Arquivo mensal: maio 2018

BEATLES DIA A DIA

26 de maio de 1986

No programa “Guinness Book of Records Hall Of Fame” da BBC 1, Paul é citado como o músico mais bem-sucedido de todos os tempos.

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Paul 462 - 1986 Paul 454 Paul 455 - Paul McCartney - Press - Music Video - 1986Paul 434 - Guinness Book of Records Hall Of Fame da BBC 1 - 1986

Fonte: The Beatles Diary.

Por Marina Sanches – @sancmarina.

BEATLES DIA A DIA

26 de maio de 1970

George começa a gravar o álbum “All Things Must Pass”.

George 77 George 36 - George Harrison with Phil Spector George 41 George 95 - 1971 George 98 - George Harrison was 1 in the US OTD 1971 with 'All Things Must Pass'. George 126 George 127 - George Harrison at Apple studios in 1971George 77

Fonte: The Beatles Diary.

Por Marina Sanches – @sancmarina.

“Steel and Glass” John Lennon

Canção escrita e interpretada por John Lennon, lançada em seu álbum de 1974, Walls and Bridges. Uma canção folclórica sombria foi interpretada como um ataque ao ex-gerente de negócios de John, Allen Klein.

A canção contém uma interpretação de violinos no refrão que faz lembrar a música de John “How Do You Sleep?”, Um ataque ao ex-colega de banda dos Beatles Paul McCartney.

Por Marina Sanches – @sancmarina

FILMOGRAFIA BEATLES 4.

SGT. PEPPER’S LONELY HEARTS CLUB BAND – 1978

poster SGT. FILME

D – Michael Schultz

Elenco – The Bee Gees, Aerosmith, Alice Cooper, Earth, Wind & Fire, Stargard, Peter Frampton, George Burn, Steve Martin.

Co – 111 min.

Embora inspirado nas canções do clássico álbum dos Beatles e em algumas idéias roubadas do desenho animado Yellow Submarine esse filme foi um grande fracasso do produtor Robert Stigwood. Ninguém gostou.

 

SON OF DRACULA – 1974

Harry Nilsson Son of Dracula Ringo Starr Son Of Drácula.

D – Freddie Francis

Elenco – Ringo Starr, Harry Nilsson

Cor – 90 min.

Versão cômica dos filmes de Drácula, que Ringo produziu inspirado nos filmes da Hammer.

 

200 MOTELS – 1971

200 Motels la_ca_1121_classic_hollywood Ringo como Frank Zappa Ringo in Frank Zappa's 200 motels.

D – Frank Zappa, Tony Palmer.

Elenco – Frank Zappa & The Mothers of Invention, Ringo Starr, Keith Moon.

Cor – 99 min.

Fábula surrealista sobre uma banda de rock & roll numa turnê. Ringo faz o papel de Frank Zappa e de Larry, o Anão.

WONDERWALL – 1968

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D – Joe Massot

Elenco – Jane Birkin

Cor – 92 min.

Um velho professor se envolve com a vida de uma garota quando começa a espiá-la por um buraco que ele descobriu na parede. George Harrison compôs a trilha sonora.          

YELLOW SUBMARINE – 1968

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D – George Dunning

Elenco – The Beatles

Cor – 85 min.

Elaborado desenho-animado (um dos melhores de todos os tempos!) onde os Beatles vão salvar o místico reino de PepperLand que foi invadido pelos Blue Meaniers, cujo objetivo é expurgar toda música e toda diversão da face da Terra. As vozes de JPG & R foram dubladas, mas as canções são genuínas. Músicas adicional por George Martin.

Por Marina Sanches

 

NOTICIAS BEATLES – GEORGE HARRISON

Fittipaldi relembra caipirinhas de George Harrison no Guarujá.

Primeiro brasileiro a conquistar o Mundial de Fórmula 1, 500 Milhas de Indianápolis e o título da Indy, Emerson Fittipaldi não só abriu as portas para a popularidade do automobilismo no país como também fora das pistas.

Desde a década de 70, Fittipaldi expandiu seu círculo social para além do cockpit, transformando seu nome e sua carreira em uma marca internacional, conhecida não só na Europa, onde brilhou na Fórmula 1, como também nos Estados Unidos, onde marcou época na Indy, e até no México.

O brasileiro tem um autódromo que leva o seu nome na cidade de Yucatán, no México, além de ter o dia 20 de junho em Miami Beach, onde residiu durante sua carreira nos EUA, ter o “Fittipaldi’s Day” e também ter uma rua com seu nome na cidade da Flórida.

Um dos grandes amigos de Emerson Fittipaldi fora das pistas foi George Harrison. Em entrevista ao ESPN.com.br, o ex-piloto brasileiro falou sobre sua amizade com George e outras personalidades que conheceu ao longo da carreira.

ESPN – Como começou sua amizade com o George Harrison?

