“70 FATOS E CURIOSIDADES SOBRE PAUL McCARTNEY”.

FONTES: “THE BEATLES: THE BIOGRAPHY”, DE BOB SPITZ | “PAUL MCCARTNEY: MANY YEARS FROM NOW”, DE BARRY MILES | “FAB: AN INTIMATE LIFE OF PAUL MCCARTNEY”, DE HOWARD SOUNES | “THE COMPLETE BEATLES CHRONICLE:THE DEFINITIVE DAY-BY-DAY GUIDE TO THE BEATLES’ ENTIRE CAREER”, DE MARK LEWINSHON

Paul 59Paul 23Paul 69 - 1997Paul 106 - Atlanta - 2014Paul 70 - 1997Paul 280 - música

1 – “O nome completo dele é James Paul McCartney; filho de James “Jim” McCartney e Mary Patricia McCartney. Em 1997, a certidão de nascimento de Paul foi leiloada por US$ 84.146″.

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Paul and Mike

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2 – Seu pai não esteve presente no seu nascimento pois era bombeiro voluntário durante a 2ª Guerra. Ainda assim, foi um grande incentivador da veia artística de Paul. Jim tocava trompete e piano e chegou a participar da Jim Mac’s Jazz Band nos anos 1920.

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3 – Aos 14 anos, Paul ganhou um pistom do pai, mas quando o rock começou a se tornar popular, trocou por um violão Framus Zenith, pois percebeu que seria muito difícil cantar “com um pistom na boca”. Paul guarda esse violão em seu estúdio até hoje.

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4 – Quando conseguiu seu primeiro violão, Paul teve muita dificuldade para tocar e não entendia o motivo. “Não percebi que era por ser canhoto. Só descobri que usava o violão do lado errado quando topei com uma foto de Slim Whitman, que também era canhoto”.

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5 – Paul escreveu “When I’m sixty-four” em homenagem ao pai, quando tinha apenas 16 anos. Em 1967 ele resgatou a música para o álbum “Sgt. Peppers Lonely Hearts Club Band”.

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6 – Seu maior ídolo na época do colégio era Little Richard, o grande pioneiro do rock ‘n’ roll americano nos anos 1950. A primeira música que Paul cantou em público, sobre um palco, foi “Long Tall Sally”.

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7 – A primeira de composição de Paul foi “I lost my little girl”, escrita em 1956, quando tinha 14 anos, pouco depois da morte de sua mãe, Mary.

8 – A primeira banda da qual participou foi a Quarrymen. Ele se juntou ao grupo em outubro de 1957 e logo se aproximou do líder da banda, John Lennon. No início de 1958, Paul convenceu Lennon a aceitar como guitarrista um amigo de escola, George Harrison. John achava George muito novo – ele tinha apenas 14 anos na época – mas mudou de ideia ao vê-lo tocar. Pouco depois, é claro, o grupo mudaria o nome para The Beatles.

  • Beatles 123George 60Beatles (2)Primeira foto dos Beatles ainda Quarrymen.

9 – Mimi, tia de Lennon, não aprovava a amizade com Paul, pois ele era “da classe trabalhadora”. Já o pai de Paul afirmava que Lennon ainda iria criar problemas para o filho, mas permitiu que os Quarrymen ensaiassem na casa dele.

Tia Mimi e JohnJohn e Paul 2John e Paul 11

10 – A primeira gravação de Paul foi “In spite of all the danger”, composta em parceria com George Harrison. A música foi gravada pelo Quarrymen.

11 – McCartney foi obrigado a tocar baixo nos Beatles quando Stu Sutcliffe, amigo de Lennon da escola de Arte, deixou a banda, em 1961. Lennon e Harrison se recusaram a abandonar a guitarra.

Paul 4Paul 64 - Paul McCartney at the Cavern, 1962.

12 – A primeira experiência de Paul com drogas foi na série de shows que os Beatles fizeram em Hamburgo, na Alemanha, bem no início da carreira, em 1960. Todos na banda tomavam o estimulante Preludin, para aguentar madrugadas inteiras tocando. O filme “Backbeat” detalha a turnê.

