Arquivo mensal: novembro 2015

BEATLES DIA A DIA

20 de novembro de 1981

Ringo lança na Inglaterra o álbum “Stop and Smell the Roses”.

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Fonte: The Beatles Diray.

Por Marina Sanches – @sancmarina

 

BEATLES DIA A DIA.

20 de novembro de 2001

O estado de saúde de George piora. Ele é levado para a casa de seu amigo Gavin Becker em Los Angeles para passar seus últimos dias. A única visita permitida, além da família, era a de Ravi Shankar.

George 2001 GEORGE Heorge Harrison-2001 - Já doente, no fim da vida. BZaEM0UCAAAearZ.jpg largeGeorge 94George 95George 96George 97 - George Harrison at one of the last White Album sessions, 1968.George 98

 

 

Fonte: Beatles Diary.

Por Marina Sanches – @sancmarina

NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY

Qual o segredo dos êxitos dos Beatles? Paul McCartney conta.

O primeiro grande sucesso mundial dos Beatles foi lançado há mais de 50 anos. Quando escreveu “Love Me Do”, Paul tinha apenas 16 anos e, com John Lennon,George Harrison e Ringo Starr, viu a canção ganhar asas até aos primeiros lugares dos tops mundiais.

Mas “Love Me Do” não foi o único êxito da banda britânica. Na edição especial da revista Billboard, o Paul revela algumas das histórias por trás dos principais sucessos da banda.

“I Want To Hold Your Hand” (fevereiro de 1964)

No final de 1962, os Beatles começaram a dar os primeiros passos na conquista do Reino Unido, mas nos Estados Unidos da América a história era outra – os amantes do pop rock olharam para a banda de forma cética e estranhavamos penteados “à menina”. “Não queríamos ir para os E.U.A. sem ter uma canção no número um. Uma série de artistas britânicos foi para lá e voltou porque o público ficou um pouco desapontado. Eu disse: Não quero que seja assim. Se vamos, queremos ir em cima”, conta Paul à revista.

“Estávamos a atuar em Paris, tínhamos um compromisso no Teatro Olympia (…) e recebemos um telegrama que dizia: Parabéns, são número um nos tops dos Estados Unidos. Pulámos nas costas uns dos outros”, conta o músico.

 

“Love Me Do” (maio de 1964)

Com apenas dois acordes, “Love Me Do” chegou ao primeiro lugar a 30 de maio de 1964. “O nosso material inicial é mais simples do que as coisas que fizemos depois”, explica Paul McCartney. “A canção foi muito simples e enquadrava-se na categoria de canções de fãs. As nossas primeiras músicas tinham “me” ou “you””, explica o Beatle, acrescentando que diziam aos fãs sem vergonha “ama-me” ou “quero segurar a tua mão”.

“Help!” ( setembro de 1965)

Depois de dois anos de gravações, de digressões que pareciam não ter fim e com John Lennon infeliz devido ao casamento, Paul teve a missão de compor uma nova canção. “Transformei a casa do John para uma sessão de composição (…) E vi a oportunidade de adicionar um descant (melodia no segundo verso) e terminámos [a canção] rapidamente: Descemos e cantámos para a mulher do John naquela altura, a Cynthia, e para um jornalista”, revela o cantor.

 

Embora a tristeza tenha sido disfarçada com o ritmo alegre da música, Lennon disse que se sentia “gordo e deprimido e a gritar por ajuda”.  À Billboard, Paul explica ainda que John estava sempre à procura de ajuda. “Ele achava que as pessoas morriam quando ele estava por perto: o pai dele saiu de casa quando John fez três anos, o tio com quem viveu morreu três anos depois de a sua mãe morrer. Acho que toda a vida de John era um grito por ajuda”, revela.

 

“Hey Jude” (setembro de 1968)

“Estava no caminho para ir vê-lo [Julian], depois de John [Lennon] e de Cynthia se terem divorciado e, porque tinha uma boa amizade com Julian [filho de John Lennon], veio-me à cabeça: Hey, Jules, não fiques mal”, lembra Paul. “É uma canção de esperança”, acrescenta.

Mais tarde, o músico decidiu mudar “Jules” para “Jude”: “Tinha ouvido o nome num musical – Carousel, acho eu: ‘Jude está morta’, ou algo do género. Eu não tinha percebido que ‘Jude’ significa ‘judeu’ [em alemão] e isso causou algumas confusões e… um homem ficou bastante irritado comigo”. O homem ficou tão zangado que, depois de ver pintado numa janela “Hey Jude”, partiu o vidro com uma garrafa de sifão de soda.

