Arquivo da tag: Noticias Beatles – Paul McCartney

NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY

Baixo isolado de ‘Come Together’ prova que Paul McCartney é um dos melhores baixistas de todos os tempos.

Não existem muitos instrumentos que o talentoso Paul McCartney não saiba tocar, mas o baixo sempre estará associado a ele de forma especial.

O cantor, compositor e multi-instrumentista é famoso pela voz e pela sensibilidade pop, mas, acima de tudo, ele também é um baixista incrível, e o baixo isolado em “Come Together” é exemplo disso.

Escrita principalmente por John Lennon, mas creditada a Lennon-McCartney, a faixa abre o disco Abbey Road (1969) e continua sendo uma das favoritas dos fãs dos Beatles. Mas nada disso teria acontecido sem a lendária linha de baixo.

Ouça o baixo isolado de Paul McCartney na faixa “Come Together”:

Fonte: Rolling Stone – Via e-mail.

Por Marina Sanches – @sancmarina

NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY

Por que Paul McCartney foi o único dos Beatles a não gostar do disco Let It Be?

Os Beatles, no início dos anos 1969, haviam passado por grandes momentos de tensão. Desde os desentendimentos entre John Lennon e Paul McCartney até a ausência de Ringo Starr durante as sessões do The White Album.

Depois desses eventos, ninguém ficaria surpreso se George Harrison se distanciasse do grupo como fez em janeiro de 1969. Com isso, os ensaios e as filmagens do documentário Let It Be representavam um momento ruim para ele. 

Embora o icônico quarteto já tivesse uma última grande conquista, o Abbey Road, eles ainda buscarma lançar o material do Let It Be no ano seguinte. Com a banda na linha de chegada por volta de 1970, John, George e Ringo aprovaram que Phil Spector terminasse o álbum. Porém, Paul foi o único resistente.

Por isso, nos primeiros meses daquele ano, os Beatles se dividiram em dois lados: aqueles que aceitavam Allen Klein como o novo empresário da banda (John, George e Ringo) e quem não (Paul). Tendo isso em vista, obter um resultado em que todos ficassem felizes seria impossível.

Paralelamente, Paul trabalhava no primeiro álbum solo, os Beatles tentavam cuidar das outras burocracias e Spector tentava finalizar o Let It Be. “Paul foi o único que disse que não queria Phil Spector envolvido. Porém, particularmente eu achei uma ideia muito boa”, contou George em Anthology.

Nos registros de gravação havia muitas horas de matéria-prima e Spector teve que dar o melhor de si com “Across the Universe” e (para o desgosto de Paul) com “The Long and Winding Road”.

“Eu gosto do que o Phil fez, na verdade”, conta Ringo. “Ele colocou a música em outro lugar.”

Lennon também concordava com Ringo: “[Spector] sempre quis trabalhar com os Beatles, e ele recebeu as coisas mais mal gravadas com um sentimento péssimo na época, e ele fez algo com isso, foi realmente um ótimo trabalho”.

Durante as entrevistas para o projeto Anthology, nos anos 1990, Paul insistia o quanto não suportava Let It Be. “Ouvi a versão do Spector recentemente mais uma vez e parecia terrível”.

“Prefiro o som original que é exibido no Anthology 3”. Ao longo dos anos, isso não mudou. Após a virada do século, Paul teve engenheiros nos estúdios de Abbey Road escavando as fitas originais e dando outra cara para o álbum. Dessa vez, Paul (com a aprovação de George e Ringo) insistiu que as fitas saíssem como ele originalmente queria.

Em 2003, o Let It Be … Naked finalmente foi lançado. Enquanto a maioria dos críticos sentiu uma melhora em relação ao original, os fãs tiveram reações mistas. Alguns preferiram viver com as versões que cresceram ouvindo.

De qualquer forma, Paul pode ficar tranquilo ao saber que finalmente conseguiu o que queria.

