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NOTICIAS BEATLES – GEORGE HARRISON

Documentário mostra como George Harrison criou sua produtora por querer tanto ver um filme

Em 1978, o Monty Python se preparava para rodar “A Vida de Brian”, seu terceiro longa-metragem. Àquela altura, o grupo de comediantes britânicos já estava consagrado: seu programa de TV era um sucesso internacional, e o segundo filme da trupe, “Monty Python em Busca do Cálice Sagrado”, havia tido boas bilheterias.A trama do novo trabalho se passava em Jerusalém, nos tempos de Jesus Cristo. Cenários suntuosos estavam sendo construídos na Tunísia. Até que um executivo da EMI Films leu o roteiro com atenção e achou o material blasfemo. A produção foi abortada, poucos dias antes do início das filmagens. George Harrison era fã ardoroso do grupo e amigo pessoal de alguns de seus membros.

Inconformado com o cancelamento de “A Vida de Brian” e dono de uma imensa fortuna, ele resolveu ajudar com dinheiro. George desembolsou US$ 4 milhões (cerca de R$ 15,8 milhões) para concluir o filme que tanto queria ver. “Foi o ingresso mais caro de todos os tempos”, disse Eric Idle, que fazia parte do Python.A brincadeira teve uma consequência positiva. Mordido pelo bicho do cinema, George fundou com seu sócio Dennis O’Brien a produtora independente HandMade Films. Ao longo da década seguinte, a dupla seria responsável por alguns dos melhores filmes britânicos jamais feitos.

 

Fonte: UOL – Via e-mail

Por Marina Sanches – @sancmarina

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NOTICIAS BEATLES – GEORGE HARRISON

Fittipaldi relembra caipirinhas de George Harrison no Guarujá.

Primeiro brasileiro a conquistar o Mundial de Fórmula 1, 500 Milhas de Indianápolis e o título da Indy, Emerson Fittipaldi não só abriu as portas para a popularidade do automobilismo no país como também fora das pistas.

Desde a década de 70, Fittipaldi expandiu seu círculo social para além do cockpit, transformando seu nome e sua carreira em uma marca internacional, conhecida não só na Europa, onde brilhou na Fórmula 1, como também nos Estados Unidos, onde marcou época na Indy, e até no México.

O brasileiro tem um autódromo que leva o seu nome na cidade de Yucatán, no México, além de ter o dia 20 de junho em Miami Beach, onde residiu durante sua carreira nos EUA, ter o “Fittipaldi’s Day” e também ter uma rua com seu nome na cidade da Flórida.

Um dos grandes amigos de Emerson Fittipaldi fora das pistas foi George Harrison. Em entrevista ao ESPN.com.br, o ex-piloto brasileiro falou sobre sua amizade com George e outras personalidades que conheceu ao longo da carreira.

ESPN – Como começou sua amizade com o George Harrison?

Fittipaldi – Eu o conheci através do esporte, em 72, porque ele era muito fã de automobilismo. O pai do George era motorista público de ônibus. Então no domingo ele colocava a família escondida no ônibus e ia assistir um Grande Prêmio. Antes dele ser dos Beatles ele adorava corrida de automóvel. Ele assistiu na época o Fangio correr de Mercedes, o Stirling Moss, pilotos importantes da época. Teve uns três anos de Formula 1 em Liverpool.

ESPN – Como era o Harrison na intimidade?

Fittipaldi – Ele era um cara muito simples. Eu estava em Brands Hatch e ele veio nos boxes e falou ‘Émerson, prazer. Que legal, você é brasileiro’. E a gente começou a conversar. Ele adorava automóvel. Era a paixão dele. Quando eu estava na Indy, eu ligava pra ele na Inglaterra para saber quem ia guiar em qual equipe no ano seguinte. Ele sabia muito mais do que eu porque era amigo de todas as equipes. Ele era amigo do Frank Williams, do Ron Dennis. Se eu perguntasse quem ia guiar pela McLaren no ano seguinte, ele sabia antes que eu (risos).

ESPN – Você curtia os Beatles?