Beatles 19 - Top TenBeatles 18 - Top TenPaul e George 1Beatles Perform In LiverpoolBeatles no Cavern - 14 de julho de 1961 - 6Paul Mc Cartney and John Lennon, Aintree Institute, 1961tumblr_inline_mrdd50ZHC01qz4rgp

13 – Em Hamburgo, eles ficaram hospedados e trabalhavam em condições precárias. Uma noite, Paul e Pete Best, primeiro baterista da banda, colocaram fogo no papel de parede do quarto onde dormiam. Não houve nenhum dano, mas os dois foram denunciados pelo senhorio, que era também o contratante dos shows, e passaram três horas na cadeia antes de serem deportados.

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14 – No início dos Beatles, usava um baixo Höfner 500/5 emprestado de Sutcliffe e depois comprou um modelo 500/1 para canhotos. O modelo da marca Höfner, em formato de violino, ganhou o apelido de Beatle Bass ou Cavern Bass, por ser o instrumento usado por Paul nos primeiros shows da banda, no Cavern Club.

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15 – Paul toca baixo, guitarra, violão, piano, canta… É um músico completo, mas autodidata, quase sem educação formal. Nos shows da última turnê faz cerca de 20 trocas de instrumentos, se aventurando no bandolim e ukelele.

16 – Paul chegou a tocar bateria no início dos Beatles e voltou ao instrumento outras vezes, como em “Back In The U.S.S.R.”, “Dear Prudence” e “Wild Honey Pie”, do Álbum Branco (1968). Quando um jornalista perguntou a John se Ringo era o melhor baterista do mundo, ele disse que Ringo não era nem o melhor baterista dos Beatles.

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17 – MBE e o título de Sir

Como os outros três membros da banda, McCartney foi agraciado, em 1966 como Membro do Império Britânico. Porém, é o único membro dos Beatles a ostentar o título de “Sir“, honraria que lhe foi concedida pela Rainha em 1997. O título de Sir é mais distinto do que o de Membro do Império, por se tratar de um título nobiliárquico de mais alto valor, equivalente a “Cavaleiro do Império Britânico” (Knight of the British Empire). Apenas Paul McCartney recebeu a distinção, por isso, é incorreto chamar os outros membros da banda de “Sir”.

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18 – O artigo 5 do contrato de shows dos Beatles na turnê americana de 1965 determinava que os “artistas não seriam obrigados a tocar perante uma audiência segregada”. Pouco depois, Paul escreveria a música “Blackbird”, sobre os direitos civis das mulheres negras nos EUA.

19 – “Martha my dear” teve o nome inspirado na cadela Martha, da raça pastor inglês, mas a letra fala sobre o fim do relacionamento dele com a namorada Jane Asher. A moça também inspirou outras canções de Paul escritas para os Beatles, como “Here, there and everywhere”, “For no one” and “We can work it out”.

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20 – Todas as composições dos Beatles escritas por Paul ou John eram creditadas à dupla Lennon/McCartney. Muitas delas, no entanto, foram trabalhos solo de Paul, como “Blackbird”, “Can’t buy me love” e “Get back”.

21 – “Yesterday” – É a música mais regravada de todos os tempos, com mais de 2.200 versões. É o caso mais famoso de música creditada à dupla Lennon/ McCartney, mas composta apenas por Paul. Em 2000, ele pediu a Yoko Ono para mudar o crédito para McCartney/ Lennon na coletânea “The Beatles Anthology”, mas ela se recusou.

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22 – O filme “A Hard Day’s Night” (1964), primeiro estrelado pelos Beatles, ficou conhecido no Brasil como “Os Reis do iê-iê-iê” e em Portugal ganhou o inacreditável título “Os quatro cabeleiras do após-calypso”.

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23 – Paul foi o primeiro a se envolver num projeto fora dos Beatles. Ele compôs para o filme “The Family Way”, em 1966. A trilha sonora acabou lançada num disco de mesmo nome.