Fonte: Rolling Stone – Via e-mail

Por Marina Sanches – @sancmarina

NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY

 

Em uma longa entrevista à Billboard, Paul McCartney comentou diversos episódios recentes da sua vida como a colaboração com Kanye West, sua editora de livros, sua experiência como autor de histórias infantis e o filme Yesterday. Sobre o último tema, o ex-Beatle explicou que foi procurado pelo roteirista Richard Curtis que contou a trama do filme. “Eu pensei: ‘Essa é uma péssima ideia’, mas eu não podia contar a ele, então disse: ‘Bem, isso parece interessante – boa sorte’. Eu não pensei mais nisso”, afirmou Paul.

Ele soube depois que o filme seria dirigido por Danny Boyle, mas ainda não acreditava no projeto. Ainda assim, Paul e sua esposa Nancy assistiram o filme. “Apenas duas pessoas nos viram. Estávamos na fila de trás, rindo, especialmente com todas as menções de ‘Paul McCartney'”, disse o cantor. Contudo, Paul não revelou se mudou de ideia após ver a obra nos cinemas.

 

Fonte: Entretenimento UOL – Via e-mail.

Por Marina Sanches – @sancmarina

NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY

“Abbey Road”, dos Beatles, completa 50 anos.

Em 26 de setembro de 1969, os garotos de Liverpool lançavam o último álbum que gravaram juntos. O disco entrou para a história, bem como a foto que ilustra sua capa: os quatro em fila atravessando uma faixa de pedestres. Para comemorar a data foi lançando um vídeo especial.

Na manhã de 8 de agosto de 1969, a via Abbey Road, em Londres, na altura dos estúdios da EMI, tornava-se o cenário de uma rápida sessão fotográfica. Um policial para o trânsito, e não há muita coisa acontecendo na rua: mesmo os fãs ainda não estão lá. Eles chegaram à tarde, quando os Beatles estavam no estúdio para gravar o álbum Abbey Road como têm feito quase todos os dias.

São 11h30 da manhã, e Linda McCartney está à beira da rua tirando fotos dos quatro Beatles bem-humorados enquanto eles se preparam para atravessar a rua para a famosa foto.

De terno branco, John Lennon parece meio ausente e dá sinais de que quer acabar rapidamente com a sessão de fotos. Atrás dele, Ringo Starr e Paul McCartney fazem caras sérias. Já George Harrison parece não se importar com nada.

Os quatro finalmente andam para cá e para lá, e repetem tudo de novo. O fotógrafo Iain MacMillan pressiona o obturador apenas seis vezes – e o trabalho está terminado.

Para os quatro Beatles, foi rápido demais. Porque, apesar da simples ideia de apenas atravessar a rua a pé, foram estimadas de duas a três horas para a sessão fotográfica, e os músicos só costumam ir ao estúdio à tarde para mais gravações. A produção do álbum Abbey Road está em pleno vapor, em meio a dias e semanas exaustivos.

Após a sessão de fotos durar apenas dez minutos, os Beatles têm agora que matar seu tempo, porque parece que já não têm muito o que dizer um ao outro. O ex-roadie dos Beatles Mal Evans descreve em seu diário o que aconteceu depois da sessão fotográfica: “John e Paul viraram a esquina e foram rapidamente para a casa de Paul. Ringo foi às compras, e George visitou o zoológico.”

A última convocação

Abbey Road é o último álbum que os Beatles gravaram juntos. O disco Let it be já estava produzido, mas só seria lançado em 1970, após o fim da banda. A produção de Let it be não foi tão feliz quanto a do inspirado White album de 1968, uma vez que a banda já vinha brigando: problemas comerciais, desentendimentos sobre a gestão – e Yoko Ono, a esposa de John Lennon, que não sai do lado do marido e chateia os outros três Beatles.

Paul McCartney é o único que ainda acredita no futuro da banda e convence os outros a lançarem um novo – e derradeiro – álbum dos Beatles. É a última colaboração deles antes da separação final.

Paul chama George Martin, produtor de longa data dos Beatles, que fica bastante surpreso. Após as desastrosas gravações de Let it be, ele pensou que os Beatles já tinham, há muito tempo, chegado ao fim.

Na biografia The Beatles anthology, Martin descreve como foi abordado por Paul: “Estamos gravando um novo disco. Você quer produzi-lo?” Martin então diz: “Só se vocês me deixarem fazer do mesmo jeito que fiz no passado.” Paul confirma e dá a Martin sua palavra de honra de que John também estará a bordo.

