Arquivo mensal: fevereiro 2017

NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY.

Veja por que Paul McCartney é um dos artistas mais importantes para a causa animal.

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Paul McCartney é incontestavelmente mais conhecido por ser um ex-Beatle e fenômeno na história da música. Ele tem sido ativo na indústria musical há décadas, incluindo uma bem-sucedida e surpreendente carreira solo que se seguiu à separação dos Beatles, que continua até hoje.

Ele já tocou para a Rainha, para o presidente dos Estados Unidos, e na cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos. Paul é, certamente, um dos músicos mais famosos e prolíficos de todos os tempos.

Mas o que muitas pessoas não sabem sobre Paul é exatamente o quanto ele tem feito para falar em nome dos animais e ajudá-los ao longo de sua vida. Da escolha de sua dieta às muitas campanhas que ele apoia, aqui estão cinco razões pelas quais Paul McCartney é uma das celebridades mais representativas dos direitos animais.

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  1. Ele é vegetariano desde os anos 70

Após o fim dos Beatles, Paul e sua falecida esposa, Linda McCartney, retiraram-se para sua fazenda tranquila e isolada em Kintyre, na Escócia, onde passaram a criar vários animais, incluindo cavalos e ovelhas. De acordo com Paul, a sua decisão de se tornar um vegetariano foi o resultado de uma epifania que ele teve um dia, na década de 70, enquanto jantava com Linda. Conforme eles cortavam um prato de carne assada, olharam para fora da janela para ver os seus próprios cordeiros brincando alegremente nas pastagens. “Eu tive uma epifania. Eu estava tomando a vida dos animais”. Naquele dia, Paul e Linda fizeram a conexão entre os animais em sua chapa e os animais em seu quintal, e tornaram-se vegetarianos. Paul não voltou atrás, desde então.

Fonte: Catraca Livre – Via e-mail.

Por Marina Sanches – @sancmarina.

“Let Me Roll It”.

Música de Paul e Wings lançada no álbum 1973, “Band on the Run”. A canção também foi lançada como o B-lado de “Jet” no início de 1974.

Alguns críticos viram a música como um pastiche do som de John Lennon, particularmente o riff e o uso de eco de fita nos vocais. Paul, no entanto, não pretendia que a música fosse um pastiche de Lennon. Ele disse que o som vocal “soa como John … eu não tinha percebido que eu tinha cantado como John”.

Desde o seu primeiro lançamento, Paul interpretou “Let Me Roll It” em seus shows ao vivo. Ele também incluiu versões ao vivo da música em vários álbuns ao vivo, incluindo Wings over America, Paul Is Live, Back nos EUA (e Back in the World ) e Good Evening New York City.

Por Marina Sanches @sancmarina.

Fonte: S.S.

NOTICIAS BEATLES.

Devido a sucesso, exibição de “The Beatles – Eight Days a Week” é estendida.

Atenção, atenção, Beatlemaníacos! Devido à grande procura e sucesso do documentário “The Beatles – Eight Days a Week: The Touring Years” no Brasil, as sessões foram estendidas!

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Depois de estrear com muito sucesso em mais de 30 países, o filme começou a ser exibido no Brasil no último dia 2 (quinta-feira) e, inicialmente, ficaria em cartaz até o dia 5 (domingo). Porém, por causa da grande procura, as sessões serão exibidas novamente entre os dias 9, 10, 11, 12 e 14 de fevereiro. Portanto, se você não conseguiu assistir a este incrível trabalho sobre os Garotos de Liverpool, ainda há chances!

Mais detalhes sobre ingressos, sessões e horários pode ser vistos no site http://beatlesnocinema.com.br/.

Dirigido por Ron Howard, o filme traz algumas imagens raras e restauradas sobre os anos em que os Beatles fizeram diversas e loucas turnês de grande sucesso ao redor do mundo, em plena Beatlemania. Há, também, comentários inéditos de Paul McCartney e Ringo Starr, somados a arquivos de entrevistas de John Lennon e George Harrison.

O documentário também rendeu uma indicação dos Beatles ao Grammy 2017, na categoria ‘Melhor Filme Musical’. Em conjunto, o álbum “Live At The Hollywood Bowl” também foi lançado com gravações inéditas até então.

 

Fonte: Pop Cultura – Via e-mail.

Por Marina Sanches – @sancmarina.

BEATLES DIA A DIA

09 de fevereiro de 1964

Às 20h, os Beatles tocam ao vivo no programa de TV “Ed Sullivan Show”. A apresentação se tornou um marco na história. Foi registrada uma audiência recorde: 72,7% dos americanos assistiram ao programa dominical. Também foi gravada a apresentação que iria ao ar no dia 23 de fevereiro. Após as gravações, os Beatles, acompanhados do DJ Murray The K, vão se divertir no Peppermint Lounge.

