Arquivo mensal: janeiro 2016

BEATLES DIA A DIA

29 de janeiro de 1993

Estações de rádio americanas e britânicas decidem banir a nova canção de Paul, “Big Boys Bickering”, por causa do sonoro palavrão “fucking” que é dito diversas vezes na música.

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Fonte: The Beatles Diary.

Por Marina Sanches – @sancmarina

BEATLES DIA A DIA

29 de janeiro de 1972

Paul e Linda se encontram com John e Yoko em Nova Iorque. Durante o jantar, os dois ex-parceiros combinam de nunca mais atacarem um ao outro através da imprensa.

yoko-ono-john-lennon-paul-006yoko, John e Paul.JOHN E PAUL ÁLBUM BRANCOimages (2)

 

 

Fonte: The Beatles Diary.

Por Marina Sanches – @sancmarina

BEATLES DIA A DIA

29 de janeiro de 1964

Os Beatles gravam as versões em alemão de “I Want To Hold Your Hand” e “She Loves You”. As sessões ocorreram no estúdio Pathe Marconi da EMI em Paris (primeira gravação fora de Abbey Road). Consta que os Beatles não queriam gravar essas versões e chegaram a tentar se esconder de George Martin. “Komm, Gib Mir Deine Hand” foi completada em 11 takes usando a base instrumental original. Já em “Sie Liebt Dich”, tiveram que regravar a base pois não existia mais isolada. Terminaram em 14 takes. Além desta, gravaram sua nova composição “Can´t Buy Me Love” em 4 takes. À noite, se apresentam o Olympia em Paris.

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Nos EUA, “I Want To Hold Your Hand” alcança o 1º lugar nas paradas. Na Inglaterra, o LP “With The Beatles” se mantém há 10 semanas em 1º lugar e o LP “Please Please Me” não sai do Top 10 há 45 semanas.

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: The Beatles Diary.

Por Marina Sanches – @sancmarina

“Let It Be”.

Composta por Paul, lançada no Lado A do single Let It Be/You Know My Name (Look Up The Number) de 1970. A canção também é faixa título do último disco em atividade, “Let It Be” e do filme de mesmo nome, lançado também em 1970.

A canção foi escrita entre o lançamento dos discos “Álbum Branco” e “Abbey Road,” quando decidiram fazem um disco ao vivo nos novos estúdios da Apple, cujo disco se chamaria “Get Back”. Foi um período intenso para os Beatles e para Paul, que era o único Beatle que parecia ainda se importar com os relacionamentos internos. Nessa época, eles estavam sendo músicos, compositores, produtores e empresários e após a morte do empresário Brian Epstein, Paul se sentiu menos motivado, porém, mais obrigado a manter o grupo unido.

Paul fala sobre a letra na autobiografia “Many Years From Now” de Barry Miles: “Uma noite, durante aqueles tempos intensos, eu tive um sonho com minha mãe que tinha morrido há mais de 10 anos atrás. E foi tão bom vê-la porque isso é fantástico nos sonhos: Você fica unida a essa pessoa por segundos e parece que esteve presente fisicamente também. Foi ótimo para mim e ela parecia estar em paz no sonho dizendo, ‘Tudo ficará bem, não se preocupe, pois tudo se acertará.’ Eu não me lembro se ela usou a palavra ‘Let it be’ (Deixa estar) mas era o sentido do seu conselho. Eu me senti muito abençoado por ter tido aquele sonho. E comecei a canção literalmente com a frase ‘Mother Mary.’ A canção é baseada naquele sonho.”

A canção cita “Mother Mary comes to me” que apesar de parecer algo Católico ou Cristão (“Ave Maria vem até mim”), na verdade se trata de Mary McCartney, mãe de Paul. Mas ele explica a dualidade: “Ave Maria ou Mãe Maria, se torna uma coisa religiosa e você pode tomar desse jeito. Eu não me importo. Eu fico feliz se as pessoas tomarem para alimentar sua fé. Não tenho problema com isso. Acho importante ter fé na vida, principalmente no mundo que vivemos.”