Faixa de pedestres em vez do Himalaia

E o resultado foi, de fato, um “disco muito bom”, como Martin afirma mais tarde. “Acho que foi porque todos pensaram que seria o último.” O disco receberia o nome de Everest – simbolizando a chegada ao pico mais alto.

Para a capa do álbum, o plano original era retratar os Beatles como a “maior banda do mundo”, em frente à montanha mais alta do mundo. Mas não havia tempo suficiente para a foto antes da data de lançamento planejada. Então eles decidem por uma solução pragmática: uma cena de rua na frente do estúdio. E, assim, o disco ganha seu novo título, Abbey Road, e é lançado em 26 de setembro de 1969.

O álbum vendeu milhões de cópias, e a foto de capa tornou-se um ícone da cultura pop: a imagem foi inúmeras vezes citada, reencenada e satirizada por fãs. Os integrantes da banda de rock The Red Hot Chili Peppers, por exemplo, para o seu EP The Abbey Road, atravessaram nus uma faixa de pedestre – com meias brancas cobrindo suas partes íntimas.

Os Simpsons, Teletubbies, vários personagens da Disney, heróis do filme Guerra nas Estrelas e outros do mundo do cinema foram imortalizados sobre a faixa de pedestres. O ilustrador e blogueiro Wells Baum, por sua vez, trouxe a foto para o presente, colocando os próprios Beatles sobre Segways ou retratando-os distraídos com seus celulares.

A foto desencadeou até mesmo uma teoria da conspiração, segundo a qual Paul McCartney teria morrido em 1966 e, desde então, sido substituído por um sósia. Como “prova”, os teóricos da conspiração mencionam que o músico canhoto segura seu cigarro com a mão direita na foto, bem como aparece descalço – uma tradição funerária inglesa.

Além disso, há um fusca branco no fundo. Na placa do carro pode-se ler “LMW 28IF” – e isso foi interpretado como uma abreviatura de “Linda McCartney widowed” (Linda McCartney viúva) ou “Linda McCartney weeps” (Linda McCartney chora).

“28IF” serviu como indicação de que Paul faria 28 anos naquele ano, se (“if”) ele não tivesse morrido. Porém, há um erro de cálculo: Paul, nascido em junho de 1942, teria apenas 27 anos naquela época.

Ninguém mais acredita nisso hoje – e o animado Paul McCartney, de 77 anos, trabalha atualmente em seu primeiro musical. Ele indicou também que em breve poderá lançar um novo álbum com “sobras” de sessões de estúdio do passado.

O fusca, que pertencia a John Lennon, está agora no Museu da Volkswagen, em Wolfsburg, na Alemanha. O ex-arquivista da Volkswagen Eckberth von Witzleben comprou o carro num leilão em 1999 por 34.160 marcos alemães (cerca de 17.000 euros) e doou o veículo histórico ao museu.

 

Abbey Road repaginado

 

Exatamente 50 anos depois, o Abbey Road está sendo relançado. O filho de George Martin, Giles, remixou e remasterizou as faixas originais e ainda incluiu som Dolby Surround. Os hits Here comes the sun e Come together, bem como uma versão completamente nova de Oh! Darling estão incluídos.

A edição de aniversário vem em diferentes versões: vinil, CD e até um box de luxo com DVD, Blu-ray e demos e áudios adicionais de fitas de sessão, um presente para os fãs dos Beatles.

Os fãs – pelo menos da Europa Ocidental – podem até mesmo ouvir ao vivo as músicas do álbum Abbey Road. A banda holandesa The Analogues se especializou em tocar ao vivo todos os álbuns dos Beatles lançados após 1966.

O que os “quatro garotos de Liverpool” não fizeram mais, porque os fãs se mostraram muito barulhentos, a banda The Analogues revive usando instrumentos originais. Com as reproduções dos álbuns Abbey Road e Let it be, os holandeses estão permanentemente em turnê na Bélgica, França e Alemanha. Também se apresentaram na Inglaterra e, claro, em sua terra natal.

