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NOTICIAS BEATLES – JOHN LENNON

John Lennon deixou mensagem secreta para Ringo Starr na última gravação antes do assassinato.

Paul McCartney e Ringo Starr gravaram uma versão de “Grow Old With Me”, uma das últimas músicas escritas por John Lennon antes de ser assassinado em 1980.

O ex-vocalista dos Beatles escreveu “Grow Old With Me” durante as sessões de gravação do disco final dele, Double Fantasy. No entanto, os ex-companheiros de banda só souberam da existência de demos anos mais tarde. Nelas, Ringo Starr descobriu que Lennon deixou uma mensagem para ele.

Quem apresentou a gravação para Ringo Starr foi Jack Douglas, o produtor de Double Fantasy. Em uma entrevista à BBC, o músico contou que Douglas o perguntou: “‘Você já ouviu a fita do John?’ Eu respondi: ‘Não sei do que você está falando’. Ele disse: ‘Vou conseguir uma cópia para você.'”

Foi ao receber a demo que Ringo descobriu que Lennon havia deixado uma mensagem para ele: “Era difícil ouvir no começo, porque John fala de mim, me menciona. Ele diz no começo: ‘Isso será ótimo para você, Ringo.'”

“A ideia de que John estava falando de mim naquele momento, antes de morrer, bem, sou uma pessoa emotiva”, contou o baterista. Foi por causa dessa mensagem que o músico quis regravar a faixa e pediu a ajuda de Paul McCartney no baixo.

A versão foi produzida por Douglas e até apresentou uma seção de cordas icônica de “Here Comes The Sun”, escrita por George Harrison: “De certa forma, somos nós quatro. Ele adoraria.

Fonte: Rolling Stone – Via e-mail.

Por Marina Sanches – @sancmarina

NOTICIAS BEATLES – JOHN LENNON.

06/07/2015.

“John Lennon em Nova York – Os anos de revolução” traz lado rebelde do ex-Beatle.

Livro explora os anos em que Lennon viveu em Nova York e seu papel nos movimentos políticos e sociais da época.

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No começo dos anos 1960, John Lennon ficou conhecido no mundo todo graças ao sucesso dos Beatles. Os cabelos moptop e os terninhos dos garotos de Liverpool conquistaram os corações de jovens apaixonadas, que cantavam refrões como “I wanna hold your hand” aos berros nos shows e os perseguiam pelas ruas. Aos 20 anos, essa realidade era suficiente. Porém, com o passar dos anos, Lennon amadureceu – e suas letras também. Se antes suas músicas falavam de amor e repetiam motes incansavelmente (“me ame/ você sabe que eu te amo/eu sempre serei verdadeiro/ então, por favor, me ame”), em meados daquela década Lennon passou a falar sobre questões existenciais, sociedade e conflitos (“pensamentos se movem como um vento incansável/ dentro de uma caixa de correio/ elas tropeçam cegamente enquanto fazem seu caminho/ através universo”). A revolução interna de Lennon, influenciada pela chegada de Yoko Ono em sua vida, parecia destoar da linha que os Beatles seguiam. As brigas eram constantes e, após a morte do empresário Brian Epstein, a banda começou a ruir. Em 1970, Paul McCartney anunciou o fim de uma era.

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Essa história já é conhecida do público. Mesmo quem não é Beatlemaníaco conhece a trajetória meteórica daqueles quatro jovens. A fase pós-Beatles de Lennon, porém, permaneceu fora dos holofotes e ainda tem novidades a serem exploradas, como mostra o jornalista americano James A. Mitchell no livro John Lennon em Nova York – Os anos de revolução (Ed. Valentina, 248 páginas, R$ 39,90) que chega às livrarias ainda neste mês.

O livro conta a estada de Lennon em Nova York, focando nos aspectos políticos e sociais abordados pelo cantor no período – Mitchell só não toca profundamente na questão da morte de Lennon. As histórias, recheadas de curiosidades, são exploradas por meio de depoimentos de pessoas que conviveram com Lennon na cidade americana. Mitchell recorreu a entrevistas com os membros da banda norte-americana de Lennon, a Elephant’s Memory (que acompanhou ele e Yoko por um ano); com a escritora e líder feminista Gloria Steinem; com o cofundador da Bancada Negra do Congresso, Ron Dellums; com o veterano dos “Sete de Chicago” Rennie Davis; com o advogado especializado em assuntos de imigração Leon Wildes; e com o poeta e ativista John Sinclair – que Lennon libertou de uma sentença de dez anos de prisão por porte de maconha.

A trama começa depois da separação da banda, quando Lennon e Yoko mudaram-se para Nova York. Lá, o ativismo político – de esquerda – do cantor e compositor ganhou ainda mais força. Ele pediu pelo fim da Guerra do Vietnã e participou de manifestações e de shows que questionavam o governo. Não demorou muito para ele aparecer no radar do então presidente Richard Nixon e seus assessores como uma clara ameaça à sua reeleição.