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Fonte: The Beatles Diary.

Por Marina Sanches – @sancmarina.

“New York City”.

Canção escrita por John Lennon, que foi lançado primeiramente no álbum de John e Yoko Ono de 1972 Some Time in New York City.

“New York City” foi inspirado pela mudança de John para Nova York e pelas pessoas que conheceu na cidade. Começou a escrever a canção logo após se mudar para lá em 1971. Uma versão anterior foi utilizado em Lennon e Ono filme de relógio (Clock), que foi filmado em setembro de 1971. John continuou a expandir as letras e fazer gravações demo da canção, incluindo uma acústica versão do final de 1971, que foi incluído em John Lennon Anthology. A versão final lançada no álbum foi gravado em 1972.

A canção também se refere aos problemas de imigração de John. Em resposta ao governo dos Estados Unidos tentando deportá-lo do país, John retruca que ele vai morar em Nova York quer goste ou não, e que “a Estátua da Liberdade disse para vir.

O crítico de música Johnny Rogan afirma que “a melodia soa como um elevador direto de ‘The Ballad of John e Yoko’.” O crítico de música Paul Du Noyer descreve “New York City” como um “roqueiro sólido, empolgante.” O crítico de música Paul Blaney descreve-o como “um roqueiro embaralhado”. “John é apoiado por Elephant’s Memory, cujo proporciona um som estridente. Beatles especialista Bruce Spizer descreve guitarra de John como estando no estilo ” Chuck Berry”.

Por Marina Sanches – @sancmarina.

Fonte: S.S.

NOTICIAS BEATLES

Filme sobre os Beatles termina com grande presente aos fãs!

Fui ao Recife ver os Beatles no cinema: Eight Days a Week, The Touring Years, o documentário de Ron Howard.

Começo com um registro: uma pena que João Pessoa, com suas 27 salas, tenha ficado de fora. O filme teve quatro dias de exibições nos cinemas brasileiros, e nós aqui não fomos contemplados.

Mas vamos ao que vi.

Antes de ver Eight Days a Week, o espectador que conhece os personagens faz uma pergunta crucial:

 

Ainda é possível oferecer algum ineditismo num filme sobre os Beatles?

Com suas 10 horas de duração, o documentário Anthology já teria esgotado o assunto em meados da década de 1990!

Os estagiários agora recrutados para procurar imagens inéditas conseguiram alguma coisa, mas terá sido suficiente? Certamente não!

O que há, então, de tão atraente no documentário de Howard?

O tema escolhido pelos realizadores! Esse é o segredo do filme. O tema e a competência com que foi tratado e transformado em cinema.

Eight Days a Weeks não é uma biografia dos Beatles com começo, meio e fim. É um retrato do quarteto tirado a partir dos anos loucos das turnês. E que retrato!

Quem conhece a trajetória do grupo entende, logo no início, que o filme deve terminar ali por volta de 1966, quando acabam as turnês. E é o que acontece. Mas resta algum tempo para o que veio depois: o Pepper, como disco mais importante e influente, e o que fizeram nos anos finais. Claro, porque era necessário dizer que, em 1969, já nos estertores, os rapazes tocaram ao vivo no telhado da Apple. Eight Days a Week termina com dois números do último show dos Beatles, dando a impressão de que estamos revendo, na tela grande, o documentário Let It Be.

A narrativa é ágil e eficiente. Entrevistas da época, shows, fãs, contexto histórico (o assassinato de Kennedy, a luta contra o racismo), além dos muitos depoimentos que comentam a cena de longe. Está tudo lá. A música conduz o filme. E puxa o espectador pelas mãos, entre a razão e a emoção, para que ele se deixe levar.

É irresistível!

E o desfecho, surpreendente, é um grande presente para quem ama os Beatles!

Depois que sobem os créditos, quando o filme acaba, há um bônus: o show do Shea Stadium restaurado em 4K com áudio remasterizado em Abbey Road!

Pois é! O show completo, com imagens inacreditavelmente belas e áudio que supera as limitações técnicas do registro original!

Ao jovem Paul, o repórter pergunta:

Qual será o papel dos Beatles na história da cultura ocidental?

O músico se surpreende:

Cultura? Isso é só diversão!

Já vimos que estava enganado! Felizmente!

 

Fonte: http://blogs.jornaldaparaiba.com.br/ – Via e-mail.

Por Marina Sanches – @sancmarina.