orquestra que se apresentasse de terno branco. Convidaram alguns amigos para o coro e queriam um gostinho de internacionalismo – já que era para o mundo inteiro ver. George Martin foi quem sugeriu que abrissem com a “Marseillaise” (hino nacional da França, considerado um dos mais belos) e terminassem com “In the Mood” de Glen Miller, e “Greensleeves”, uma canção tradicional inglesa. A EMI teve que pagar os direitos autorais pelo uso de “In the Mood”, pois utilizaram a versão original.

A primeira parte que os Beatles gravaram para “All You Need is Love” durou 10 minutos e incluía John no cravo, Paul no contrabaixo, George no violino e Ringo na bateria. Para a transmissão, Paul e George tocaram suas guitarras, Ringo ficou na bateria e John apenas cantou. A orquestra, formada por 13 músicos, foi conduzida pelo maestro Mike Vickers. George Martin aparecia no piano e, no final, Paul entrou com um trechinho de “She Loves You”. A gravação ficou com 6 minutos, mas acabou sendo editada com quatro.

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A transmissão aconteceu no dia 25 de junho de 1967 e o disco, que se tornaria o hino de uma geração com sua mensagem pacifista (a letra diz que é possível se fazer qualquer coisa, desde que seja com amor), chegou às lojas inglesas no dia 7 de julho.

Por  Marina Sanches – @sancmarina.

Fonte: S.S.

“Baby You’re a Rich Man”.

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Lançada como lado B do compacto All You Need Is Love, de 1967, escrita por John e Paul.

John faz os vocais da primeira parte e une-se a Paul e George no corinho.

Duas peças inacabadas foram combinadas para criar a canção, que começa com a parte composta por John, originalmente intitulada “One of the Beatiful People”, e depois é alterada para o refrão composto por Paul, “Baby You’re a Rich Man”.

John toca um estranho dispositivo chamado clavioline, produzindo o som semelhante a gaita que se ouve de vez em quando. Trata-se de um tipo de teclado, capaz de tocar apenas uma nota de cada vez.

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Especula-se que o homem rico ao qual a canção faz referência seja o empresário da banda, Brian Epstein.

A canção “Baby, You’re a Rich Man” foi originalmente lançada como Lado B do compacto “All You Need Is Love” em 7 de Julho de 1967 na Grã-Bretanha e em 17 de Julho de 1967 nos Estados Unidos. Posteriormente, naquele mesmo ano, foi incluída na versão estadunidense do Magical Mystery Tour

A canção foi usada no filme Yellow Submarine, mas não foi incluída no álbum original da trilha sonora.

Por Marina Sanches – @sancmarina.

Fonte: S.S.

NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY

PAUL: “RINGO STARR,BEST DRUMMER IN THE WORLD.THE MAN,MY FRIEND,MY LITTLE BROTHER”.

Paul 753

Ringo turned 75 on July 7th, and to celebrate, Paul has shared with Rolling Stone an exclusive, behind-the-scenes video from this year’s Rock and Roll Hall of Fame ceremony in Cleveland, where he delivered his fellow Beatle’s induction speech. In this four-minute video from before, during and after the April 18th ceremony, fans can follow Paul from rehearsals to backstage to the ceremony-closing all-star jam and watch as the bassist hangs out with Stevie Wonder, Green Day’s Billie Joe Armstrong, Joe Walsh and, of course, Ringo.

Ringo e Paul 02 - Congratulations to Ringo for being inducted into the Rock and Roll Hall of Fame  18-04-2015 Ringo e Paul 03 - Rock and Roll Hall of Fame - 18-04-2015

video, Wonder congratulates Ringo on the Rock Hall honor. With Paul standing beside them, Ringo jokes with Wonder that they’re considering reuniting the band and asks the “Superstition” singer if he wants to join.

Ringo e Paul 06 - Rock and Roll Hall of Fame - 18-04-2015

Next, Paul soundchecks the Beatles’ “I Want to Be Your Man” while Armstrong poses for a photo alongside the bassist. After witnessing all the rockers onstage to soundcheck the evening’s final all-star jam, it’s time for the ceremony (but not before Walsh performs some hilarious antics in a backstage hallway).

Paul e Ringo 06 - Billie Joe no ensaio do Rock and Roll Hall of Fame. 2015 Paul e Ringo 07 - R&R Hall of Fame - 18-04-2015 Paul e Ringo 08 - R&R Hall of Fame - 18-04-2015 Paul e Ringo 09 - R&R Hall of Fame - 18-04-2015 Paul e Ringo 10 - R&R Hall of Fame - 18-04-2015 Paul e Ringo 11 - R&R Hall of Fame - 18-04-2015 Paul e Ringo 12 - R&R Hall of Fame - 18-04-2015

“You see a lot of these bands when they’re playing, they’re looking back at the drummer like ‘Is he gonna speed up, is he gonna slow down?,” McCartney told the audience in his induction speech for Starr. “You don’t have to look with Ringo. He’s just there.” Next, the camera takes us front row for the grand finale, the all-star rendition of “With a Little Help From My Friends.”