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“Fiquei fascinado ao saber quão profunda era a corrupção no governo de Nixon. E eu descobri isso por meio das histórias de embate com Lennon”, afirma Mitchell em entrevista por telefone a ÉPOCA. “Sou muito grato pela imprensa livre no meu país. Nós temos o direito de expor até mesmo o presidente. Lennon não foi o líder desse movimento na época, mas foi uma parte importante do processo e refletiu o desejo de uma geração.” O conflito entre Nixon e Lennon (acima, uma foto de Lennon e Yoko em John, de cabelo raspado, e Yoko em audiências sobre o caso Watergate em junho de 1973. Os Lennon foram convidados pelo senador democratra Sam Erwin) impediu por muito tempo o compositor de conseguir seu visto permanente. Em uma das passagens mais divertidas do livro, Mitchell conta que o governo tentou deportá-lo por porte de maconha. Pôsteres foram distribuídos para delegacias locais na esperança de que alguém pudesse flagrar Lennon e fortalecer o caso para expulsá-lo do país. Segundo Mitchell, o documento continha todos os detalhes pessoais do cantor, mas a imagem era de David Peel, um músico nova-iorquino, conhecido pelo álbum The Pope smokes dope (O Papa fuma maconha).

Outra curiosidade presente na obra é a busca de Lennon pela filha de Yoko, Kyoko Cox. Ela vivia com seu pai Tony Cox e a luta de Yoko pela guarda da filha agravou a necessidade do casal em fazer dos Estados Unidos seu lar.

Para os fãs, o lançamento de qualquer livro sobre Lennon seria um deleite. Mas o que destaca John Lennon em Nova York nas prateleiras é a exploração detalhista de um lado pouco conhecido de um dos homens mais famosos da história. “Eu tentei contar uma história com um olhar inovador, falando sobre a posição política dos Estados Unidos naquela época e aproveitando para abordar temas importantes com que Lennon se envolveu em solo americano que vão muito além da música.”

Fonte: Época – Via e-mail.

Por Marina Sanches – @sancmarina.

NOTICIAS BEATLES – JOHN LENNON.

Coleção de vinil

John 293 John 280 John 44 - John Lennon, Yoko Ono and Black Sabbath appeared at the London Free Easter Festival  1969 John 45 - John Lennon and Yoko Ono 1980 John 46 John 48

Oito álbuns solo remasterizados de John Lennon estão reunidos ‘LENNON’, a coleção caixa com 8LPs, vinil de 180 gramas autenticamente replicado trabalhos artísticos originais, Lennon é a primeira coleção de álbuns solo de John Lennon para ser lançado em vinil, e os oito LPs também estará disponível para comprar individualmente a partir de 21 de agosto.

A Música:

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Todos os oito álbuns de estúdio John Lennon foram remasterizados em 2010 a partir das fitas analógicas originais por Yoko Ono e uma equipe de engenheiros de Abbey Road Studios em Londres e Avatar Studios, em Nova York

Estes são agora remasterizado lançado em vinil pela primeira vez

LENNON é a primeira coleção de álbuns solo de John Lennon para ser lançado em vinil, e os oito LPs será lançado individualmente em agosto de 2015.

Cada novo Mestre Vinyl foi cortada a partir dos 24-96 HD Digital Masters por Sean Magee no mundialmente famoso Abbey Road Studios

LPs são cortadas em pesos pesados ​​vinil audiófilo 180g e fabricados para o mundo por Optimal de mídia na Alemanha

Os trabalhos de arte:

Cada um dos LPs dentro LENNON é uma reprodução autêntica do seu original Reino Unido, fielmente reproduzidos nos mínimos detalhes

De acordo com a capa do álbum original:

Imagine que contém reproduções de seus dois cartões postais, cartaz e capas interna

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Some Time In New York City inclui reproduções de seu cartão original.John 199 - John Lennon Sometime in New-York City session 1972

Walls and Bridges inclui na manga com duas abas dobráveis, mais de um livreto de oito páginas.

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Mind Games, Double Fantasy e Milk and Honey também incluem reproduções fiéis de suas capas internas originais

John 285 - 1974

Todos reunidos em uma caixa slipcase rígida requintado.

Para comprar a caixa de 8LPs entre no site http://johnlennonmusic.com/ tenha maiores informações e selecione o seu revendedor local preferido.

Os 8 LPs também estará disponível para compra a partir individualmente Agosto de 2015, fique ligado para mais novidades …

The Vinyl Collection

John Lennon’s eight remastered solo albums are gathered for Lennon, the 8LP boxed collection on heavyweight, 180-gram vinyl with authentically replicated original artwork

Out now, Lennon is the first collection of John Lennon’s solo albums to be released on vinyl, and the eight LP’s will also be available to buy individually from 21st August

The Music:

All eight John Lennon studio albums were remastered in 2010 from the original analogue tapes by Yoko Ono and a team of engineers from Abbey Road Studios in London and Avatar Studios in New York

These remasters are now released on vinyl for the very first time

LENNON is the first collection of John Lennon’s solo albums to be released on vinyl, and the eight LPs will be released individually in August 2015.