24 – Em outubro de 1969, surgiram rumores de que Paul havia morrido num acidente de carro. Mas em novembro a revista Life fez uma capa com ele e a família comprovando que o boato era falso. Mas nem todos acreditaram…

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25 – Em 1969 os Beatles precisaram contratar um administrador para a Apple, selo fonográfico do grupo, para evitar que a empresa fosse à falência. John sugeriu Allen Klein, mas Mick Jagger alertou Paul quanto a problemas que os Rolling Stones tiveram com o empresário. Paul se recusou a assinar contrato com Klein.

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26 – Apesar do clima religioso, “Let it be” foi inspirada na mãe de Paul, que também se chamava Mary, como a mãe de Jesus de Nazaré. Paul perdeu a mãe cedo, aos 14 anos, um dos pontos que o aproximaram de John na adolescência. Uma noite, em 1970, ele sonhou com a mãe enviando uma mensagem de sabedoria, “let it be”.

27 – Lennon já havia deixado os Beatles em setembro de 1969, mas foi McCartney quem fez o anúncio oficial do fim da banda, em 10 de abril de 1970. A notícia veio em formato de entrevista encartada em cópias do álbum “McCartney”, seu primeiro disco solo, que seria lançado uma semana depois.

Paul 72 - 1971Paul 57 - 1971capa do primeiro disco solo de Paul McCartney

28 – Em abril de 1970, Paul lançou seu primeiro álbum solo, “McCartney”, que vendeu mais de 10 milhões de cópias em todo o mundo. O disco, em que Paul gravou todos os instrumentos, traz o grande sucesso “Maybe I’m amazed”.

29 – Quando Paul lançou seu segundo álbum solo, “Ram”, seus ex-colegas dos Beatles acharam que várias músicas faziam referências depreciativas a eles. Paul garante que apenas dois trechos falam de John: “Em uma canção eu escrevi ‘too many people preaching practices’. Acho que esse é o verso. Ali havia alguma implicância com John e Yoko. Não havia nada mais no (Ram) sobre eles. Ah, tem ‘you took your lucky break and broke it in two'”. No álbum “Imagine”, de 1971, John devolveria a pancada com a música “How do you sleep?”.

30 – Ainda em 1971, Paul se juntou à esposa Linda e ao compositor Denny Laine, ex-vocalista do The Moody Blues, para montar a banda The Wings. O grupo ficou ativo de 1971 a 1980 e acumulou vários sucessos, como ‘My love”, “Jet” e “Band on the run”.

31 – Paul teve a ideia para o nome da banda enquanto rezava durante o nascimento de sua segunda filha, Stella. O parto foi complicado e Stella e Linda quase morreram. Enquanto rezava, a imagem de asas vieram à mente do músico, que resolveu batizar sua banda de Wings (asas, em inglês).

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32 – Em fevereiro de 1972, o Wings gravou a música “Give Ireland back to the Irish”, em protesto contra o massacre do Domingo Sangrento. A música foi proibida no Reino Unido.

33 – O primeiro disco de platina com os Wings veio em 1974, com o grande sucesso de “Band on the run”.

34 – Nas primeiras turnês com o Wings, Paul não tocava nenhuma música dos Beatles. Com o tempo, passou a inclui-las no show. Hoje toca até mesmo um medley que inclui trechos de “Give peace a chance”, de Lennon.

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35 – Paul e Lennon voltaram a tocar juntos apenas uma vez após o fim dos Beatles. Em 1974, John estava produzindo um disco de Harry Nilsson e Paul McCartney apareceu no estúdio com sua esposa, Linda. O resultado foi lançado como o bootleg “A toot and a snore”, em 1992. A banda tinha John, Paul, Stevie Wonder e Linda.

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36 – Em 1980, o Wings se reuniu para gravar novo disco, mas após a morte de Lennon, em 8 de dezembro, Paul não teve condições de continuar. Ele voltou a trabalhar no projeto em fevereiro, lançando o álbum “Tug of war” como projeto solo. O maior sucesso do disco é “Ebony and Ivory”, parceria com Steve Wonder.

37 – Pouco depois o Wings terminaria oficialmente, diante da relutância de Paul em se apresentar em público após o assassinato de Lennon.