John demonstra pouca afeição pela canção na entrevista para a revista Playboy em 1980: “Aquilo é Paul. O que eu posso dizer? Nada a ver com os Beatles. Poderia ser até Wings. Eu acho que a inspiração foi ‘Bridge Over Troubled Water.’ É o que eu acho mas não tenho muito a dizer. Só sei que ele sempre quis fazer ‘Bridge Over Troubled Water.’”

John estava equivocado dando sua opinião sobre a inspiração de Paul, pois o disco de Simon and Garfunkel, “Bridge Over Troubled Water” foi lançado um ano depois dos Beatles terem gravado a canção “Let It Be”. De acordo com o Allmusic, Simon and Garfunkel tocaram a música ao vivo em 1969 antes de lançá-la, mas é improvável que Paul tenha ouvido antes de 31 de janeiro de 1969.

Na canção Paul demonstra todo o seu pensamento positivo e apesar de “Mother Mary” ser sua mãe, a canção traz certo sentimento de oração, dizendo que “Quando eu me encontro em tempos atribulados, a mãe Mary vem até mim dizendo palavras de sabedoria, deixe estar. E em horas de escuridão, ela fica em frente a mim, dizendo palavras de sabedoria, deixe estar.”

Na segunda estrofe ele continua dizendo “Que todas as pessoas de coração partido e vivendo o mundo conformadas e para aqueles que pensam estar arruinados, ainda haverá uma chance que eles irão ver e sempre haverá uma resposta, deixe estar.”

Na última estrofe ele diz “Que quando a noite está nublada, ainda existe uma luz que brilha em mim, brilha até amanhã e eu acordo com o som da música e a mãe Mary vem até mim, dizendo palavras de sabedoria, deixe estar.”

Em algumas versões Paul substitui a frase “There will be an answer” (“Sempre haverá uma resposta”) por “There will be no sorrow” (“Não haverá mais sofrimento”).

Os Beatles gravaram 28 versões de “Let It Be” em 26 de janeiro de 1969, no “Apple Studios”, com Billy Preston no órgão. Muito da sessão foi usada junto com “The Long and Winding Road,” que naquele ponto, eram as principais canções de trabalho do próximo álbum.

20 versões foram gravadas no dia 27 de janeiro e outro take foi feito 2 dias depois. Os Beatles estavam se preparando para o show no telhado da Apple, então estavam se focando em outras canções. Em 31 de janeiro eles voltaram e gravaram a versão definitiva da base com Paul no piano, John no baixo, George na guitarra, Ringo na bateria e Billy Preston no órgão. Essa sessão consta no filme Let It Be.

A canção traz uma dos mais confusos calendários de gravação dos Beatles: Já que foram feitos arranjos de orquestra por George Martin, George Harrison executou muitas versões do solo em 30 de abril de 1969 (versão do single) e em 4 de janeiro de 1970 (versão do álbum). E o vocal de apoio de Linda McCartney que foi usado apenas no single. Também traz muitos técnicos envolvidos além de Martin e Chris Thomas na versão single, ainda traz Glyn Johns, Jeff Jarratt, Phil Mcdonald e a versão do álbum produzida por Phil Spector.

A versão do álbum foi mixada por Phil Spector em 26 de março. Spector usou o solo de 4 de janeiro sincronizado com o órgão e as cordas. Ele ainda adiciona um “efeito eco” do chimbal da bateria, e alonga a canção repetindo uma parte do refrão final.

Uma nova versão foi feita para o “Let It Be… Naked”, de 2003. Trabalho idealizado por Paul McCartney e Ringo Starr com consultoria de George Martin. A canção foi simplificada, adicionando apenas mais guitarras nas bases e o solo que George Harrison executou em 30 de abril de 1969.

Por Marina Sanches – @sancmarina

Fonte: S.S.

“Isn’t It a Pity”.

Canção de George do álbum solo 1970 All Things Must Pass. Ela aparece em duas variações: uma bem conhecido, versão de sete minutos; o outro uma reprise, intitulado ““Isn’t It a Pity” (versão dois)”. George escreveu a canção em 1966, mas foi rejeitada para inclusão em lançamentos para os Beatles. Em muitos países ao redor do mundo, a música também foi emitido em um double A-side single com “My Sweet Lord”. Na América, Billboard revista é listado com “My Sweet Lord” quando o único no topo da Hot 100 chart, enquanto no Canadá, “Isn’t It a Pity” alcançou o número 1 como o lado preferido.