Each new Vinyl Master has been cut from the 24-96 HD Digital Masters by Sean Magee at the world renowned Abbey Road Studios

LPs are cut on heavyweight 180g audiophile vinyl and manufactured for the world by Optimal Media in Germany.

The Artwork:

Each of the LPs within LENNON is an authentic reproduction of its original UK pressing, faithfully replicated to the smallest detail

In keeping with the original album artwork:

Imagine contains reproductions of its two postcards, poster and inner sleeve

Some Time In New York City includes reproductions of its original postcard and inner sleeves

Walls and Bridges includes its sleeve with two fold-over flaps, an eight-page booklet and inner sleeve

Mind Games, Double Fantasy and Milk and Honey also include faithful reproductions of their original inner sleeves

All brought together in an exquisite rigid slipcase box.

To buy the 8LP box enter in site http://johnlennonmusic.com/ has more information and select your preferred local retailer.

The 8 LPs will also be available to buy individually from August 2015, stay tuned for more news…

Fonte: http://johnlennonmusic.com/

Por Marina Sanches – @sancmarina.

NOTICIAS BEATLES – JOHN LENNON.

06/02/2015

Al Pacino novo filme baseado em uma história real envolvendo John Lennon.

John 243 - Al Pacino's new movie based on a true story involving John Lennon.

Al Pacino’s new movie based on a true story involving John Lennon.

‘ Danny Collins , ‘um filme inspirado em uma história real que envolveu John Lennon e apresenta canções do falecido Beatle , vai estrear nos cinemas no próximo mês. Você pode assistir ao trailer, que inclui Lennon cantando ” Instant Karma “.

O filme, estrelado por  Al Pacino , é baseado na vida de Steve Tilston, um músico que concedeu uma entrevista em 1971, em que ele se preocupava com as armadilhas da fama. Lennon leu esse artigo e escreveu uma carta a Tilston oferecendo seu encorajamento e seu número de telefone de casa. Mas a carta se perdeu, e Tilston só tomou conhecimento de sua existência em 2005, quando um colecionador o procurou.

Neste filme, Danny Collins torna-se uma grande estrela e se transforma em exatamente o que ele nunca quis ser – um ato nostálgico com nada a dizer e um pouco de uma piada. A chegada de um homem levando a carta de Lennon torna-lo perceber o quão longe ele caiu, então ele vai em busca de redenção. Ele cancela uma turnê e se muda para um hotel em Nova Jersey, onde ele tenta redescobrir a sua musa e se conectar com o filho adulto que ele nunca conheceu.

Houve algumas mudanças desde que escreveu pela primeira vez sobre este filme há dois anos. Além da mudança de título (foi chamado pela primeira vez ‘Imagine’), Bobby Cannavale está tocando agora com filho em vez de Jeremy Renner , e Annette Bening substituiu Julianne Moore como o gerente do hotel. Jennifer Garner e Christopher Plummer também têm papéis importantes.

Assista o trailer.

Inglês a mesma noticia

Danny Collins,’ a movie inspired by a real-life story that involved John Lennon and features songs by the late Beatle, will open in theaters next month. You can watch the trailer, which includes Lennon’s ‘Instant Karma,’ above.

The film, which stars Al Pacino, is based on the life of Steve Tilston, an up-and-coming musician who gave an interview in 1971 in which he worried about the trappings of fame. Lennon read that article and wrote a letter to Tilston offering his encouragement and his home phone number. But the letter got lost, and Tilston only became aware of its existence in 2005, when a collector tracked him down.

In this movie, Danny Collins becomes a major star and turns into exactly what he never wanted to be — a nostalgia act with nothing left to say and somewhat of a joke. The arrival of a man bearing Lennon’s letter makes him realize how far he has fallen, so he goes on a quest for redemption. He cancels a tour and moves into a hotel in New Jersey, where he tries to rediscover his muse and connect with the adult son he’s never met.

There have been some changes since we first wrote about this movie two years ago. In addition to the title change (it was first called ‘Imagine’), Bobby Cannavale is now playing the son instead of Jeremy Renner, and Annette Bening has replaced Julianne Moore as the hotel manager. Jennifer Garner and Christopher Plummer also have major roles.

Fonte: Ultimate Classic Rock 05/02/2015 – Via Twitter – por – Beatles Archive

Por Marina Sanches – @sancmarina.

NOTICIAS BEATLES – JOHN LENNON & PAUL McCARTNEY.

O Black Album dos Beatles, produzido por Richard Linklater e Ethan Hawke para Boyhood.

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Acho difícil pra caramba escrever sobre Boyhood. Em poucas palavras, ficarei bastante surpreso caso veja algo melhor nos cinemas em 2014. O filme foi produzido ao longo de 12 anos por Richard Linklater. Com os mesmos atores, ele contou 12 anos da vida de uma família, focando no crescimento de um dos filhos. Ele começa com o garoto aos seis anos, com os pais recém-separados, e segue até os 18. O ponto é que esse esforço todo do Linklater para filmar ao longo de mais de uma década é quase detalhe quando o filme é projetado. A passagem é tão sutil que as vezes nem lembramos que estamos vendo o tempo passar de verdade na tela.