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38 – Em 1988, Paul lançou o disco “CHOBBa B CCPP”, exclusivamente na União Soviética. O álbum trazia apenas covers de clássicos do rock’n’roll, como “Kansas City”, “Twenty Flight Rock”, “That’s All Right Mama” e “Summertime”. Em 1991, o disco foi lançado internacionalmente.

39 – Entre 1989 e 1990 Paul fez sua primeira turnê mundial em 10 anos. Foi também a primeira sob o seu nome como artista solo e um retorno às canções dos Beatles.

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40 – Em 1990 foi lançado o filme “From Rio to Liverpool”, que mostra a turnê de Paul pelo mundo, incluindo seu show no Maracanã, que teve o maior público pagante da história, com 184 mil pessoas no sábado (foram dois shows).

41 – Em 1991, a Royal Liverpool Philharmonic Society encomendou uma peça musical para marcar seu sesquicentenário. Em sua primeira incursão na música clássica, Paul escreveu a música “Liverpool Oratorio” com Carl Davis. Ele assinaria ainda “A leaf”, para piano solo, “Ecce Cor Meum” e “Standing stone”.

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42 – O quinto trabalho de Paul McCartney em música clássica foi “Ocean’s Kingdom”, encomendada pela companhia de balé de Nova York. O balé fala sobre o conflito entre o inocente e puro mundo do oceano e o ameaçador reino da Terra.

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43 – Paul exercita seu interesse por experimentações e música eletrônica no dueto Fireman, com Martin Glover, produtor e baixista do Killing Joke, mais conhecido como Youth. A banda tem três discos gravados, “Strawberries oceans ships forest” (1993), “Rushes” (1998) e “Electric arguments” (2008).

44 – Paul aparece no Guinness como “The Most Successful Composer and Recording Artist of All Time”. São 60 discos de ouro e mais de 100 milhões de álbuns e 100 milhões de singles vendidos.

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46 – Composta em parceria com Linda e com o ex-produtor dos Beatles George Martin, “Live and let die”, além de ter sido indicada ao Oscar de Melhor Canção, deu a Martin o Grammy pelo arranjo da música.

47 – Paul foi interpretado no cinema e na TV pelos atores Thomas Brodie-Sangster (“Nowhere boy”), Gary Bakewell (“Backbeat”), Mickael Sébastien Vitanza (“I’m not there”), entre vários outros.

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Thomas Brodie-Sangster – Nowhere boy

Gary Bakewell - Backbeat

Gary Bakewell – Backbeat

Paul McCartney - Gary Bakewell

Paul McCartney – Gary Bakewell

Mickael Sébastien Vitanza - I'm not there.

Mickael Sébastien Vitanza – I’m not there.

48 – Nem tudo que Paul fez deu certo. Em 1984, Paul McCartney escreveu, produziu e estrelou o filme “Give my regards to Broad Street”. As críticas foram péssimas e o público ignorou o filme. Mas a trilha sonora, com o guitarrista David Gilmour, do Pink Floyd, no hit “No more lonely nights”, foi elogiada.

49 – Como um bom inglês, Paul gosta de futebol e já esteve em estádios algumas vezes. Por influência da família ele torce para o Everton, mas já afirmou que também simpatiza com o Liverpool, pois são os dois clubes de sua cidade.

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50 – Em 1980 Paul passou 10 dias preso em Tóquio após ser pego com 218 gramas de maconha no aeroporto: “Eu sabia que não conseguiria arrumar nada para fumar por lá. Esse bagulho era muito bom para jogar privada abaixo, então resolvi levar comigo”.

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51 – Paul e sua primeira esposa, Linda, tornaram-se vegetarianos e defensores dos direitos dos animais num dia em que estavam comendo carneiro e o cantor viu pela janela carneiros no campo.

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52 – Durante suas turnês, os membros da equipe não podem comer carne. Nenhum alimento animal pode ser servido no backstage dos shows e também não pode haver nenhum móvel de couro ou origem animal. Mesmo os assentos de suas limousines não podem ser de couro.

