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NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY

Tudo que Paul McCartney fez desde sua última passagem pelo Brasil.

Paul McCartney já é figurinha carimbada nos palcos brasileiros. A última vez que veio, em 2014, promovia o seu último álbum, New. Agora, três anos depois, ele volta ao país sem disco novo, mas não pense que Macca ficou parado todo esse tempo; não só teve música nova, como teve lançamento de compilação, aniversário do Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band e até participação em filme blockbuster.

Em janeiro de 2015, pouco tempo depois de passar por aqui, Paul McCartney revelou uma parceria com Kanye West e Rihanna no single “FourFiveSeconds”. Escrito em colaboração com West e mais uma série de músicos, o hit traz o vocal de Rihanna em um arranjo soul-pop. A faixa também foi tocada ao vivo no Grammy de 2015 e deve marcar o setlist nos palcos brasileiros.

No meio do ano passado, o baixista lançou o seu quarto álbum de compilação de melhores, Pure McCartney. O best of traz 67 canções de toda a sua carreira e passa pela grande maioria de seus álbuns solo, reunindo todas as fases e excluindo covers, o que, segundo ele, justifica o título de “Puro McCartney”.

Já este ano, além de promover o aniversário do Sgt. Peppers, o baixista resolveu variar e aparecer no Piratas do Caribe: A Vingança de Salazar. Em entrevista ao Entertainment Weekly, o diretor do filme Espen Sandberg explicou o envolvimento de Paul no filme: “Johnny Depp tem o celular dele. Eu não sei que tipo de clube essas pessoas fazem parte, mas ele tinha o telefone dele e só disse ‘eu posso mandar mensagem, sem problemas’. E ele mandou mensagem ao Sir Paul, Sir Paul respondeu, e ficou no vai e vem, e as gírias começaram a ficar no estilo pirata, então percebemos que ia dar certo!”.

Paul 1660

E não para por aí: Paul também tirou tempo este ano para emprestar seus talentos para “Sunday Rain” do Foo Fighters e “We’re On the Road Again” do Ringo Starr, faixas dos últimos álbuns de cada um.

Aos 75 anos, Paul continua sendo um daqueles símbolos de artista que nunca para de trabalhar. No começo de 2017, ele revelou estar trabalhando em um novo álbum, possivelmente com Greg Kurstin, produtor que marcou os últimos álbuns de Adele, Foo Fighters e Beck. Apesar de ter revelado muito pouco sobre as novas composições, Macca já prometeu que o novo disco terá uma música sobre Donald Trump. Então, depois dos shows esta semana, será hora de aguardar o lançamento e já torcer para o próximo retorno do gigante ao Brasil.

Em clima de esquenta para os shows do Macca, compilamos uma playlist com as músicas que tem feito parte de seus últimos tracklists. A lista inclui hits dos Beatles, do Wings e de sua carreira solo, além da música com Kanye West e uma faixa do The Quarrymen, banda com John Lennon e George Harrison que eventualmente deu origem aos Beatles. E é recomendável fazer um aquecimento bom mesmo, porque seus shows geralmente duram mais ou menos três horas.

O cantor fará shows em Porto Alegre no dia 13, São Paulo no dia 15, Belo Horizonte no dia 17, e pela primeira vez em Salvador, no dia 20. Ingressos estão disponíveis através do site Tickets for Fun.

 

Fonte:  Omelete.Uol – Via e-mail.

Por Marina Sanches – @sancmarina.

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NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY

EXCLUSIVO: “O show será como uma festa. Quero que todos se divirtam”, diz Paul McCartney.

Paul 1912 - September 23, 2017 - Paul McCartney performs at the Carrier Dome in Syracuse, New York. #OneOnOn

Sir Paul conversou com GaúchaZH no último dia 26, em meio à maratona de nove shows que cumpria na região de Nova York – a perna norte-americana da sua One on One Tour foi encerrada na última terça-feira, em Detroit.  Sua oitava passagem pelo Brasil terá início em Porto Alegre, no próximo dia 13.

Paul McCartney é um gigante forjado no talento musical e no rigor profissional. São dois de seus múltiplos atributos combinados no combustível que o mantém firme e forte na estrada. Aos 75 anos, este artista incomum roda o mundo com um espetáculo de três horas de duração, compõe novas canções, grava com artistas de novas gerações e zela pelo valioso patrimônio universal que ergueu com os Beatles. Foi nesse pique que Sir Paul conversou com GaúchaZH no último dia 26, em meio à maratona de nove shows que cumpria na região de Nova York – a perna norte-americana da sua One on One Tour foi encerrada terça-feira, em Detroit. Sua oitava passagem pelo Brasil terá início em Porto Alegre, no próximo dia 13, e segue para São Paulo, Belo Horizonte e Salvador.