 

 

 

Quando o protagonista já tá lá pelos 15 anos o pai dele dá de presente para o garoto uma coletânea dos Beatles. O nome da mixtape presente no cd é Black Album e reúne as principais obras dos quatro Beatles após o término da banda. No entanto a coletânea foi produzida de verdade pelo Ethan Hawke, intérprete do pai do protagonista do filme, para sua filha na vida real. Fiquei sabendo dessa história via BuzzFeed, que publicou a carta produzida pelo ator para sua filha e adaptada para o personagem principal do filme, Mason. Na cena que o presente é mencionado, parte dessa explicação é citada pelo pai do garoto.

BLACK ALBUM

 

Segue a tradução da carta do personagem com a explicação do presente e em seguida a lista com todas as músicas dos três CDs da coletânea. O original, em inglês, tá lá no BuzzFeed:

 

“Mason,

Eu queria te dar de presente de aniversário algo que dinheiro não pode comprar, algo que apenas um pai pode dar para um filho, como uma relíquia de família. Isso é o melhor que consegui. E desde já, minhas desculpas.

 

Meu presente para você: O BLACK ALBUM DOS BEATLES.

 

O único trabalho do qual fiz parte e pelo qual sinto algum orgulho por envolver algo nascido em um espírito de colaboração – a ideia não pertence a ninguém especificamente, mas surge daquela magia criativa imprevisível que acontece quando energias colidem.

 

Isso é o melhor trabalho solo de John, Paul, George e Ringo pós-Beatles. Eu basicamente reuni a banda exclusivamente para você. Tem essa coisa que acontece quando você ouve muito dos trabalhos solos deles separadamente – muito Lennon: de repente há um pequeno clima de egocentrismo; muito Paul e pode ficar sentimental – vamos assumir, há um transtorno de personalidade meio patético aqui; muito George: ok, todos temos o nosso lado espiritual, mas só é legal por seis minutos, certo? Ringo: ele é engraçado, irreverente e cool, mas ele não consegue cantar – ele teve alguns hits nos anos 70 (até mais que Lennon), mas você não vai pra casa e se matar de ouvir um Ringo Starr do início ao fim, você simplesmente não vai fazer isso. Quando você junta os trabalhos deles, no entanto, quando você coloca um do lado do outro e deixa fluir – eles aprimoram-se e você começar a ouvir: O S B E A T L E S.

 

Apenas escute o CD inteiro, ok?

 

Acho que talvez seja o fato do Lennon ter sido baleado e morto aos 40 (um das últimas músicas compostas por ele foi Life Begins at 40, que ele escreveu pro Ringo – e eu não consegui me convencer a incluir a canção no mix pois ironia da situação ainda não é engraçada pra mim) e eu acabei de chegar aos 40 e isso resultou no BLACK ALBUM. Eu ouço essas canções e por alguma razão (talvez o sofrimento constante e transformador do divórcio com a sua mãe) me encho de tristeza pelo término amargo da amizade entre John e Paul. Eu sei, eu sei, eu sei, isso não tem nada a ver comigo, mas caramba, me explique mais uma vez porque o amor não pode durar para sempre. Por quê ficamos egoístas? Por quê eles ficaram? Por quê costumamos ver dons como possíveis ameaças e diferenças como deficiências? Por quê não conseguimos perceber que nossos atritos podem ser utilizados para polir as qualidades de outra pessoa?

 

Li uma história sobre a morte da mãe do John:

 

Ele era um adolescente revoltado – com um canivete no bolso, cigarro nos lábios e sexo na cabeça. No funeral da mãe desequilibrada e recém-falecida (que ele havia acabado de ficar mais próximo), ele – bêbado e puto – socou um membro da banda e deu o fora. Alguns anos mais novo, o Paul – um moleque que ainda não ligava muito pra garotas, ainda UNCOOL e presente na banda graças às suas habilidades com a guitarra apesar de ser meio infantil – correu atrás do John na rua dizendo: “John, por quê você está sendo tão babaca?”.

 

O John respondeu, “Minha mãe acabou de morrer, porra!”

 

E o Paul disse, “Você nunca perguntou sobre a minha mãe.”

 

“O que tem ela?”

 

“Ela também está morta.”

 

Eles se abraçaram no meio da rua. Aparentemente o John disse, “Podemos por favor começar uma porra de banda de rock’n’roll?”.

 

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Essa história respondeu a dúvida presente no meu cérebro ao longo de todo minha vida como ouvinte de música: Se os Beatles estiveram juntos ao longo de apenas 10 anos e os membros da banda eram tão novos ao longo desse período, como eles conseguiram escrever Help, Fool on the Hill, Eleanor Rigby, Yesterday, e A Day in the Life? Eles eram apenas caras de 25 anos cercados por garotas em frente aos seus hotéis e com direito ao tanto de champagne que um moleque consegue beber. Como eles conseguiram desenvolver suas mentes para feitos artísticos tão grandiosos?

