Arquivo mensal: novembro 2015

NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY

Qual o segredo dos êxitos dos Beatles? Paul McCartney conta.

O primeiro grande sucesso mundial dos Beatles foi lançado há mais de 50 anos. Quando escreveu “Love Me Do”, Paul tinha apenas 16 anos e, com John Lennon,George Harrison e Ringo Starr, viu a canção ganhar asas até aos primeiros lugares dos tops mundiais.

Mas “Love Me Do” não foi o único êxito da banda britânica. Na edição especial da revista Billboard, o Paul revela algumas das histórias por trás dos principais sucessos da banda.

“I Want To Hold Your Hand” (fevereiro de 1964)

No final de 1962, os Beatles começaram a dar os primeiros passos na conquista do Reino Unido, mas nos Estados Unidos da América a história era outra – os amantes do pop rock olharam para a banda de forma cética e estranhavamos penteados “à menina”. “Não queríamos ir para os E.U.A. sem ter uma canção no número um. Uma série de artistas britânicos foi para lá e voltou porque o público ficou um pouco desapontado. Eu disse: Não quero que seja assim. Se vamos, queremos ir em cima”, conta Paul à revista.

“Estávamos a atuar em Paris, tínhamos um compromisso no Teatro Olympia (…) e recebemos um telegrama que dizia: Parabéns, são número um nos tops dos Estados Unidos. Pulámos nas costas uns dos outros”, conta o músico.

 

“Love Me Do” (maio de 1964)

Com apenas dois acordes, “Love Me Do” chegou ao primeiro lugar a 30 de maio de 1964. “O nosso material inicial é mais simples do que as coisas que fizemos depois”, explica Paul McCartney. “A canção foi muito simples e enquadrava-se na categoria de canções de fãs. As nossas primeiras músicas tinham “me” ou “you””, explica o Beatle, acrescentando que diziam aos fãs sem vergonha “ama-me” ou “quero segurar a tua mão”.

“Help!” ( setembro de 1965)

Depois de dois anos de gravações, de digressões que pareciam não ter fim e com John Lennon infeliz devido ao casamento, Paul teve a missão de compor uma nova canção. “Transformei a casa do John para uma sessão de composição (…) E vi a oportunidade de adicionar um descant (melodia no segundo verso) e terminámos [a canção] rapidamente: Descemos e cantámos para a mulher do John naquela altura, a Cynthia, e para um jornalista”, revela o cantor.

 

Embora a tristeza tenha sido disfarçada com o ritmo alegre da música, Lennon disse que se sentia “gordo e deprimido e a gritar por ajuda”.  À Billboard, Paul explica ainda que John estava sempre à procura de ajuda. “Ele achava que as pessoas morriam quando ele estava por perto: o pai dele saiu de casa quando John fez três anos, o tio com quem viveu morreu três anos depois de a sua mãe morrer. Acho que toda a vida de John era um grito por ajuda”, revela.

 

“Hey Jude” (setembro de 1968)

“Estava no caminho para ir vê-lo [Julian], depois de John [Lennon] e de Cynthia se terem divorciado e, porque tinha uma boa amizade com Julian [filho de John Lennon], veio-me à cabeça: Hey, Jules, não fiques mal”, lembra Paul. “É uma canção de esperança”, acrescenta.

Mais tarde, o músico decidiu mudar “Jules” para “Jude”: “Tinha ouvido o nome num musical – Carousel, acho eu: ‘Jude está morta’, ou algo do género. Eu não tinha percebido que ‘Jude’ significa ‘judeu’ [em alemão] e isso causou algumas confusões e… um homem ficou bastante irritado comigo”. O homem ficou tão zangado que, depois de ver pintado numa janela “Hey Jude”, partiu o vidro com uma garrafa de sifão de soda.

Paul não desvenda para quem é que escreveu a canção o mistério permanece. Porém, John Lennon suspeitava que o tema era sobre a sua relação com Yoko Ono. Paul não confirma, apenas revela que as primeiras linhas são sobre Julian, filho de Lennon.

Fonte: Sapo – Via e-mail.

Por Marina Sanches – @sancmarina.

NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY

“Eu acho que toda a vida de John foi um grito de socorro”, diz Paul McCartney.

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Em entrevista à revista Billboard, Paul McCartney revelou sua opinião em relação ao ex-companheiro de banda, John Lennon. O cantor, que morreu em 1980, sempre disse que a música “Help!” era um grito de socorro momentâneo, mas Paul declarou que o amigo passou a vida inteira clamando por ajuda.

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“Socorro! eu preciso de alguém”, “quando eu era jovem, muito mais jovem que hoje, eu nunca precisei da ajuda de ninguém para nada”, “ajude-me se você puder, estou me sentindo desanimado, eu gostaria de ter você por perto” e “você não vai, por favor, me ajudar?” são alguns trechos do hit, lançado pelos Beatles em 1965.

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Durante a entrevista, McCartney disse que olhando para trás, consegue perceber que o companheiro estava sempre à procura de ajuda: “Ele tinha a paranoia de que as pessoas que estavam por perto dele sempre morriam. Seu pai saiu de casa quando John tinha três anos, o tio com quem ele viveu morreu mais tarde, depois foi sua mãe que morreu. Eu acho que toda a vida de John foi um grito de socorro”, comentou.

Já à revista “Esquire”, o músico fez revelações íntimas sobre a morte de Lennon. Ele admitiu que se sentia “frustrado” com a opinião pública a respeito do amigo após o assassinato. “Depois dos Beatles, George fez seu disco, John fez o dele, eu fiz o meu, Ringo fez o dele. Estávamos na mesma, mas quando John levou um tiro, além do puro horror disso tudo, a coisa foi persistente: ‘ok, John agora é um mártir. Um John Kennedy’. Eu comecei a ficar frustrado”, afirmou ele.

Fonte: Bonde – Via e-mail.

Por Marina Sanches – @sancmarina.

“Oh! Darling” – “Vocal gritado e rasgado”.

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Esta canção de Paul é mais uma brincadeira ao estilo dos anos 50 do que uma composição a ser levada a sério. Toda a banda parece se divertir, e a qualidade dos Beatles como músicos fizeram de “Oh! Darling” um número famoso. Para poder realizar o vocal gritado e rasgado que caracteriza a música, Paul realizava apenas um trecho da gravação dela por dia, no início da manhã, para que sua voz tivesse o tom e a força necessária. John dizia durante as gravações que ele deveria fazer essa parte por ser mais seu estilo de voz. No álbum Anthology 3 é possível ver uma versão em que John canta esse trecho e no final alguns trechos dele comemorando a notícia do divórcio de Yoko do seu primeiro marido.

 

Por Marina Sanches – @sancmarina

Fonte: S.S.

Maxwell’s Silver Hammer – “Um maníaco homicida chamado Maxwell”.

 

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Perguntado a Ringo Starr posteriormente qual foi o pior momento ao lado dos Beatles, Starr respondeu: ‘Sem dúvida, as gravações de “Maxwell’s Silver Hammer”‘.

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Também não é para menos: Levaram três dias inteiros para gravar, inclusive com Lennon desistindo de participar dizendo que “era mais uma ideia estapafúrdia de Paul”, Harrison teve que reprisar o solo muitas vezes e acabou cansando também e Starr odiava a ideia de ter que tocar bateria sem bater na caixa, com a baqueta batendo na coxa para marcar o tempo (só no refrão ele toca normalmente). McCartney argumentava que apenas queria “tudo dando certo”, ou seja, “tudo do seu jeito”. Apesar da melodia agradável, “Maxwell’s Silver Hammer” conta, através de versos cheios de humor negro, a história de um maníaco homicida chamado Maxwell, que com seu martelo de prata sai matando todos por aí. McCartney estava convencido de que ela seria um sucesso, o que acabou não ocorrendo.

 

Por Marina Sanches – @sancmarina.

Fonte: S.S.

“I’d Have You Anytime”.