53 – No quinto episódio da sétima temporada de “Simpsons”, Paul ajuda Lisa a se tornar vegetariana.

54 – Em 2006, Paul foi a Labrador, no Canadá, para protestar contra a caça de focas. Questionado quanto a importância econômica da atividade para a população local, afirmou que os pescadores deviam abandonar a caça e criar um negócio de proteção de focas.

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55 – Paul adora flores. Ele deixa isso bem claro em suas exigências para shows: “É muito importante usar uma florista com reputação”, que consiga lírios e rosas brancas com muita folhagem, pequenas gardênias e frésias de vários cores e tamanhos.

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56 – Mesmo após os desentendimentos com o Maharishi, guru indiano que recebeu os Beatles em sua academia no Himalaia, Paul seguiu adepto da meditação. Em 2009 participou com Ringo de um concerto em prol da fundação de meditação do David Lynch.

 

57 – Paul perdeu a mãe, Mary, com apenas 14 anos. Esse foi um ponto de aproximação com John, que também perdeu a mãe cedo. A esposa Linda morreu com 56 anos. As duas de câncer no seio.

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58 – Casou em 2002 com Heather Mills, ex-modelo e ativista dos direitos dos deficientes físicos. Ela perdeu a perna em 1993, atropelada por uma moto da polícia.

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59 – Já casado com Heather Mills, Paul se engaja em campanhas contra o uso de minas terrestres. Paul é patrono da ONG Adopt-A-Minefield, além de apoiar campanhas como a “Make poverty history”.

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60 – Paul pintou mais de 500 quadros. Ele começou a pintar em 1983 e fez sua primeira exposição em 1999, em Siegen, na Alemanha. As pinturas traziam retratos de Lennon, Andy Warhol e David Bowie, além de fotografias de Linda.

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61 – Nos anos 1980, Paul estabeleceu uma amizade Michael Jackson. A relação foi abalada quando Michael comprou em 1985 a empresa Northern Songs, estabelecida em 1969 para publicar as canções da dupla Lennon-McCartney, dando ao Rei do Pop os direitos sobre as músicas dos Beatles.

62 – Sua empresa MPL Communications tem os direitos de mais de 25 mil canções, entre elas as escritas por Buddy Holly, além dos direitos de musicais como “A Chorus Line” e “Grease”.

63 – Em 2006, Paul se divorciou de Heather Mills. No processo de divórcio, ela levou 23,7 milhões de libras (cerca de US$ 100 milhões). Paul ofereceu cerca de US$ 64 milhões.

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64 – Atualmente Paul é casado com Nancy Shevell. A cerimônia, em outubro de 2011, teve apenas 30 convidados.

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65 – Mary, a primeira filha, é uma famosa fotógrafa. A filha Stella é uma respeitada designer de moda. O filho James também músico e chegou a ser cogitado para um projeto de banda cover dos Beatles, com a participação dos filhos dos músicos originais.

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66 – Paul produziu um disco pro irmão, Michael McCartney, que assinava Mike McGear. Não fez muito sucesso. Leave it.

67 – Paul entrou no Hall da Fama do Rock duas vezes: Em 1988 com os Beatles e em 1999 como artista solo.

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68 – Quando o World Trade Center foi derrubado em 11 de setembro de 2001, ele estava em um avião pronto para decolar em Nova York. Foi forçado a ficar na cidade e organizou um concerto para as vítimas da tragédia no Madison Square Garden, com a participação de Elton John, David Bowie, Pete Townshend, Eric Clapton e Mick Jagger.

69 – Em 2008 Paul tocou pela primeira vez em Israel. Em 1965 os Beatles tinham um show marcado para Tel Aviv, mas os vistos foram cancelados junto com a turnê, pois o governo considerava a banda uma ameaça à moral dos jovens israelenses.

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70 – Em 4 de junho de 2012, Paul fez o show de encerramento da festa do Jubileu de Diamante da rainha Elizabeth II. Cantando em frente ao Palácio de Buckingham, ele apresentou clássicos de seu repertório, como “Let it be” e “Live and let die”.