 Uma balada anthemic e uma das composições mais célebres de George, “Isn’t It a Pity” tem sido descrito como a peça central emocional e musical de All Things Must Pass e “uma reflexão pungente no final grosseiro The Beatles ‘”. Co-produzido por Phil Spector, a emprega gravação de teclado, guitarristas ritmo e percussionistas, bem como orquestração por arranjador John Barham. Na sua fadeout estendida, a canção faz referência ao refrão fechamento dos Beatles 1968 hit “Hey Jude”. Outros músicos na gravação incluem Ringo, Billy Preston, Gary Wright e a banda Badfinger, enquanto a versão reprise apresenta Eric Clapton na guitarra.

 

A canção apareceu como a faixa de encerramento, em carreira-medindo compilação de George Let It Roll (2009), e uma versão ao vivo, a partir de 1991 sua turnê com Eric Clapton, foi incluído no Live in Japan (1992). Clapton e Preston apresentaram a canção juntos no Concert for George tributo em novembro de 2002. ““Isn’t It a Pity”” foi regravada por vários artistas, incluindo Nina Simone, Matt Monro, Cowboy Junkies, Paul Young, Elliott Smith, Galaxie 500 , Jonathan Wilson e Graham Nash, Tedeschi Trucks Band, e Roberta Flack.

Por Marina Sanches – @sancmarina.

Fonte: S.S.

“Dig It”.

Creditada a Lennon/McCartney/Harrison/Starkey. Essa música e “Maggie Mae” aparecem no álbum Let It Be, mas não foram incluídos no posterior Let It Be… Naked. A versão de maio de 1969 de Glyn Johns, então intitulado Get Back, tinha uma versão de 3:59 de “Dig It”, a qual depois foi reduzida a um duração muito menor.

Algumas versões foram gravadas durante as sessões do projeto Get Back/Let It Be, em 24, 26, 27, 28, e 29 de janeiro de 1969, no Apple Studio. A versão de 49 segundos é uma parte da gravação de 26 de janeiro, que era uma sessão de doze minutos que envolvia a canção “Twist and Shout”. Um segmento dessa sessão aparece no filme Let It Be. Os participantes dela eram John no vocal, George na guitarra, Paul no piano, Ringo na bateria e Billy Preston no órgão; também participaram, mas não são ouvidos na versão lançada, a filha de seis anos de Linda Eastman (que se tornaria Linda McCartney), Heather.

No começo da sessão, John canta a letra principal com intervenção de Harrison, enquanto Heather ficava no vocal de fundo. Como a performance piorou, Lennon estimulou os outros a continuar. Paul adicionu um vocal barítono de “dig it up, dig it up, dig it up” (“desenterre, desenterre, desenterre”) e variantes e Lennon começou a repetir “Like a rolling stone” (“Como um rolling stone”, pessoa sem estabelecimento fixo), então vai para a parte das “pessoas famosas”, menionando “o FBI, a CIA, a BBC, B.B. King, Doris Day e Matt Busby”.

Por Marina Sanches – @sancmarina.

Fonte: S.S.

“Junk”.

Canção escrita por Paul em 1968, enquanto os Beatles estavam na Índia.  “Singalong Junk”  é uma versão instrumental de “Junk”, que também aparece no McCartney.

Foi originalmente considerado para The Beatles (também conhecido como o White Album). Ele foi preterido para o LP, como foi para Abbey Road. Ele acabou por ser lançado em de McCartney álbum solo McCartney em 1970.

Além da exclusão dos vocais, “Singalong Junk ” apresenta seqüências mellotron e a melodia é tocada em um piano. A canção também possui bateria mais proeminentes. Esta versão da canção é dito ter sido o suporte instrumental original para o qual McCartney estava pensando em cantar, mas ele optou por um arranjo mais simples para a versão vocal em seu lugar.

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“Junk” foi incluído em um EP (junto com “Another Day”, “Oh Woman, Oh Why” and “Valentine Day”) lançado apenas no México. Esta canção foi retirado do seu setlist ao vivo, mas foi incluído no McCartney e Wings 2001 compilação Wingspan: Batidas e História.

Por Marina Sanches – @sancmarina.

Fonte: S.S.