Arquivo mensal: janeiro 2019

“Across The Universe”.

Lançada no álbum Let It Be. A canção traz John nos vocais principal, que também é o compositor (embora todas as canções escritas por John Lennon e Paul McCartney na época dos Beatles, sozinhos ou em colaboração, fossem creditadas a Lennon/McCartney).

Em fevereiro de 1968, os Beatles começaram as gravações da cançao nos estúdios da Abbey Road. Paul tinha escrito “Lady Madonna” e John, “Across the Universe”. Ambas canções foram gravadas junto com a canção de John “Hey Bulldog” e com a de George Harrison “The Inner Light” entre 3 e 11 de fevereiro.

A primeira versão contou com um coro feminino de duas fãs que estavam na frente do estúdio em Abbey Road naquele dia. Uma delas era Lizzie Bravo.

A canção básica foi gravada em 4 de fevereiro, John não ficou satisfeito com a canção e por isso tentou várias inovações. No final, segundo Lennon, Paul McCartney convenceu John a chamar duas fãs, Lizzie Bravo e Gayleen Pease, que estavam na porta do estúdio para participar da vocalização da canção.

A canção foi mixada em mono e colocada de lado enquanto o grupo lançou como single as canções “Lady Madonna” e “The Inner Light”. Depois do retorno espiritual na Índia, o grupo resolveu gravar algumas canções compostas lá e “Across the Universe” permaneceu engavetada.

Em fevereiro de 1968, Spike Milligan ouviu a canção e sugeriu que ela fosse lançada como parte do álbum que ele estava organizando pela World Wide Fund for Nature. Os Beatles concordaram com a proposta e a canção foi mixada em estéreo pela primeira vez por George Martin. O mix original (mono e estéreo) tinha 3:37. Para o álbum da ‘wild life’ foi acrescentado efeitos sonoros de pássaros no início e no final da canção. Depois de acrescentado o efeito, a canção foi acelerada de forma que mesmo com os efeitos sonoros de pássaros a canção só tinha 3:49. O primeiro lançamento da canção foi no álbum No One’s Gonna Change Our World, em dezembro de 1969.

Embora nunca satisfeito com a gravação, John Lennon tocou-a durante a gravação a sessões do álbum Let It Be em janeiro de 1969; a canção aparece no filme homônimo também. Para assegurar que tanto o filme como o álbum tivessem a mesmas canções, ela foi lançada junto ao álbum em maio de 1970.

Glyn Johns remixou a canção em fevereiro dando um tratamento acústico e corrigindo a velocidade da canção. Entretanto, a versão conhecida pelo público é do produtor Phil Spector. Assim como a maioria das canções produzidas por Spector para o álbum Let It Be, foi adicionado orquestração e vocalização. A canção “Across The Universe” com sua produção ficou mais lenta com 3:47 minutos.

Um take anteriormente não lançado da canção, sem a produção pesada, foi lançada no álbum Anthology 2 em 1996. O master de fevereiro de 1968 foi lançado no álbum Let it Be… Naked de 2003.

 

 

 

Por Marina Sanches – @sancmarina.

Fonte: S.S.

“Weight Of The World” – Ringo Starr

Canção interpretada por Ringo, lançada em seu álbum de 1992, Time Takes Time . Escrito por Brian O’Doherty e Fred Velez, a música foi lançada como single principal com o tema “After All These Years”, e ” Don’t Be Cruel ” (o último foi apenas no CD single). O single alcançou 74 nas paradas do Reino Unido. Foi lançado em 28 de abril de 1992 nos EUA, e em 18 de maio no Reino Unido.

Por Marina Sanches – @sancmarina.
Fonte: S.S.

BEATLES DIA A DIA

12 de janeiro de 1968
Nos estúdios da EMI em Bombay na Índia, acompanhado de músicos locais, George Harrison grava e produz 5 takes de “The Inner Light” com músicos locais. Nos registros, a faixa está como “Untitled”, pois George ainda não havia definido o título de sua composição. Nesta data, os Beatles mudam o nome de sua companhia Apple Music Limited para Apple Corps Limited

 

Fonte: The Beatles Diary
Por marina Sanches – @sancmarina

BEATLES DIA A DIA

12 de janeiro de 1966
O compacto “Day Tripper/We Can Work It Out” segue na 6ª semana no Top 10 britânico. “Rubber Soul” se mantém firme na 1ª posição.