O rigor profissional do músico se mostra não apenas na disposição de continuar fazendo de cada espetáculo  uma experiência memorável para os fãs. Estende-se a detalhes como a atenção que dedica aos seus entrevistadores das mais variadas procedências. Na véspera do dia marcado para o bate-papo de 15 minutos com GaúchaZH, Stuart Bell, responsável por tudo que envolve o relacionamento de Paul com a imprensa, ligou para o repórter confirmando o horário (entre 16h e 18h), avisar que mandaria material com dados estatísticos da turnê, trocar impressões sobre o show do músico em 2010 no mesmo palco, o Estádio Beira-Rio, entre outras amenidades.

No dia seguinte, exatamente às 16h, Mark, assessor pessoal de Paul, liga para o estúdio da Rádio Gaúcha, onde a entrevista seria gravada, e avisa que Paul deve ligar em uma hora – logo mais à noite ele se apresentaria no Nassau Veterans Memorial Coliseum,  em Uniondale, subúrbio de Nova York. Uma hora depois, bingo:

– Olá, Marcelo. É Paul.

Em respostas curtas, como se buscasse otimizar o tempo restrito de conversa, o gigante falou, entre outros temas, sobre o repertório da gira mundial iniciada em abril de 2016, na qual decidiu celebrar, como nunca antes, seu glorioso passado – cerca de 70% das 39 canções dos shows são dos Beatles, incluindo hits que ele nunca havia tocado em sua carreira solo. Também falou sobre a recente parceria com Kanye West e Rihanna, dos músicos de sua baita banda (com a qual está há mais tempo do que passou com John, George e Ringo), do próximo disco e de como andam as suas aulas de português.

Chama a atenção em suas declarações – no mesmo tom empolgado, aliás, das que fazia no auge da beatlemania – o respeito que tem por quem se dispõe a comprar o ingresso. O público, para Paul, está em primeiro lugar, e a energia sobre o palco, dele e de seus músicos, nunca pode ser menos do que a máxima.

Leia a seguir a conversa, que acabou durando quase 18 minutos, nos quais Sir Paul demonstrou polidez e bom humor. Algumas perguntas da lista não puderam ser feitas no correr do cronômetro, outras acabaram sacrificadas por seu deslocamento no rumo da conversa. Nada de impaciência ou de assessor alertando o tempo excedido, como é comum encarar em entrevistas com astros e estrelas de grandeza infinitamente inferior à desse gigante.

Desde o show de 2010, em Porto Alegre, você lançou novos discos, novos projetos relacionados aos Beatles, trabalhou com artistas como Kanye West, Rihanna e Foo Fighters, George Martin morreu, você veio outras vezes ao Brasil… De que forma isso tudo se reflete na nova turnê?

Não gosto de falar sobre as coisas que planejo fazer. Porque, na era da internet, são tão poucas as surpresas. As pessoas que pesquisam na internet já sabem o que canto nos shows. Então, procuro sempre apresentar algumas surpresas nos shows, e assim será em Porto Alegre. Espero que você me ajude a deixar que as pessoas possam ser surpreendidas (risos).

É verdade que você prepara uma música nova para apresentar nessa nova passagem pelo Brasil? O que pode nos adiantar sobre ela?

Andei falando sobre isso com alguém outro dia, mas é para o meu próximo disco, e não para os shows. Tenho uma canção que tem a ver com o Brasil que será incluída no meu novo disco, então, espero que essa nova canção fique boa e entre no álbum. Mas não a apresentarei no show.

E em que fase está a preparação desse disco? Como funciona seu processo de composição em meio a uma turnê?

Tenho composto canções e, quando as tiver em quantidade suficiente, entrarei no estúdio de gravação para dar a largada a um novo álbum. Já comecei esse processo, tenho cerca de três quartos do material. Gravo algumas canções e vejo quais podem se tornar as melhores. Provavelmente esse álbum será lançado em algum momento do ano que vem.

Abe Laboriel e Paul Wickens há 15 anos. De que forma eles contribuem para a evolução de seu trabalho no estúdio e no palco?