Paul e Ringo 21 Paul e Ringo 22 Paul e Ringo 13 - R&R Hall of Fame - 18-04-2015 Paul e Ringo 14 - R&R Hall of Fame - 18-04-2015 Paul e Ringo 15 - R&R Hall of Fame - 18-04-2015 Paul e Ringo 16 - Rock and Roll Hall Of Fame!

“Rock and Roll Hall of Fame, here’s to Ringo Starr. Richard Starkey, born Liverpool. Best drummer in the world,” Paul tells the camera backstage while toasting Ringo one last time after the ceremony ended. “The man. My friend. My little brother. Here’s to you, baby.”

Ringo completou 75 anos no dia 7 de julho, e para comemorar, Paulo compartilhou com Rolling Stone um exclusivo, por tras das cenas de vídeo deste ano Rock and Roll Hall of Fame cerimônia em Cleveland, onde ele entrega a seu companheiro discurso de indução do Beatle. Neste vídeo de quatro minutos, durante e após a cerimônia de 18 de abril, os fãs podem acompanhar Paul nos ensaios para os bastidores para cerimonia de encerramento all-star e ver como o baixista sai com Stevie Wonder, Billie Joe Armstrong do Green Day , Joe Walsh e, é claro, Ringo.

Vídeo –  Wonder felicita Ringo na honra Rock Hall. Com Paul ao lado deles, Ringo brinca com Wonder que eles estão considerando reunir a banda e pede ao cantor “Superstition” se ele quer se juntar.

Em seguida, Paul faz passagens de som dos Beatles “I Wanna Be Your Man”, enquanto Armstrong posa para uma foto ao lado de Paul. Depois de testemunhar todos os roqueiros no palco para soundcheck última jam all-star da noite, é hora para a cerimônia (mas não antes de Walsh executar algumas palhaçadas hilariantes em um corredor de bastidores).

“Você vê muito destas bandas quando eles estão tocando, eles estão olhando para o baterista como” Será que ele vai acelerar, é que ele vai abrandar ?, “McCartney disse à platéia em seu discurso de indução para Starr. “Você não tem que procurar Ringo. Ele está apenas lá.” Em seguida, a câmera leva-nos na primeira fila para o grand finale, the all-star –  “With a Little Help From My Friends.”

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“Rock and Roll Hall of Fame, aqui está a Ringo Starr. Richard Starkey, nascido Liverpool. Melhor baterista no mundo”, Paul diz à câmera nos bastidores ao brindar Ringo uma última vez após a cerimônia. “O homem. Meu amigo. Meu irmão mais novo. Aqui é para você, baby.”

Fonte: Beatles Magazine.

Por Marina Sanches – @sancmarina

NOTICIAS BEATLES – ENTREVISTA: BRIAN EPSTEIN VEJA, Fevereiro de 1964

O empresário dos Beatles conta como descobriu a banda e
explica qual foi a transformação a que submeteu os rapazes para transformá-los
em astros internacionais: ‘Eles são muito inteligentes’
O empresário por trás do fenômeno: ‘Trouxe elegância, habilidade organizacional e dinheiro para eles’, diz Epstein

 

Brian Epstein era o gerente da loja de discos North End Music Store (NEMS), em Whitechapel, Liverpool, quando um rapaz entrou e pediu um disco dos Beatles, em outubro de 1961. Ele não conhecia a banda, mas aquele nome ficou guardado em sua cabeça. Duas semanas depois, estava no Cavern, um pub sujo e apertado, para assistir a um show dos Beatles em plena hora do almoço. Brian ficou apaixonado pelo carisma dos rapazes e, então, tornou-se o empresário do grupo. Foi graças a ele que os Beatles começaram a se profissionalizar. Mudaram antigos hábitos, como o de comer e fumar no palco, e passaram a usar ternos – tudo com o dedo e a visão de Brian. Foi ele também o principal articulador da bem sucedida viagem dos Beatles aos Estados Unidos. Dos bastidores dos estúdios da CBS, rede de TV americana onde os Beatles se apresentaram, ele concedeu a seguinte entrevista a VEJA:

VEJA – Quando o senhor conheceu os Beatles?
Epstein –
Foi em 1961. Era um sábado qualquer, no fim de outubro. Um garoto veio à minha loja e pediu um disco de um grupo chamado The Beatles. Sempre foi a nossa política considerar todo e qualquer pedido. Escrevi num bloco de anotações: “My Bonnie. The Beatles. Verificar na segunda-feira”. Nunca tinha dado bola para nenhum grupo beat de Liverpool, na época tão populares nos clubes. Não faziam parte da minha vida, porque eu estava além da faixa etária do grupo, e também por estar sempre muito ocupado. O nome “Beatles” não significava nada para mim, se bem que eu lembrasse vagamente de tê-lo visto num cartaz de publicidade anunciando uma noite dançante no New Brighton Tower, e tinha achado a grafia esquisita e despropositada.