Paul não desvenda para quem é que escreveu a canção o mistério permanece. Porém, John Lennon suspeitava que o tema era sobre a sua relação com Yoko Ono. Paul não confirma, apenas revela que as primeiras linhas são sobre Julian, filho de Lennon.

Fonte: Sapo – Via e-mail.

Por Marina Sanches – @sancmarina.

NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY

“Eu acho que toda a vida de John foi um grito de socorro”, diz Paul McCartney.

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Em entrevista à revista Billboard, Paul McCartney revelou sua opinião em relação ao ex-companheiro de banda, John Lennon. O cantor, que morreu em 1980, sempre disse que a música “Help!” era um grito de socorro momentâneo, mas Paul declarou que o amigo passou a vida inteira clamando por ajuda.

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“Socorro! eu preciso de alguém”, “quando eu era jovem, muito mais jovem que hoje, eu nunca precisei da ajuda de ninguém para nada”, “ajude-me se você puder, estou me sentindo desanimado, eu gostaria de ter você por perto” e “você não vai, por favor, me ajudar?” são alguns trechos do hit, lançado pelos Beatles em 1965.

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Durante a entrevista, McCartney disse que olhando para trás, consegue perceber que o companheiro estava sempre à procura de ajuda: “Ele tinha a paranoia de que as pessoas que estavam por perto dele sempre morriam. Seu pai saiu de casa quando John tinha três anos, o tio com quem ele viveu morreu mais tarde, depois foi sua mãe que morreu. Eu acho que toda a vida de John foi um grito de socorro”, comentou.

Já à revista “Esquire”, o músico fez revelações íntimas sobre a morte de Lennon. Ele admitiu que se sentia “frustrado” com a opinião pública a respeito do amigo após o assassinato. “Depois dos Beatles, George fez seu disco, John fez o dele, eu fiz o meu, Ringo fez o dele. Estávamos na mesma, mas quando John levou um tiro, além do puro horror disso tudo, a coisa foi persistente: ‘ok, John agora é um mártir. Um John Kennedy’. Eu comecei a ficar frustrado”, afirmou ele.

Fonte: Bonde – Via e-mail.

Por Marina Sanches – @sancmarina.

“Oh! Darling” – “Vocal gritado e rasgado”.

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Esta canção de Paul é mais uma brincadeira ao estilo dos anos 50 do que uma composição a ser levada a sério. Toda a banda parece se divertir, e a qualidade dos Beatles como músicos fizeram de “Oh! Darling” um número famoso. Para poder realizar o vocal gritado e rasgado que caracteriza a música, Paul realizava apenas um trecho da gravação dela por dia, no início da manhã, para que sua voz tivesse o tom e a força necessária. John dizia durante as gravações que ele deveria fazer essa parte por ser mais seu estilo de voz. No álbum Anthology 3 é possível ver uma versão em que John canta esse trecho e no final alguns trechos dele comemorando a notícia do divórcio de Yoko do seu primeiro marido.

 

Por Marina Sanches – @sancmarina

Fonte: S.S.

Maxwell’s Silver Hammer – “Um maníaco homicida chamado Maxwell”.

 

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Perguntado a Ringo Starr posteriormente qual foi o pior momento ao lado dos Beatles, Starr respondeu: ‘Sem dúvida, as gravações de “Maxwell’s Silver Hammer”‘.

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Também não é para menos: Levaram três dias inteiros para gravar, inclusive com Lennon desistindo de participar dizendo que “era mais uma ideia estapafúrdia de Paul”, Harrison teve que reprisar o solo muitas vezes e acabou cansando também e Starr odiava a ideia de ter que tocar bateria sem bater na caixa, com a baqueta batendo na coxa para marcar o tempo (só no refrão ele toca normalmente). McCartney argumentava que apenas queria “tudo dando certo”, ou seja, “tudo do seu jeito”. Apesar da melodia agradável, “Maxwell’s Silver Hammer” conta, através de versos cheios de humor negro, a história de um maníaco homicida chamado Maxwell, que com seu martelo de prata sai matando todos por aí. McCartney estava convencido de que ela seria um sucesso, o que acabou não ocorrendo.

 

Por Marina Sanches – @sancmarina.

Fonte: S.S.