Paul 1984

(Eles contribuem) Especialmente no palco. São como minha família: a minha família de palco. Como você disse, tocamos juntos já há muito tempo. Não sabemos o que vai acontecer; sabemos o que temos de fazer. Se ocorre algum erro, sabemos que não devemos nos preocupar tanto, ninguém vai levar aquilo a sério demais, vamos rir. Às vezes, se cometemos algum erro, dizemos ao público: “Ei, isso prova que estamos tocando ao vivo”. São rapazes ótimos, e estamos nos divertindo há muitos anos. Gostamos de tocar juntos, são músicos muito bons. Nos divertimos e o público também. Não precisamos de nada mais.

Abe Laboriel é um grande performer.

Paul 1978 - Paul McCartney - Detroit - October 01, 2017

Sim. Ele é um baterista muito bom e um cara muito legal.

Em seu show anterior em Porto Alegre, você não tocou Maybe I’m Amazed, canção que muitos de seus fãs amam. Eles ficarão felizes agora?

Espero que sim. Não sei exatamente o que vou tocar em Porto Alegre, mas espero tocar essa canção.

O que achou da experiência de trabalhar com Rihanna, Kanye West e outros novos talentos da música pop? De alguma forma, eles seguem um caminho que você ajudou a abrir. Deve ser razão de orgulho, não?

É muito bom trabalhar com pessoas com quem eu não costumava trabalhar antes, como Kanye, que é do hip hop, e eu ainda não tinha trabalhado com ninguém desse gênero. É interessante ver como ele produz seus discos, de um jeito muito diferente do meu. Ele reúne muitas informações e as combina em uma faixa. É como se estivesse fazendo a curadoria de uma exposição de arte. Fizemos juntos uma música, FourFiveSeconds. Acho que o resultado ficou muito bom. E, quando fomos tocar juntos no (prêmio) Grammy, tive a oportunidade de trabalhar com Rihanna. Ela também é uma artista incrível, uma grande performer e uma pessoa muito agradável. Essas parcerias mantêm as coisas interessantes, estimulantes e revigorantes. Gosto disso.

Paul 1985

No dia último dia 26 completaram-se 48 anos do lançamento de Abbey Road. Na turnê, você toca, desse disco, Something, The End e Golden Slumbers. Quais as suas lembranças desse álbum?

É um bom disco dos Beatles. Foi um álbum bom de fazer, tal era força criativa de trabalhar com John, George e Ringo. Foi emocionante, às vezes difícil, noutras fácil, com um nível de energia criativa muito grande. Tenho lembranças de ficar agrupando as seções do segundo lado, pegando fragmentos para formar um medley.

Brian Wilson fez uma turnê para celebrar os 50 anos de Pet Sounds (disco clássico dos Beach Boys que foi assumida referência na produção de Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, dos Beatles). Vocês não pensaram  em fazer algo parecido para celebrar os 50 anos de Sgt. Pepper’s?

Nós tocamos canções do disco no show, e é tudo que fazemos. Na verdade, não costumo me envolver muito com grandes movimentos como esses. Não costumo ficar contando o tempo, são as outras pessoas que falam comigo sobre esses 50 anos. Claro que é legal saber disso e é difícil acreditar no quão impressionante soa ter sido há tanto tempo. Mas nós não pensamos em tocar o álbum inteiro ou algo desse tipo. Apenas algumas canções.

Um de seus dois shows no Estádio Maracanã, em 1990, entrou para o Guinness com 184 mil espectadores no total. Desde então, você já veio muitas vezes ao Brasil. O que mais lhe chama a atenção no público brasileiro?

O entusiasmo. Eu amo países que são tão musicais e amam tanto a música. E o Brasil é um desses países: tem pessoas especiais que gostam de dançar, de cantar e de curtir a música. O Brasil tem o tipo perfeito de plateia para nós, o tipo de que gostamos. Porque penso que nosso show é e será como uma festa: quero que todos que aparecerem se divirtam. O público brasileiro é muito bom nisso: vai para se divertir. Isso é ótimo para nós, porque quando vemos pessoas se divertindo nos sentimos muito bem no palco.

Qual é a sua opinião sobre a atual tensão política no mundo, com guerras que provocam milhões de refugiados, manifestações de intolerância racial e religiosa e a política belicosa do presidente norte-americano Donald Trump?