 

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Por Marina Sanches – @sancmarina.

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Uma ideia sobre ““70 FATOS E CURIOSIDADES SOBRE PAUL McCARTNEY”.

  1. sertaneja

    O problema dos livros sobre celebridades é que não são confiáveis. Eles inventam coisas ou trocam as informações corretas por outras. No caso dos Beatles é realmente difícil saber a verdade pois gostavam de inventar histórias por pura gozação. Um livro como Many Years from Now ainda pode ser mais confiável. Pelo menos Paul participou dando as informações. Mesmo assim pode haver distorções e omissões. O autor revelou (está no seu site) que Paul censurou algumas coisas. Uma de suas namoradas aparece apenas como babá do filho de Marianne Faithfull, quando na verdade eles tiveram um caso. Paul pediu que isso não fosse divulgado. Paul preza muito sua vida particular e com certeza não informou tudo de interessante que já viveu. Um livro como Fab, desaprovado por Paul, é realmente duvidoso. Sem a colaboração do retratado o autor teve de ouvir outras pessoas que talvez não estivessem bem informadas. Por outro lado, exatamente por não ter passado pela censura de Paul, pode conter verdades que de outra forma não seriam reveladas. O problema é: como saber? As outras publicações de onde saíram essas informações aqui eu desconheço. Mas duvido de livros que dizem ser “definitivos”. Há na lista muita coisa duvidosa e algumas, com certeza, equivocadas. Certas coisas viram lendas, não chegam a prejudicar ninguém mesmo se não forem verdadeiras. Ex: Paul e Pete colocaram fogo na parede do quarto. Não foi numa camisinha e o fogo se espalhou? Muitos garantem que queriam apenas destruir a camisinha. Mas há certas inverdades que prejudicam. O desrespeito que John teria cometido contra Ringo ao dizer que ele não era o melhor baterista nem dos Beatles. Prejudica porque depõe contra Ringo. E John jamais disse isso. A frase foi dita pelo comediante inglês Jasper Carrot em 1983. John nem mais estava vivo. Quer dizer que consta ainda como verdade num dos livros citados? Que horror. Por isso não gosto de livros sobre os Beatles.
    A música Black Bird não se refere apenas às mulheres. Ele se inspirou numa mulher negra. Mas a mensagem é pelos direitos civis para todos. A propósito, ele se inspirou também em Martin Luther King, um homem.
    Martha My Dear para Jane Asher? Nunca. Isso deve ter partido de pessoas que não gostam de animais e não acreditam que podemos amá-los tanto assim. Paul é apaixonado por animais! Há também aquelas pessoas que pensam que compositores e poetas só declaram amor a suas namoradas e esposas. Nada mais falso. A letra deixa bem claro que ele está falando com a cachorra. “Levante as mãozinhas, menina tola…” Como podia ser para uma Jane que o tinha deixado? No livro Many Years from Now Paul esclarecesse isso. Vejam o que achei no Beatles Bible. “ Muitos ouvintes ( ouvintes apenas, eu bem que desconfiei) interpretaram a canção como uma mensagem de amor para Jane Asher com quem Paul tinha intenção de se casar em 68. Porém, em 1997, ele revelou que foi sua cachorra a inspiração para Martha My Dear. “ É uma comunicação de um tipo de afeição mas de uma forma levemente abstrata. “ Sua tola, veja o que você fez”, esse tipo de coisa. Essas músicas crescem. Por isso pode parecer para qualquer outra pessoa que seria uma música para uma garota chamada Martha. Na verdade é uma cachorra, e nosso relacionamento era platônico, acreditem.” Está no Many Years from Now. Muito triste desmerecem a querida Martha dessa forma. Quanto as outras musicas, ninguém sabe para quem Paul as escreveu. Pode ter sido para Jane como pode ter sido para outras pessoas, ou para ninguém, como um dos seus títulos: For no one.
    O boato sobre o falecimento de Paul surgiu em 69, é verdade. Mas diziam que o acidente teria acontecido em 65 ou 66, não me recordo bem. De qualquer forma, bem antes de 69. Portanto a Life perdeu seu tempo mostrando uma foto de Paul de 69, pois diziam que se tratava de um sósia.