Fittipaldi – Eu já era fã dos Beatles. Eles foram revolucionários, não só na música, mas também nos costumes, roupas, foi muito bacana. Eu lembro bem.

 

ESPN – Em 1979, ele foi o primeiro beatle a visitar o Brasil para ver o GP de F-1 de Interlagos. Quais as lembranças daquela época?

Fittipaldi – Ele veio aqui duas vezes e ficou na minha casa em São Paulo e no Guarujá. Ele tomava umas caipirinhas, era super sossegado. O George gostava muito do mundo tropical, ele tinha uma casa no Havaí, que fui uma vez, e tinha uma na Austrália. Ele adorou o Brasil e queria comprar uma casa aqui. Eu estava organizando para ele uma viagem no Pantanal também. Ele passou tanta coisa na vida dele que a paixão dele era automobilismo.

ESPN – Ele chegou a andar com os carros de corrida?

Fittipaldi – Ele testava alguns carros, mas devagar para sentir o carro. Ele andou de Fórmula 3 e Fórmula 2. Fórmula 1 eu acho que ele andou também.

ESPN – O Harrison te fez uma homenagem muito legal no SBT…

Fittipaldi – Foi uma surpresa. Eu não sabia, eu estava me recuperando (de um acidente em 1996 na Indy) e ele sabia que eu estava no hospital. E ele fez aquela versão “Here comes Emerson” no lugar de “Here Comes The Sun”.

ESPN – Como foi seu último contato com o George Harisson?

Fittipaldi – Quando eu fui me despedir dele, eu levei um pastor amigo meu para ele aceitar Cristo e ele aceitou dois meses antes dele morrer. Ele me mostrou um monte de música que ele tinha numa guitarra havaiana. Foi a última lembrança que eu tive dele.

Fonte: Espn – Via email

Por Marina Sanches  – @sancmarina

NOTICIAS BEATLES – GEORGE HARRISON

Encontrada música inédita de George Harrison escrita para Ringo Starr.

Uma canção perdida de George Harrison, que faz um apelo para que os Beatles tocassem juntos novamente, foi descoberta por sua viúva Olivia, armazenada dentro do banco de um piano na casa do casal em Oxford. Intitulada “Hey, Ringo”, a música foi composta para Ringo Starr, ex-baterista da banda que revolucionou a história da música. Na letra, George escreve que a guitarra dele é incompleta sem a batida de seu amigo. “Hey, Ringo, agora eu quero que você saiba que sem você minha guitarra toca muito lentamente”, diz um dos trechos.

Olivia suspeita que a composição seja de 1970, período em que a banda havia se separado. Ela revelou também que era comum George esquecer anotações por todos os lugares, e que não ficou surpresa em achar o papel no assento do piano. Depois de descobrir a raridade, a viúva apresentou as letras a Ringo Starr na comemoração em homenagem aos 74 anos de George, em fevereiro deste ano, em Los Angeles. “Ele nunca viu esta música. “Ele disse: ‘O que é isto?’. Ficou muito surpreso”, disse Olivia ao site iNews.

Ela também acredita na possibilidade de o marido ter gravado a música em uma fita cassete caseira na época. A letra da canção será reproduzida em “I Me Mine”, uma biografia ilustrada atualizada de George com fotografias familiares e transcrições de entrevista inéditas com o compositor de clássicos como “Here Comes The Sun”. “Ele escreveu algumas músicas maravilhosas que talvez não fossem reconhecidas que as pessoas ainda possam descobrir”, lamentou a viúva, que também revelou que o trabalho do marido era muitas vezes desvalorizado.

 

 

Fonte: Correio do Povo – Via e-mail.

Por Marina Sanches – @sancmarina.

NOTICIAS BEATLES – GEORGE HARRISON

Enigmas espirituais da genialidade de um beatle.

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Um dos elementos fundamentais para entender a história dos Beatles é a espiritualidade de George Harrison. Pelo menos é o que garante o historiador e escritor norte-americano Joshua M. Greene. É ele quem toca numa questão emblemática para os Fab Four de forma inédita, com a biografia “Here Comes the Sun – A Jornada Espiritual e Musical de George Harrison” (Coletivo Editorial), recém-lançada em português, com evento de divulgação realizado hoje, na Livraria Ouvidor.