Assista o vídeo comemorativo dos 50 anos:

 

Fonte: Vermelho – Via e’mail

Por Marina Sanches – @sancmarina

NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY

Qual foi a música de Revolver, dos Beatles, que Paul McCartney não participou?

Com John na guitarra, George no baixo e Ringo na bateria, Paul McCartney não esteve presente na gravação de uma faixa do disco.

Enquanto os The Beatles estavam juntos e lançando álbuns, existiu ocasiões em que as aparições nas canções eram intercaladas. Um clássico exemplo dessa situação aparece na obra-prima de Paul McCartney, “Yesterday”. Nesta música, o arranjo não precisou de nenhum Beatles além de McCartney.

Nos últimos anos do grupo, você normalmente encontraria alguns integrantes perdidos nas faixas, devido algum problema entre eles. Em “Back in the U.S.S.R.”, Paul tocou bateria porque Ringo tinha saído durante as sessões do The White Album.

Logo depois, enquanto eles gravavam o Abbey Road,John Lennon não participou de “Maxwell’s Silver Hammer” porque ele odiava a música de Paul. Além dessa, John também se recusou a tocar em “I Me Mine”, do George Harrison.

Mas entre todas as composições, havia um denominador comum: Paul investia totalmente nas gravações. Ao olhar para trás, Paul se lembra de pular uma sessão apenas uma vez, enquanto trabalhavam no Revolver. Ele deixou a gravação de “She Said She Said” depois de uma discussão.

 

“She Said She Said” fecha o lado a do Revolver, e foi a última música que a banda gravou para o álbum. Depois de acreditar que eles haviam terminado o disco em junho de 1966, os Beatles descobriram que estavam com uma faixa a menos e teriam que se apressar para produzir outra antes de enviar para as gráficas.

Felizmente, John tinha uma música, pela metade, que ele fez durante uma viagem de ácido na Califórnia. Mas como ele ainda precisava terminar, foi um longo caminho, inclusive de estresse para o grupo. Paul acabou saindo durante o ensaio, em vez de esperar que ele voltasse, o grupo decidiu seguir adiante. O que resultou no George com o baixo, parte que  normalmente seria parte do Paul. John e os outros terminaram a música em um único dia.

 

 

Revolver é um álbum clássico e “She Said She Said” continua sendo uma faixa de destaque. Depois de John liderar a banda em alguns ensaios, eles gravaram e conseguiram uma pegada satisfatória com George no baixo, John na guitarra e Ringo na bateria.

John fez os vocais e backing vocals com George, e adicionaram uma parte da guitarra. No fim do dia, eles tiveram uma memorável música dos Beatles sem nenhum traço de Paul McCartney.

 

Geoff Emerick, engenheiro de som do Revolver, pensava em John como a força motriz daquele dia. “John sempre foi o mais básico do grupo”, escreveu ele em Here, There and Everywhere. “E a sua atitude foi: vamos fazer isso.”

Enquanto a gravação das faixas de Paul poderia envolver três dias ou mais no estúdio, John teve “She Said She Said” totalmente gravado e mixado em nove horas pela contagem de Emerick.

Fonte:  Rolling Stone – Via e-mail

Por Marina Sanches – @sancmarina

NOTÍCIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY

Paul McCartney

lembra da única música sua elogiada por John Lennon.

Paul McCartney, em uma recente entrevista para a CBNS News, falou sobre a trajetória dos Beatles e as temporadas de gravações no Abbey Road Studios. Durante a conversa, McCartney relembrou alguns momentos do grupo com fotos e vídeos antigos e da sua relação com John Lennon.

Paul McCartney e John Lennon, durante a caminhada com os Beatles, se tornaram parceiros de composição. Um no rock e nos eu-líricos, o outro como um polímata musical com um dom para melodias e experimentações. As primeiras notas em tons de flauta de “Strawberry Fields”, obra-prima de John Lennon, foram ideia de McCartney.

Sharyn Alfonsi: Vocês eram competitivos, escrevendo um com o outro? Ou vocês se complementavam?