    Infelizmente Mick Jagger não alertou aos Beatles sobre Allen Klein. Bem que Paul queria isso, mas ele falou algo como “ ele é bom para quem gosta do estilo”. Se tivesse sido claro talvez todos teriam entendido que Klein não era de confiança. Talvez os Beatles nem tivessem se separado se Mick tivesse alertado a eles. A propósito os Rolling Stones foram muito prejudicados por Mr. Klein. Eles perderam os direitos autorais de todas suas músicas até 1970. Mick devia ter sido claro sobre isso.
    A música Let it Be não tem clima religioso. Ele sempre disse que Mother Mary era sua mãe. Nada a ver com religião na letra da música. Algumas pessoas é que assim entenderam.
    Tinha mais gente no “A toot and a snore”. Foi um improviso danado de ruim. Mas valeu pela farra e pelo reencontro de John e Paul após tanto tempo. Eles tocaram e cantaram. “Stand By Me”, infelizmente com a presença de um bêbado cantando junto horrivelmente.
    Pelo que ouvi em outros lugares, o Wings acabou logo no início de 1980 devido a prisão de Paul no Japão. Ficaram aborrecidos porque perderam dinheiro, não houve concerto algum. O motivo do fim da banda então, nada teve a ver com o retiro de Paul sem querer fazer shows após o assassinato de John. Se pensarmos bem veremos que faz sentido, pois McCartney II foi lançado com Paul já sem Wings e no mês de maio de 1980, muito antes da morte de John.
    Eles passaram temporadas em Hamburgo. Mas não foi uma tourné como está escrito. Ficaram apenas em Hamburgo.
    Liverpool Oratório não é uma música. E uma peça clássica em oito movimentos. Um álbum inteiro. Composição de Paul em parceria com Carl Davis.
    Live and Let Die não deve ter sido composta em parceria com Linda, mesmo que assim esteja escrito no disco. Eu confesso não saber a total verdade sobre o assunto. Já vi em algum lugar que ela apenas sugeriu que entrasse um ritmo de reggae no meio. Se foi isso, então ela não fez parceria com ele. Compor é mais do que isso. Paul chegou a ser processado por colocar o nome dela como sua parceira sem o ser. Numa página de um fâ, vem que ele ganhou o processo, então é porque ela realmente compunha. Mas nas páginas oficias é história é outra. Eles entraram num acordo, o que é bem diferente de vencer o processo. E é verdade que, se ela compunha, deixou de compor porque seu nome não apareceu mais como sua parceira. Para mim isso indica que no acordo constava não mais coloca-la como parceira, visto que não era verdade. Linda não era musicista.
    Paul não se desentendeu com o guru Indiano. Apenas John teve problemas com ele.
    Não entendi a numero 60. As pinturas traziam fotografias de Linda? Como assim? Eu sei que há pelo menos dois quadros onde ela aparece. Um da banda Wings, com ela no meio. E outro, muito bom, dela junto a um piano. Mas não é fotografia. É uma pintura dele à pincel numa tela. Tem umas três de John ou mais. E uma de David Bowie. Nunca vi a de Andy Warhol, gostaria de ver. Paul é excelente artista plástico.
    A banda cover com os filhos dos Beatles é um hoax. Eles nunca pensaram nisso. História criada pelo site The Statley Harold especializado em sátiras, ou seja, em criar mentiras. Estou impressionada de algo assim ter saído editado num livro sobre os Beatles. “The Shoots”, (este seria o nome da banda) nunca existiu.
    Meus comentários não são criticas ao blog. Eu adoro o blog e o visito sempre. Acho bom que coloquem tudo que sai sobre eles, isso é uma prova de dedicação e muito bacana. Além disso joga bons temas para conversa. Acho estranho apenas autores escreverem livros perpetuando boatos sendo que algum são difamatórios, como o boato de John depreciando Ringo. Mas o blog nada tem a ver com isso, apenas reproduz e está no seu direito reproduzir. Parabéns por mantê-lo.

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