 

Eles conseguiram pois estavam sofrendo. Eles sabiam que o amor não dura pra sempre. Eles descobriram isso ainda muito novos.

 

No BLACK ALBUM é possível ouvir os caras cantando sobre a vida adulta: casamento, paternidade, sobriedade, crescimento espiritual, a vacuidade do sucesso material – Starting Over, Maybe I’m Amazed, Beautiful Boy, The No No Song, God – e eles ainda estão plenamente conscientes desse fato: o amor não é eterno.

 

Eu não quero que isso seja verdade. Eu quero Lennon/McCartney escrevendo lindamente juntos para sempre, mas esse é o objetivo? Da mesma forma, se o objetivo de uma rosa fosse durar para sempre, seria feita de pedra, certo? Então como lidamos com essa ideia com graça e maturidade? Se você é romântico, como eu, é difícil não tentar encontrar algum indício da retomada da amizade entre eles. Todos os sinais apontavam para isso.

 

Quando Paul esteve no SNL recentemente, ele tocou praticamente apenas canções do Lennon. E ele fez isso explicitamente feliz.

 

Ouça Here Today do Paul.

 

Você consegue escutar Two of Us (a última canção que eles escreveram juntos) e não sofrer um pouco? O que estavam pensando aqueles dois garotos sem as mães, que outro dia estavam abraçados no meio da rua, quando eles escreveram “The two of us have memories longer then the road that stretches out ahead”?

 

A dinâmica da separação deles, como em qualquer divórcio, é um mistério. Alguns dizem que Paul, o pupilo, havia superado John, o mentor, e eles não conseguiam chegar a um novo equilíbrio. Outros dizem que o Paul era um pentelho que pegou todos os direitos das canções dos outros três. E ainda tem os que falam que sem o Brian Epstein não havia mediador entre os egos deles. Vai saber.

 

Eu toquei Hey Jude pra sua irmã outro dia e ela ouviu várias vezes. Contei pra ela que a música foi escrita por McCarney para o filho de Lennon após o divórcio de seu pai e ela prestou ainda mais atenção. O George uma vez disse que Hey Jude foi o início do fim dos Beatles. O Brian Epstein havia acabado de morrer e John e Paul estavam sozinhos para administrar o recém-criado selo Apple. Eles gravaram Hey Jude e Revolution como single. Normalmente, o Brian decidia qual música seria ladoA e qual seria lado B, mas agora estava por conta deles. O John acreditava que Revolution era uma canção de rock política importante e que eles precisavam se colocar como uma banda adulta. O Paul achava que Revolution era brilhante, mas os Beatles eram uma banda essencialmente pop e então eles deviam abrir com Hey Jude. Ele sabia que seria um hit monstruoso e que política deveria vir num lado B subversivo. Eles votaram. Hey Jude venceu por 3 a 1. O George disse que o John sentiu uma espécie de golpe de estado por parte do Paul. Ele não estava explicitamente triste, mas ele começou a recuar. Não era mais a banda dele.

 

A ironia/lição dessa história está em uma outra história que ouvi: assim que Hey Jude/Revolution ficou pronto, os garotos tiveram a ideia maquiavélica de levar o single novo para uma festa de lançamento do novo disco dos Rolling Stones. O Mick Jagger diz que assim que os quatro chegaram e deixaram escapar estavam com o single, todo mundo clamou por escutar tão logo terminou o lado um do disco dos Stones. Assim que os Beatles começaram a tocar, o single ficou virando de um lado pro outro. O lado dois de Beggar’s Banquet dos Stones jamais chegou perto da agulha.

 

Então não importa o quão louco o John fosse, ele não era tão louco assim…

 

Uma vez perguntaram ao John se ele voltaria a tocar com o Paul, ele respondeu: “A dúvida pra mim é o que tocar. É tudo pela música. Nós tocamos bem juntos – se ele tiver uma ideia e precisar de mim, eu estaria interessado”.

 

Eu amo isso.

 

Talvez a lição seja: o amor não dura pra sempre, mas a música que o amor cria talvez sim.

 

Eu e sua mãe não conseguimos fazer o amor durar pra sempre, mas você é a nossa música, meu amigo.

 

“And in the end, the love you take is equal to the love…”

 

Eu te amo. Feliz aniversário.

 

Seu Pai.”