São tempos muitos difíceis, com muitas pessoas fazendo coisas com as quais não concordamos. É uma pena que não tenhamos líderes realmente fortes no mundo, que te façam acreditar que vão fazer a coisa certa. Acho que vivemos em uma época que não é fácil, mas acredito que sairemos disso, e aí então as coisas ficarão melhores do que estão. Mas, de fato, não é um momento feliz para muitas pessoas.

De que forma você avalia a transição da indústria musical para as plataformas digitais e como procurou se adaptar a esse processo?

Na verdade, este não é um assunto que me preocupa muito. Sabe, eu atravessei a era do vinil, dos cassetes e do CD e agora do streaming. Acredito que a coisa mais importante é a canção, a música em si – é nisso que me concentro, é esse o meu trabalho. Muitos jovens gostam do vinil, que, na minha opinião, é a melhor maneira de ouvir música, é o que tem o som melhor e mais puro, mas muitos desses garotos escutam música nos seus telefones. Não me importa a forma como cada pessoa vai escutar, o importante é a música.

Você costuma usar serviços como o Spotify?

Sim, escuto novos discos, para saber o que está rolando. Mas não faço isso religiosamente. Acho que tem muita coisa boa por aí.

Como estão suas aulas de português? Em sua outra passagem por Porto Alegre você aprendeu alguma expressões locais.

Ah, vão muito bem. (Falando em português) Obrigado. Gosto de aprender algumas expressões locais quando vou ao Brasil… (De volta ao português) Brasil. Minha gatinha linda. É legal quando as pessoas me explicam alguns termos locais.

Por favor, mande uma mensagem para seus fãs, que no sul do Brasil são chamados gaúchos.

Gaúchos? Ei, saudações a todos os gaúchos. Estamos chegando ao Brasil, vamos viver grandes momentos, venham nos ver e vamos fazer uma festa juntos. Com muito amor, Paul.

PAUL MCCARTNEY – ONE ON ONE TOUR

> Sexta-feira, dia 13 de outubro, às 21h30min.

> Estádio Beira-Rio (Avenida Padre Cacique, 891), em Porto Alegre.

> Abertura dos portões: 17h30min.

> Classificação etária: o acesso de menores de 10 anos não será permitido. De 10 a 15 anos, entrada permitida somente acompanhado de responsável.

> Ingressos: até publicação desta reportagem, restavam entradas para pista premium (R$ 850), skybox (R$ 650), com meia-entrada para estudantes e maiores de 60 anos. Venda sem taxa na bilheteria do estádio, de segunda a sábado das 10h às 18h. Venda com taxa em ticketsforfun.com.br.

> Foram disponibilizados também camarotes com 12, 14, 16 e 18 lugares, com ingressos no valor de R$ 1,5 mil, incluindo alimentação, bebidas e outras comodidades – outras informações sobre esse serviço de segunda a sexta-feira, das 14h às 18h, pelo telefone (51) 3218-6276 ou pelo e-mail eventosrbs01@gruporbs.com.br.

 

Fonte:  Gauchazh – Via e-mail

Por Marina Sanches – @sancmarina

NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY

Paul McCartney divulga vídeo do DVD “Change Begins Within”.

Paul McCartney divulgou nessa quarta-feira (30) em seu canal Vevo, o vídeo da música “Cosmically Conscious”, retirado do DVD ao vivo “Change Begins Within”. A canção faz parte do álbum “Off the Ground”, de 1993.

As imagens foram registradas durante o show beneficente realizado no dia 04 de abril de 2009 no Radio City Music Hall, em Nova York. O evento foi organizado pela Fundação David Lynch para arrecadar fundos para o ensino da Meditação Transcendental para 1 milhão de jovens em situação de risco.

Além de Paul, participaram da apresentação os artistas Ringo Starr, Sheryl Crow, Donovan, Eddie Vedder, Moby, Ben Harper e Betty LaVette. O DVD será lançado no dia 01 de setembro.

Fonte: Nação da Música – Via e-mail.

Por Marina Sanches – @sancmarina

 

NOTICIAS BEATLES PAUL McCARTNEY

Paul McCartney e mais artistas estão em vídeo sobre aquecimento global.

Na última quinta-feira (10), foi postado um vídeo com Paul McCartney, Pharrell Williams, Bono, Adam Levine, entre outros artistas, para falar sobre o aquecimento global.