VEJA – E depois disso, o que aconteceu?
Epstein –
Na segunda-feira, antes mesmo de eu ter tempo de checar o pedido, duas garotas entraram na loja e pediram o mesmo disco. Muito se especulou sobre isso até agora, mas este foi o número total de pedidos do disco nessa época em Liverpool: três.

VEJA – Foi o suficiente para o senhor se interessar pela banda?
Epstein –
Para mim foi o bastante. Eu achei que era significativo: três pedidos de um disco desconhecido em dois dias. Havia alguma coisa aí. Na época, eu estava interessado no panorama musical de Liverpool. Cheguei até a escrever um artigo sobre isso para o Mersey Beat, um jornal quinzenal de música popular, fundado por Bill Harry, um estudante da escola de arte e amigo dos Beatles. Acho até que eles já tinham ouvido falar de mim.

VEJA – E o que o senhor fez então?
Epstein –
Fiz contatos e descobri o que não tinha percebido ainda: que os Beatles eram um grupo de Liverpool, que acabara de retornar do extremo quente, úmido e sujo de Hamburgo, onde haviam tocado em clubes barra-pesada. Aí uma garota que eu conhecia me disse: “Os Beatles? São o máximo. Estão no Cavern esta semana”. Então fui lá conferir.

VEJA – E como foi o encontro?
Epstein –
Foi estranho no começo. Fui até o camarim improvisado e cumprimentei os rapazes. Eles foram educados, mas pouco receptivos. Acho que já sabiam do meu interesse em empresariá-los, mas não quiseram demonstrar que estavam interessados também. Ficaram na defensiva, mas eu sabia que eles estavam empolgados com a ideia.

VEJA – O senhor então se tornou o empresário dos Beatles, e decidiu mudar a postura da banda. Como foi essa transformação?
Epstein –
Acho que os tornei mais profissionais. Os Beatles são muito inteligentes, sagazes, mas não eram requintados. Trouxe isso para eles: elegância, habilidade organizacional e dinheiro. Primeiro, estimulei-os a tirar as jaquetas de couro e, então, proibi que aparecessem de jeans. Depois disso, fiz com que usassem suéteres no palco e, por fim, com muita relutância, ternos. Não tenho certeza, mas acho que o primeiro terno foi usado para uma transmissão ao vivo da BBC. Ah, e proibi que eles fumassem e bebessem no palco também, hábitos pouco condizentes para uma banda que busca o sucesso.

VEJA – Como surgiu o seu interesse pela música beat?
Epstein –
Meus pais eram proprietários de uma grande cadeia de lojas de móveis sediada em Liverpool. Portanto, desde criança, fui criado para administrar o negócio deles. Eu estudei na Academia Real de Arte Dramática e sabia que tinha que trabalhar em algo ligado ao meio artístico. Tornei-me gerente da NEMS e acabei transformando a rede de lojas de discos em uma das maiores do norte da Inglaterra. Há uns dois anos, mais ou menos, notei que houve um aumento muito grande na procura pela música beat, típica das bandas de Liverpool. Achei então que empresariar os Beatles seria um projeto interessante.

VEJA – O senhor foi o principal responsável pela ida dos Beatles aos EUA. Por que achava que ela seria tão importante assim?
Epstein –
Sabia que os Estados Unidos podiam nos promover ou acabar conosco. Então, tivemos que montar uma grande estratégia para tornar os Beatles conhecidos na América, antes mesmo de eles chegarem. Fizemos uma campanha publicitária forte, nas lojas de discos e nas rádios dos EUA, puxada por um disco que acabou conquistando o gosto dos americanos. No fim das contas, acho que nossa vida vai mudar daqui para frente.

VEJA – O senhor e John Lennon viajaram juntos para Espanha recentemente. Alguns jornais fizeram insinuações sobre algum envolvimento amoroso entre os dois. O que o senhor tem a dizer sobre isso?
Epstein –
Nada. Não falo sobre esse assunto.

 

 

FONTE: VEJA.

OBS: Não tenho certeza se a entrevista do vídeo é a mesma, mas parece, gosto de sempre estar postando um vídeo junto.

Por Marina Sanches – @sancmarina.

BEATLES DIA A DIA.

13 de julho d e 1963

A revista Boyfriend lança um concurso onde o(a) vencedor(a) ganha um almoço com os Beatles e ainda assiste a uma sessão de gravação em Abbey Road.

 

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Fonte: The Beatles Diary.

Por Marina Sanches – @sancmarina