Apesar de ser de conhecimento público que o guitarrista George Harrison contribuiu significativamente para a difusão da música indiana – sendo o primeiro músico a inserir um instrumento da Índia (sitar) na música pop, com a canção “Norwegian Wood” –, até então as influências espirituais do beatle tinham sido pouco exploradas. Inclusive em publicação anterior similar, “A Biografia Espiritual de George Harrison”, escrita por Gary Tillery em 2012, que chegou a ser criticado pelo conteúdo raso de suas 200 páginas – sem qualquer novidade substancial.

Ao contrário disso, a publicação de Greene, abastecida por nada menos do que 416 páginas, reúne fotografia raras e histórias inéditas de George com músicos como Bob Dylan, Eric Clapton e Elvis Presley, além de descrições detalhadas de seus encontros com líderes espirituais, como sua amizade com Ravi Shankar, lenda da música indiana, que lhe mostrou a ligação harmoniosa entre música e espírito.

Fonte: O Tempo – Via e-mail.

Por Marina Sanches – @sancmarina.

NOTICIAS BEATLES – GEORGE HARRISON.

George Harrison disponibiliza discografia em sites de streaming.

George 01 George 91 - George Harrison during the filming of Help! 1965 George 92 - 1968 George 93 - 28 August 1966 - The Beatles - Dodger Stadium at Elysian Park Avenue in Los Angeles, California George 94

Entre os destaques, uma versão remasterizada de “Electronic Sound”, álbum lançado antes do fim dos Beatles.

O ex-Beatle George Harrison disponibilizou sua discografia completa em vários serviços de streaming. Agora, os fãs do compositor, guitarrista e cantor podem conferir os trabalhos dele em espaços como Deezer, Google Play, Apple Music e Groove.

Dhani Harrison, filho do artista, pegou carona na atitude do pai e decidiu liberar uma playlist no Spotify com algumas das músicas. Na lista, canções como Rising sun, Be here now, Run of yhe mill e Brainwashed.

George 18 - George and Dhani Harrison, 1997Dhani Harrison 04

Em 1970, George lançava os primeiros trabalhos da carreira solo, Wonderwall Music e Electronic Sound.

Fonte: Diário de Pernambuco – Via e-mail.

Por Marina Sanches – @sancmarina.

NOTICIAS BEATLES – GEORGE HARRISON

George Harrison: carta inédita de 1966 revela que Beatles “não queriam ser explorados”.

George 45 - Revolver George 46 - RevolverGeorge 79George 87

Nesta semana, uma carta nunca antes divulgada de George Harrison para o DJ Paul Drew, mudou um pouco o entendimento da história dos Beatles que milhares de fãs têm, ao redor do mundo.

O documento, nunca antes revelado, trouxe novas informações a respeito de uma gravação no famoso Stax Studios, em Memphins, que os Beatles fariam em 1966, e da qual desistiram porque não queriam ser explorados.

A gravação seria produzida por Jim Stewart e a razão da desistência foi explicada por Harrison na carta, com as seguintes palavras:

Todos nós gostamos muito da ideia, mas as pessoas atualmente estão ficando completamente malucas com ideias a respeito de dinheiro a partir da menção do nome “Beatles”, por isso, o projeto falhou miseravelmente.

Boatos a respeito da proposta do Stax já haviam circulado anteriormente, mas a justificativa para a desistência sempre foi a formal “razões de segurança”.

Outra grande surpresa trazida à tona pela carta é que, em 1966, os Beatles estavam considerando seriamente a possibilidade de trabalhar com o produtor Jim Stewart, outra ideia que veio abaixo. Com esta desistência, todo o material produzido pela banda, inclusive os álbuns posteriores a este momento e até o fim da carreira do Fab Four, passaram pelas mãos de George Martin. A carta foi recentemente posta à venda, na coleção de artigos de rock de Jeff Gold, que adquiriu o artefato da viúva de Drew um pouco depois de sua morte, em 2013.