“Why Are You Inconvenient?” – “Por que você é inconveniente?”, em tradução para o inglês – tem a ver com o lançamento de “An Inconvenient Sequel” – “uma sequela inconveniente”, (em tradução livre para o português) -, novo filme de Al Gore.

Frases como “eu sou inconveniente para o futuro do planeta”, de McCartney, e “os mais pobres dos pobres estão furiosos porque são atingidos primeiro e pior pelas mudanças climáticas”, de Bono, são algumas que fazem parte do vídeo.

Esse não será o primeiro documentário referente a mudanças climáticas feito por Gore. “An Inconvenient Truth” – “uma verdade inconveniente”, (em tradução livre para o português) – teve seu lançamento em novembro de 2006.

 

Fonte: Nação da Musica – Via e-mail.

Por Marina Sanches – @sancmarina.

 

NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY

Novo disco de Paul McCartney terá música para Donald Trump.

O próximo álbum de Paul terá uma música sobre o presidente norte-americano Donald Trump.

De acordo com o site “Liverpool Echo”, o cantor fez o anúncio enquanto discursava para estudantes do Liverpool Institute of Performing Arts.

Paul não revelou se a faixa será contra ou a favor de Trump, mas disse que “às vezes a situação mundial é tão louca que você precisa falar sobre isso”.

Durante o evento, ele também foi questionado se o grande número de plataformas musicais fazia com que fosse mais difícil ter suas canções ouvidas. “Eu não tenho certeza se é mais difícil, porque você ainda tem que ter uma boa música”, respondeu.

Em março, Paul anunciou seu novo álbum, que será produzido por Greg Kurstin, responsável por compor “Hello” junto com a cantora Adele.

Paul 1754 - Paul and Greg Kurstin

“Ele é um cara ótimo. Greg é musical e é ótimo trabalhar com ele”, afirmou Paul. O nome e data de lançamento do novo disco ainda não foram anunciados.

 

Fonte: Correio  do estado – Via e-mail

Por Marina Sanches – @sancmarina

NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY

Ringo Starr e Paul McCartney estão juntos em inédita com Joe Walsh.

Há alguns dias nós falamos por aqui sobre como Ringo Starr e Paul McCartney se lembraram dos seus tempos de Beatles e voltaram a colaborar em novas composições para um disco solo do primeiro.

Pois bem, uma nova amostra do que vem por aí é a canção “We’re On The Road Again”, que pode ser ouvida logo abaixo e conta com Ringo, Paul, Joe Walsh (Eagles), Edgar Winter e Steve Lukather (Toto).

O novo disco de Ringo Starr, Give More Love, será lançado em 15 de Setembro.

Fonte: Diario Online – Via e-mail

Por Marina Sanches – @sancmarina.

NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY

Paul McCartney e Sony fecham acordo sobre direitos de músicas dos Beatles.

Em 18 de janeiro, o Paul abriu um processo contra a gravadora Sony para tentar reaver os direitos de diversas músicas dos Beatles, todas creditadas a ele e John Lennon, que estão sob a administração da empresa.

Entre as faixas estão sucessos como “Love Me Do”, “Can’t Buy Me Love”, “Ticket to Ride”, “Yesterday”, “Hey Jude” e “Let It Be”.

Nesta sexta-feira (29) foram divulgas mais informações sobre o processo. De acordo com o site americano The Hollywood Reporter, Paul finalmente fechou um acordo com a Sony/ATV sobre o direito das canções dos Beatles.

Segundo a publicação, o advogado do músico escreveu um comunicado ao juiz distrital Edgardo Ramos, no qual alegava que ambas as partes haviam chegado a um acordo em relação ao processo iniciado por McCartney, a fim de conseguir de volta o direito sobre as canções dos Beatles, até então pertencentes à Sony/ATV.

“As partes resolveram este assunto ao acertar um acordo confidencial e, conjuntamente, solicitarem que o Tribunal insira a proposta proposta anexa, rejeitando a ação acima mencionada sem prejuízo”.

O juiz distrital Edgardo Ramos ainda assinou uma ordem anulando o caso, mas concordou em reanalisá-lo no caso de uma contestação.

O pedido de anulação foi feito por Michael Jacobs, um advogado de Paul, em nome do cantor e da Sony/ATV.

Não ficou claro como o entendimento afeta as reivindicações de direitos autorais de Paul.

Fonte: Radio Rock – Via e-mail.

Por Marina Sanches – @sancmarina.