 

 

Ufa. Demais né? As canções do BLACK ALBUM, com playlists que criei para cada um dos discos:

 

Boyhood Black Album

 

 

 

Disco 1:

1. Paul McCartney & Wings, “Band on the Run”

2. George Harrison, “My Sweet Lord”

3. John Lennon feat. The Flux Fiddlers & the Plastic Ono Band, “Jealous Guy”

4. Ringo Starr, “Photograph”

5. John Lennon, “How?”

6. Paul McCartney, “Every Night”

7. George Harrison, “Blow Away”

8. Paul McCartney, “Maybe I’m Amazed”

9. John Lennon, “Woman”

10.Paul McCartney & Wings, “Jet”

11. John Lennon, “Stand by Me”

12. Ringo Starr, “No No Song”

13. Paul McCartney, “Junk”

14. John Lennon, “Love”

15. Paul McCartney & Linda McCartney, “The Back Seat of My Car”

16. John Lennon, “Watching the Wheels”

17. John Lennon, “Mind Games”

18. Paul McCartney & Wings, “Bluebird”

19. John Lennon, “Beautiful Boy (Darling Boy)” 20. George Harrison, “What Is Life”

 

 

 

 

Disco 2:

1. John Lennon, “God”
2. Wings, “Listen to What the Man Said”
3. John Lennon, “Crippled Inside”
4. Ringo Starr, “You’re Sixteen You’re Beautiful (And You’re Mine)”
5. Paul McCartney & Wings, “Let Me Roll It”
6. John Lennon & The Plastic Ono Band, “Power to the People”
7. Paul McCartney, “Another Day”
8. George Harrison, “If Not For You (2001 Digital Remaster)”
9. John Lennon, “(Just Like) Starting Over”
10. Wings, “Let ‘Em In”
11. John Lennon, “Mother”
12. Paul McCartney & Wings, “Helen Wheels”
13. John Lennon, “I Found Out”
14. Paul McCartney & Linda McCartney, “Uncle Albert / Admiral Halsey”
15. John Lennon, Yoko Ono & The Plastic Ono Band, “Instant Karma! (We All Shine On)”
15. George Harrison, “Not Guilty (2004 Digital Remaster)”
16. Paul McCartney & Linda McCartney, “Heart of the Country”
17. John Lennon, “Oh Yoko!”
18. Wings, “Mull of Kintyre”
19. Ringo Starr, “It Don’t Come Easy”

 

 

 

Disco 3:

1. John Lennon, “Grow Old With Me (2010 Remaster)”

2. Wings, “Silly Love Songs”

3. The Beatles, “Real Love”

4. Paul McCartney & Wings, “My Love”

5. John Lennon, “Oh My Love”

6. George Harrison, “Give Me Love (Give Me Peace on Earth)”

7. Paul McCartney, “Pipes of Peace”

8. John Lennon, “Imagine”

9. Paul McCartney, “Here Today”

10. George Harrison, “All Things Must Pass”

11. Paul McCartney, “And I Love Her (Live on MTV Unplugged)”

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Abaixo o original:

Ethan Hawke’s Heartwarming Tribute To A “Boyhood” With Music

Ethan Hawke’s Black Album playlist, and how it feels to pass The Beatles on to your child.

Richard Linklater’s new movie Boyhood was shot over the course of 12 years and follows its protagonist, Mason Jr. (played by Ellar Coltrane), as he grows up.

Linklater recruited a team of young people to pick the songs that make up Boyhood’s ’00s-childhood-evoking soundtrack, which features Coldplay, Cobra Starship, and Vampire Weekend. But there’s one moment in the film dedicated to the kind of music that has no time stamp, always sounds good, and travels from one generation to another. In a scene celebrating Mason Jr.’s 15th birthday, he receives a mix CD from his father, Mason Sr., played by Ethan Hawke. Called The Black Album, it’s a compilation of the best of John, Paul, George, and Ringo’s solo work, post-Beatles.

Boyhood captures a family in chaotic real time, and as its actors aged over a decade-plus of filming, the movie absorbed some of their actual lives. The Black Album you see on screen originated IRL, as a real gift from Hawke to his oldest daughter Maya.

Hawke wrote the original version of these Black Album liner notes for his IRL daughter, then slightly retooled them while he was working on Boyhood. The result is a heart-wrenching reflection on the magic that can happen even after a family-type unit breaks up, and the special bond forged between parents and kids when the latter come to know, and respect, that the former are not perfect.

Mason,

I wanted to give you something for your birthday that money couldn’t buy, something that only a father could give a son, like a family heirloom. This is the best I could do. Apologies in advance.

 

I present to you: THE BEATLES’ BLACK ALBUM.

The only work I’ve ever been a part of that I feel any sense of pride for involves something born in a spirit of collaboration — not my idea or his or her idea, but some unforeseeable magic that happens in creativity when energies collide.

This is the best of John, Paul, George, and Ringo’s solo work, post-BEATLES. Basically I’ve put the band back together for you. There’s this thing that happens when you listen to too much of the solo stuff separately — too much Lennon: suddenly there’s a little too much self-involvement in the room; too much Paul and it can become sentimental — let’s face it, borderline goofy; too much George: I mean, we all have our spiritual side but it’s only interesting for about six minutes, ya know? Ringo: He’s funny, irreverent, and cool, but he can’t sing — he had a bunch of hits in the ’70s (even more than Lennon) but you aren’t gonna go home and crank up a Ringo Starr album start to finish, you’re just not gonna do that. When you mix up their work, though, when you put them side by side and let them flow — they elevate each other, and you start to hear it: T H E B E A T L E S.