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É uma canção escrita por George Harrison e Bob Dylan, lançado em 1970, como a faixa de primeira álbum solo de George, “All Things Must Pass”. Como tal, ela foi a primeira canção solo que muitas pessoas ouviram Harrison cantar. A dupla escreveu a canção na casa de Dylan em Bearsville, perto de Woodstock no interior de Nova York, em novembro de 1968. Sua criação ocorreu durante um período em que Harrison tinha superado seu papel nos Beatles e Dylan tinha retirado das pressões da fama para levantar uma família . “ I’d Have You Anytime ” é reconhecido como uma declaração de amizade entre os dois músicos, cujas reuniões a partir de 1964 resultou em mudanças na direção musical, tanto para Dylan e os Beatles. A canção reflete o ambiente em que ele foi escrito, como os versos de Harrison instar o Dylan tímido e esquivo para baixar a guarda, e os refrões Dylan-compostas responder com uma mensagem de boas-vindas.

Por Marina Sanches – @sancmarina.

Fonte: S.S.

BEATLES DIA A DIA – NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY

13 de Novembro de 2014

Proximidade com o palco encanta público em show de Paul McCartney no Rio.

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Um show de Paul McCartney impressiona. O homem é um ex-Beatle (apenas isso bastaria); traz em seu repertório algumas das canções mais populares do planeta; demonstra tremenda naturalidade ao passear por instrumentos distintos –como piano, baixo e ukelelê; é acompanhado por uma afinadíssima banda; e cercado de um aparato pirotécnico sob medida.

Mas nada disso chamou mais a atenção das cerca de 15 mil pessoas, segundo os organizadores, que compareceram ao HSBC Arena, no Rio de Janeiro, na noite de quarta-feira 12 de novembro de 2014, do que a pouca distância que as separava do cantor. Anunciada como sua primeira apresentação intimista na América do Sul, o espetáculo aproximou o ídolo dos fãs como ainda não havia acontecido em terras brasileiras.

O impacto nas pessoas era flagrante logo no acesso à arena. “Não acredito que verei um Beatle assim tão de perto”, exclamava uma deslumbrada mulher que, acompanhada dos filhos adolescentes, não parava de tirar fotos do palco ainda vazio.

Além de “esquentar” o show, a distância reduzida pareceu também encorajar os mais empolgados a tentar uma comunicação mais direta com o músico: gritos, cartazes, acenos. Valia tudo. Sem contar o aumento de proporção de elementos como os telões, parecendo ainda maiores, e as explosões mais poderosas em “Live and Let Die”, o número mais aplaudido.

O que acabou atrapalhando a festa foi a dificuldade de se chegar ao ginásio. O trânsito na região, a chuva fina e a imensa fila que se formou para acesso ao estacionamento provocaram atraso de parte do público. Muita gente ainda entrava no local mesmo depois dos primeiros acordes.

O show em si não teve nenhuma surpresa em relação à apresentação de Paul no Estádio Kléber Andrade, em Cariacica, região metropolitana de Vitória (ES), na última segunda (10). O cantor subiu ao palco precisamente às 22h30, meia hora depois do horário previsto, e seguiu o mesmíssimo roteiro do show em terras capixabas. Clássicos dos Beatles, como “Eight Days a Week”, “Paperback Writer”, “Day Tripper” e “Hey Jude”, são misturados a canções do Wings, com destaque para “Band on the Run” e “Nineteen Hundred and Eighty-Five”, e músicas de seu último álbum, “New”, caso de “Save Us”, “Queenie Eye”, “Everybody Out There” e da música que dá nome ao álbum.

Diferente e curioso foram as expressões cariocas que Paul escolheu para saudar o público. “Show de bola, Rio! Aqui está bombando!”, brincou o músico, demonstrando todo seu carinho com a cidade que o colocou no livro dos recordes em 1990, depois de reunir mais de 184 mil fãs no Estádio do Maracanã. “É maravilhoso estar de volta!”, disse. A cidade agradece.

Fonte: UOL – via e-mail.

Por Marina Sanches – @sancmarina.

BEATLES DIA A DIA.

13 de novembro de 2001

Paul lança o álbum “Driving Rain” e o documentário “Wingspan”.

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Fonte: The Beatles Diary.

Por Marina Sanches – @sancmarina.