Fonte: The Beatles Diary.
Por Marina Sanches – @sancmarina

“CURIOSIDADES SOBRE PAUL McCARTNEY – 5”.

Paul 740Paul 1067 - U.S. Bank Arena in Cincinnati – July 10, 2016 - #OneOnOne - Source - Ricky GloverPaul 655 - May 04, 2016 - Target Center, Minneapolis, MN, USA - #OneOnOne – by Ricky Glover – source Fans on The Run.Paul 654 - May 04, 2016 - Target Center, Minneapolis, MN, USA - #OneOnOne – by Ricky Glover – source Fans on The Run.Paul 712Paul 1223 - Hamilton Ontario - #OneOnOne – July 21, 2016 – Source – Ricky GloverPaul 109 - Paul at Joe Louis Arena, Detroit – October 21, 2015 - #OutThere – By Rick GloverPaul 04 - Niagara Center, Buffalo – NY - #OutThere - October 22, 2015

15 – Paul toca baixo, guitarra, violão, piano, canta… É um músico completo, mas autodidata, quase sem educação formal. Nos shows da última turnê faz cerca de 20 trocas de instrumentos, se aventurando no bandolim e ukelele.

16 – Paul chegou a tocar bateria no início dos Beatles e voltou ao instrumento outras vezes, como em “Back In The U.S.S.R.”, “Dear Prudence” e “Wild Honey Pie”, do Álbum Branco (1968). Quando um jornalista perguntou a John se Ringo era o melhor baterista do mundo, ele disse que Ringo não era nem o melhor baterista dos Beatles.

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17 – MBE e o título de Sir

Como os outros três membros da banda, McCartney foi agraciado, em 1966 como Membro do Império Britânico. Porém, é o único membro dos Beatles a ostentar o título de “Sir”, honraria que lhe foi concedida pela Rainha em 1997. O título de Sir é mais distinto do que o de Membro do Império, por se tratar de um título nobiliárquico de mais alto valor, equivalente a “Cavaleiro do Império Britânico” (Knight of the British Empire). Apenas Paul McCartney recebeu a distinção, por isso, é incorreto chamar os outros membros da banda de “Sir”.

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Fonte: “THE BEATLES: THE BIOGRAPHY”, DE BOB SPITZ | “PAUL MCCARTNEY: MANY YEARS FROM NOW”, DE BARRY MILES | “FAB: AN INTIMATE LIFE OF PAUL MCCARTNEY”, DE HOWARD SOUNES | “THE COMPLETE BEATLES CHRONICLE:THE DEFINITIVE DAY-BY-DAY GUIDE TO THE BEATLES’ ENTIRE CAREER”, DE MARK LEWINSHON

Por Marina Sanches – @sancmarina

NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY

The Bruce McMouse Show foi finalizado, mas acabou sendo arquivado devido às mudanças na formação do Wings.
O filme nunca antes visto de Paul McCartney, The Bruce McMouse Show, começa a ser exibido em alguns cinemas no próximo 21 de janeiro. Ele estará disponível para download a partir do dia 8 de fevereiro.

A produção mistura filmagens de shows com uma animação onde McCartney e a sua antiga banda, o Wings, encontra Bruce McMouse, um rato empresário.
Um trailer do filme já foi lançado e as exibições acontecerão nos Estados Unidos, Canadá, Inglaterra e Austrália. A lista completa dos cinemas participantes e as informações sobre ingressos estão disponíveis no site de Bruce McMouse.
O filme exibe imagens da turnê europeia do Wings, de 1972, filmadas durante shows na Holanda e na Alemanha.
O filme começa com uma performance de “Big Barn Bed”, do Wings, seguida pelas imagens da câmera entrando no palco para mostrar o mundo animado que existe embaixo dele, onde mora a família McMouse.

Enquanto Bruce McMouse conta histórias do seu passado e de seus parentes, o filho aparece e informa McMouse que o Wings está tocando em cima deles. O pai decide que a banda precisa de sua ajuda como produtor e, durante o show , a animação de um rato aparece no meio do estádio para aproveitar a apresentação.

The Bruce McMouse Show conta com as vozes de Paul McCartney, Linda McCartney, Deryck Guyler, Pat Coombs e Derek Nimmo. A direção foi de Barry Chattington.

Fonte: Rolling Stone – Via e-mail.
Por Marina Sanches.