Just listen to the whole CD, OK?

I guess it was the fact that Lennon was shot and killed at 40 (one of Lennon’s last fully composed songs was “Life Begins at 40,” which he wrote for Ringo — I couldn’t bring myself to include it on the mix as the irony still does not make me laugh) and that I just turned 40 myself that conjured this BLACK ALBUM. I listen to this music and for some reason (maybe the ongoing, metamorphosing pain of my divorce from your mother) I am filled with sadness that John & Paul’s friendship turned so bitter. I know, I know, I know, it has nothing to do with me, but damn it, tell me again why love can’t last. Why do we give in to pettiness? Why did they? Why do we so often see gifts as threats? Differences as shortcomings? Why can we not see that our friction could be used to polish one another?

I read a little anecdote about when John’s mother died:

He was an angry teenager — a switchblade in his pocket, a cigarette in his lips, sex on his mind. At a memorial service for his “unstable” and suddenly dead mom (whom he’d just recently been getting close to), he — pissed off and drunk — punched a bandmate in the face and stormed out of the memorial reception. Paul, several years his junior — a young boy, really, who didn’t yet care about girls, who was clearly UNCOOL, and who was let into the band despite his lack of badass-ness and sexual prowess due to the fact that even at 14 he could play the shit out of the guitar — chased John out onto the street saying, “John, why are you being such a jerk?”

John said, “My mum’s fuckin’ dead!”

Paul said, “You never even once asked me about my mum.”

“What about her?”

“…My mum’s dead too.”

They hugged in the middle of the suburban street. John apparently said, “Can we please start a fucking rock ‘n’ roll band?”

This story answered a question that had lingered in my brain my whole music-listening life: If The Beatles were only together 10 years and the members of the band were so young that entire time, how did they manage to write “Help,” “Fool on the Hill,” “Eleanor Rigby,” “Yesterday,” “A Day in the Life”? They were just 25-year-old boys with a gaggle of babes outside their hotel room door and as much champagne as a young lad could stand. How did they set their minds to such substantive artistic goals?

They did it because they were in pain. They knew that love does not last. They knew it as extremely young men.

With the BLACK ALBUM, we get to hear the boys write on adult life: marriage, fatherhood, sobriety, spiritual yearning, the emptiness of material success — “Starting Over,” “Maybe I’m Amazed,” “Beautiful Boy,” “The No No Song,” “God” — and still they are keenly aware of this fact: Love does not last.

I don’t want it to be true. I want Lennon/McCartney to write beautifully together forever, but is that really the point? I mean if the point of a rose was to last forever, it would be made of stone, right? So how do we handle this idea with grace and maturity? If you’re a romantic like me, it’s hard not to long for some indication of healing between the two of them. All signs point that way.

When Paul went on SNL recently, he played almost all LENNON. And he did it with obvious joy.

Listen to McCartney’s “Here Today.”

Can you listen to “Two of Us” (the last song they wrote side by side) and not hurt a little? What were those two motherless boys who hugged in the middle of the road so long ago thinking as they wrote “The two of us have memories longer then the road that stretches out ahead”?

The dynamic of their breakup, like any divorce, is mysterious. Some say that Paul, the pupil, had surpassed John, the mentor, and they couldn’t reach a new balance. Some say Paul was a little snot who bought the publishing rights out from underneath the other three. Others say without Brian Epstein there was no mediator between their egos. Who knows.

I played Samantha “Hey Jude” the other day, and of course she listened to it over and over. I told her the song had been written by McCartney for Lennon’s son after Lennon’s divorce and she listened even more intently. George once said that “Hey Jude” was the beginning of the end for the Beatles. Brian Epstein had just died and John & Paul were left alone to run the brand-new Apple label. They recorded “Hey Jude” and “Revolution” as a single. Normally, Brian would decide which song was the A-side and which was the B-side, but now it was up to the boys. John thought “Revolution” was an important political rock song and that they needed to establish themselves as an adult band. Paul thought “Revolution” was brilliant but that The Beatles were primarily a pop band and so they should lead with “Hey Jude.” He knew it would be a monster hit and that the politics should come on a subversive B-side. They had a vote. “Hey Jude” won 3-1. George said that John felt Paul had pulled off a kind of coup d’etat. He wasn’t visibly upset but he began to withdraw. It was no longer his band.

The irony/punch line of this story is another story I once heard: When the “Hey Jude”/”Revolution” single was hot off the press, the boys had the mischievous idea of bringing their own new single to a Rolling Stones record-release listening party. Mick Jagger says that once the Fab Four arrived and let word of their new single slip — just as Side 1 of the Stones’ big new album was finishing — everyone clamored to hear it. Once The Beatles were on, they just kept flipping the single over and over. Side 2 of BEGGARS BANQUET never even found the needle.

 

So no matter how mad John was, he wasn’t that mad…

 

Once when John was asked whether he would ever play with Paul again, he answered: “It would always be about, ‘Play what?’ It’s about the music. We play well together — if he had an idea and needed me, I’d be interested.”