Paul McCartney: Eu e o John? Sim, fomos competitivos, sim. Não abertamente, mas entre nós, admitimos mais tarde. “Se Paul escreveu algo bom, é melhor eu ir.” E eu faria a mesma coisa. Se eu tivesse escrito “Strawberry Fields”, em vez dele, eu escreveria “Penny Lane”. Você sabe, e ele está se lembrando de sua área em Liverpool, então eu vou lembrar da minha.”

 

Sharyn Alfonsi: E quando isso aconteceu, vocês se elogiaram?

Paul McCartney: Uma vez

Sharyn Alfonsi: Uma vez?

Paul McCartney: John me elogiou.

Sharyn Alfonsi: Em quantos anos?

Paul McCartney: Foi apenas uma vez durante todo esse tempo. Eu pensei que tinha sido em “Revolver” mas foi em “Here, There and Everywhere”, uma das minhas músicas. E ele disse, quando finalmente terminei: “Isso é realmente uma boa música. Eu amei”. E eu fiquei tipo ‘ah, ele gosta disso’. Eu lembro disso até hoje. É patético, na verdade.

Sharyn Alfonsi: E você já elogiou ele?

Paul McCartney: Sim, eu dizia que as coisas dele eram ótimas. Eu normalmente teria que estar um pouco bêbado. Ajuda.

Você não precisa ser um fã de Beatles para entender a importância desse momento em Londres. Foi no Abbey Road Studios, em que Paul, John, George e Ringo, ao lado do produtor George Martin, começaram a massificar a cultura pop. Mas depois das tensas sessões do White Album, os Beatles, que tinham apenas 20 anos começaram a se desfazer. Ao mostrar uma foto do grupo reunido, Paul diz:

 

“Eu amo essa foto. É muito especial para mim. Porque depois que os Beatles terminaram, eu meio que fui acusado de ser aquele que os separou e que sempre tivemos relacionamentos terríveis. Então isso sempre me lembra de como estamos felizes juntos. Lembro de estar checando algumas letras. E é ótimo o modo como John está apenas sorrindo.”

 

 

Nós estávamos no estúdio no andar de baixo colocando toques finais no álbum. E nós tínhamos outro título que nós não gostávamos. Então eu apenas disse: “Ei, por que nós não chamamos apenas Abbey Road? E o que nós poderíamos fazer, nós apenas saímos do lado de fora, atravessamos o cruzamento.” Todos concordaram.

 

Fonte:  Rolling Stones – Via e-mail.

Por: Marina Sanches – @sancmarina

 

NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY

Com Hendrix na guitarra, Paul McCartney monta banda dos sonhos.
É de se imaginar que nas listas de bandas dos sonhos dos fãs de música mundo afora, Paul McCartney apareça como baixista, vocalista ou os dois em várias delas.

Acontece que dessa vez foi o lendário músico britânico quem montou a sua e, como poderia se esperar, ele não desapontou.
Paul McCartney está vindo ao Brasil em Março para dois shows em São Paulo e um em Curitiba, e aproveitou a oportunidade para dar uma entrevista ao Estadão, onde justamente acabou revelando quem seria seu “line-up de ouro” em uma banda.

Com a condição de não incluir membros dos Beatles, o supergrupo de Macca ficou assim:

John Bonham (Led Zeppelin) – bateria
Billy Preston (Little Richard, Ray Charles, Beatles) – teclado
John Entwistle (The Who) – baixo
Jimi Hendrix – guitarra
Elvis Presley – vocal
Nada mal, hein?

Na entrevista, Paul ainda fez elogios a Elvis dizendo que ele é “imortal” e falou sobre outros assuntos como os tempos difíceis em que vivemos, política, esquerda e direita, John Lennon e mais.

Paul McCartney no Brasil
Vale lembrar que o músico chega ao país para tocar em São Paulo nos dias 26 e 27 de Março e em Curitiba no dia 30 de Março.

Os ingressos para a primeira data da turnê Freshen Up em São Paulo já acabaram mas ainda há entradas para a segunda noite, então corra e garanta o seu.

Fonte: Tenho Mais Discos Que Amigos – Via e-mail.
Por Marina Sanches – @sancmarina