Fittipaldi – Eu o conheci através do esporte, em 72, porque ele era muito fã de automobilismo. O pai do George era motorista público de ônibus. Então no domingo ele colocava a família escondida no ônibus e ia assistir um Grande Prêmio. Antes dele ser dos Beatles ele adorava corrida de automóvel. Ele assistiu na época o Fangio correr de Mercedes, o Stirling Moss, pilotos importantes da época. Teve uns três anos de Formula 1 em Liverpool.

ESPN – Como era o Harrison na intimidade?

Fittipaldi – Ele era um cara muito simples. Eu estava em Brands Hatch e ele veio nos boxes e falou ‘Émerson, prazer. Que legal, você é brasileiro’. E a gente começou a conversar. Ele adorava automóvel. Era a paixão dele. Quando eu estava na Indy, eu ligava pra ele na Inglaterra para saber quem ia guiar em qual equipe no ano seguinte. Ele sabia muito mais do que eu porque era amigo de todas as equipes. Ele era amigo do Frank Williams, do Ron Dennis. Se eu perguntasse quem ia guiar pela McLaren no ano seguinte, ele sabia antes que eu (risos).

ESPN – Você curtia os Beatles?

Fittipaldi – Eu já era fã dos Beatles. Eles foram revolucionários, não só na música, mas também nos costumes, roupas, foi muito bacana. Eu lembro bem.

 

ESPN – Em 1979, ele foi o primeiro beatle a visitar o Brasil para ver o GP de F-1 de Interlagos. Quais as lembranças daquela época?

Fittipaldi – Ele veio aqui duas vezes e ficou na minha casa em São Paulo e no Guarujá. Ele tomava umas caipirinhas, era super sossegado. O George gostava muito do mundo tropical, ele tinha uma casa no Havaí, que fui uma vez, e tinha uma na Austrália. Ele adorou o Brasil e queria comprar uma casa aqui. Eu estava organizando para ele uma viagem no Pantanal também. Ele passou tanta coisa na vida dele que a paixão dele era automobilismo.

ESPN – Ele chegou a andar com os carros de corrida?

Fittipaldi – Ele testava alguns carros, mas devagar para sentir o carro. Ele andou de Fórmula 3 e Fórmula 2. Fórmula 1 eu acho que ele andou também.

ESPN – O Harrison te fez uma homenagem muito legal no SBT…

Fittipaldi – Foi uma surpresa. Eu não sabia, eu estava me recuperando (de um acidente em 1996 na Indy) e ele sabia que eu estava no hospital. E ele fez aquela versão “Here comes Emerson” no lugar de “Here Comes The Sun”.

ESPN – Como foi seu último contato com o George Harisson?

Fittipaldi – Quando eu fui me despedir dele, eu levei um pastor amigo meu para ele aceitar Cristo e ele aceitou dois meses antes dele morrer. Ele me mostrou um monte de música que ele tinha numa guitarra havaiana. Foi a última lembrança que eu tive dele.

Fonte: Espn – Via email

Por Marina Sanches  – @sancmarina

“Tomorrow Never Knows”.

Composta por John, é a última faixa do álbum Revolver, lançado em 1966.

John 169John 188 - John Lennon during the Butcher cover session March 1966John 139John 70John 68 - The Beatles recorded John Lennon's masterpiece Tomorrow Never Knows 1966

Considerada a mais psicodélica faixa gravada pelo grupo até então, muitos dos efeitos e truques de estúdio utilizados nela eram até então inéditos. Sua estrutura harmônica varia sobre o acorde de Dó maior.

John Lennon escreveu a canção em janeiro de 1966, com letras adaptadas do livro The Psychedelic Experience: Um manual baseado no livro tibetano dos mortos por Timothy Leary, Richard Alpert e Ralph Metzner , que por sua vez foi adaptado a partir do livro tibetano dos Mortos. Peter Brown acreditava que fonte de Lennon para as letras foi o Livro Tibetano dos Mortos em si, o que, segundo ele, Lennon tinha lido enquanto consumia LSD, George Harrison mais tarde afirmou que a idéia para a letra veio de Leary, Alpert, e o livro de Metzner; Paul McCartney confirmou isso, dizendo que quando ele e Lennon visitaram o recém-inaugurado Indica livraria, Lennon tinha ido à procura de uma cópia de The Nietzsche e encontrou uma cópia de The Psychedelic Experience que continha as linhas: “Sempre que em caso de dúvida, desligue sua mente, relaxar, flutuar a jusante”.

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John comprou o livro, foi para casa, tomou LSD, e seguiu as instruções exatamente como afirmado no livro. O livro considerou que a “morte do ego” experimentou sob a influência do LSD e outras drogas psicodélicas é essencialmente similar para o processo de morte e exige uma orientação similar.

Por Marina Sanches – @sancmarina

Fonte:S.S.