 

I love that.

 

Maybe the lesson is: Love doesn’t last, but the music love creates just might.

 

Your mom and I couldn’t make love last, but you are the music, my man.

 

“And in the end, the love you take is equal to the love…”

 

I love you. Happy birthday.

 

Your Dad

 

Fonte: Oesquema – Ramon Vitral – Papo de Homem – Jader Pires – BUZZFEEED – Ethan Hawke.

Por Marina Sanches – @sancmarina.

NOTICIAS BEATLES – JOHN LENNON.

Rabiscos de John Lennon são vendidos por 143 mil dólares

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Um simples desenho foi arrematado por 143 mil dólares (cerca de 326 mil reais) em um leilão da Sotheby’s, em Nova York, nos Estados Unidos. O valor tem explicação – ou não: o rabisco é de John Lennon, ex-Beatles.

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John rabiscos

A maior coleção privada de John Lennon foi publicada em dois de seus livros nos anos 60, “In His Own Write” e “A Spaniard in the Works”. Eles estavam com Tom Maschler, editor que trabalhou com o astro da música. O leilão teve 89 lotes.

 

Fonte:  SRZD – Via e-mail

 

 

NOTICIAS BEATLES – “FALTOU JULIAN LENNON POR QUE??”.

Faltou o Julian? Filho de John Lennon

conta por que não foi ao tributo aos Beatles, exibido pela CBS.

Julian at abbey road

Se você assistiu ao especial “The Night That Changed America: A Grammys Salute”, exibido na noite de sábado, 22, no canal CBS, pode notar que Julian Lennon, músico e filho de John Lennon, não fez parte da homenagem, que contou com a participação de Sean Lennon, Dhani Harrison e até Yoko Ono.

Julian e Sean

Em um bate papo com o site Brooklyn Vegan, Julian contou por que decidiu não participar dessa comemoração toda.

Julian e Paul

Para ele, a estranheza da homenagem já começou quando Ringo Starr encerrou a apresentação tocando uma música da autoria de Paul McCartney. Não era o quarteto que deveria ser homenageado?(*) “Eu não sei. Para mim, a última coisa que eu queria era ficar sentado na plateia como todos os outros, batendo as minhas mãos e sendo filmado na fila da frente enquanto assistia a uma sessão de karaokê dos Beatles”.

 

 

(*) Ele se refere ao Grammy na noite anterior a que foi gravada o especial dos Beatles onde Paul e Ringo apresentaram a musica “Queenie Eye” do nôvo disco de McCartney e não uma musica dos Beatles.

Julian e  John

“Tudo bem. Alguns dos maiores atores do mundo estavam lá, mas eu não sei… Me dê os originais qualquer dia. Eu os escutarei ou assistirei… Essa é a minha praia”. Exatamente por isso que Julian não quis comparecer à homenagem. Para ele, vale muito mais escutar e refletir sobre o fenômeno Beatles na casa dele, sozinho (o que considera ser uma atitude muito sutil e sincera) do que participar desses tipos de shows glamourosos (e midiáticos).

Julian

Concorda ou acha que Julian deveria ter aberto uma exceção?

 

 

 

Fonte: http://www.revolution9.com.br.

NOTICIAS BEATLES – “JOHN LENNON”.

Poemas e desenhos de dois livros de John Lennon vão a leilão.

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Dezenas de manuscritos e desenhos originais de John Lennon publicados em dois livros do ex-Beatle serão leiloados no dia 4 de junho em Nova York, anunciou nesta segunda-feira a tradicional casa de leilões Sotheby’s.

“Incluindo 89 lotes que vão de 500 dólares a 70.000, esta é a maior coleção particular de trabalhos de John Lennon que sai ao mercado”, afirmou a Sotheby’s em um comunicado.

Estes desenhos e manuscritos foram criados para duas publicações assinadas por Lennon, “In his Own Write”, de 1964, primeiro projeto solo realizado por um membro dos Beatles, e “A Spaniard in the Works”, de 1965.

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Os objetos são propriedade do editor Tom Maschler, que havia levado adiante o projeto destas duas obras para a editora Jonathan Cape.

Entre os lotes mais importantes encontram-se um manuscrito de nove páginas intitulado “The Singularge Experience of Miss Anne Duffield”, paródia de Sherlock Holmes e que está avaliado entre 50.000 e 70.000 dólares.

O original do poema “The Fat Budgie”, onde John Lennon apresenta sua arte do absurdo, foi estimado pela Sotheby’s entre 25.000 e 35.000 dólares.

Outros objetos de destaque são um guia satírico de Liverpool (entre 12 e 15 mil dólares) e o desenho de um jovem e seis pássaros que serviu de capa ao single “Free as a bird” dos Beatles (também entre 12.000 e 15.000 dólares).

O leilão coincide com o 50º aniversário da publicação de “In his Own Write” e com a primeira apresentação dos Beatles nos Estados Unidos.

 

 

 

Fonte: Terra – Via e-mail.