Quando eu li sobre o Stax, eu pensei – “que porra é essa?” – disse Gold. Eu passei um bom tempo pensando a respeito disso e eu sei que essa é uma grande revelação.

Carimbada com data de 7 de Maio de 1966, a carta foi escrita quando os Beatles estavam no começo das gravações de Revolver. O disco que estamos gravando agora deve ficar pronto perto de Outubro, também escreveu Harrison, no documento. Mas eu soube que a Capitol quer que nós façamos um disco intermediário, com gravações não lançadas do Rubber Soul, algumas músicas velhas e duas ou três canções inéditas que nós acabamos de cortar… Bom, eu estarei fora do estúdio a qualquer minuto, assim que John e Ringo chegarem, finaliza George no documento.

George 158 George 159 George 160

George 163 George 164 - carta George 2 George 165 - carta George 03

O disco intermediário que Harisson cita acabou se transformando em Yesterday and Today, trabalho lançado apenas nos Estados Unidos e Canadá, com músicas do Help!, Rubber Soul e do próprio Revolver. A avaliação geral é que a Capitol fazia praticamente tudo o que queria com os discos dos Beatles na época, completou Gold. Perceber que George tinha a ideia de que “Yesterday And Today” ia sair bem antes do que realmente saiu foi uma espécie de revelação que me surpreendeu, finaliza.

Paul Drew era um grande DJ de rádio e diretor de um programa que viajou com os Beatles entre 1964 e 1965, ficando muito amigo da banda. O documento está avaliado em US$ 20.000 e Gold estima que esse valor possa aumentar. Bob Dylan está em alta, assim como os Rolling Stones e Jimi Hendrix. Depende do que você encontrar, mas os Beatles são os artistas mais procurados por colecionadores.

Read Previously Unknown George Harrison Letter From 1966.

A previously unreleased letter that George Harrison wrote to Atlanta DJ Paul Drew in May of 1966 reveals that the Beatles seriously contemplated recording at Stax in Memphis with producer Jim Stewart before the plan was derailed by financial issues. “We would all like it a lot,” Harrison wrote by hand, “but too many people get insane with money ideas at the mention of the word ‘Beatles,’ and so it fell through!”

Word of the proposed Stax sessions has circulated before, but it was always said they pulled out due to security issues. It was also never known they contemplated working with Jim Stewart as opposed to George Martin, the only producer they’d ever worked with until the end of their career three years later.

The letter was recently put on sale by Los Angeles-based rock collectibles dealer Jeff Gold, who acquired it from Drew’s widow shortly after he passed away in 2013. “When I read the Stax part I was like, ‘What the hell is this?'” says Gold. “I spend an inordinate amount of time thinking about this stuff, and I knew it was a major revelation.”

The letter, which was postmarked May 7th, 1966, was written when the Beatles were in the early stages of recording Revolver. “The album we are making now should be out around October,” Harrison wrote. “But I hear Capitol will make an intermediate album with unused tracks from Rubber Soul, a few old singles and about two or three of the new tracks we have just cut…Well I am off to the studio any minute, as soon as John and Ringo arrive.” That “intermediate” album would eventually be released as Yesterday and Today.

“The general assessment is that Capitol did pretty much whatever they wanted with Beatles records,” Gold says. “To see that George had a very specific understanding of what Yesterday and Today was going to be before it came out was kind of a revelation too. It surprised me.”

Drew was a powerful radio DJ and program director who traveled with the Beatles on their 1964 and 1965 world tour and grew close to the group. Harrison began his letter by thanking him for sending over records by Edwin Starr and Mrs. Miller, the latter a largely forgotten American singer who released off-key rendition of songs like “Downtown” and “Moon River.”

Gold is selling the letter for $20,000, and he estimates it will move quickly. “It’s just so special,” he says. “More people collect the Beatles than anyone else. Bob Dylan is right up there, as are The Rolling Stones and Jimi Hendrix. It depends on what you find, but the Beatles are the most widely-collected artist.”

Fonte: Rolling Stone e R7 – Via e-mail.

Por Marina Sanches – @sancmarina.