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NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY

Qual foi a música de Revolver, dos Beatles, que Paul McCartney não participou?

Com John na guitarra, George no baixo e Ringo na bateria, Paul McCartney não esteve presente na gravação de uma faixa do disco.

Enquanto os The Beatles estavam juntos e lançando álbuns, existiu ocasiões em que as aparições nas canções eram intercaladas. Um clássico exemplo dessa situação aparece na obra-prima de Paul McCartney, “Yesterday”. Nesta música, o arranjo não precisou de nenhum Beatles além de McCartney.

Nos últimos anos do grupo, você normalmente encontraria alguns integrantes perdidos nas faixas, devido algum problema entre eles. Em “Back in the U.S.S.R.”, Paul tocou bateria porque Ringo tinha saído durante as sessões do The White Album.

Logo depois, enquanto eles gravavam o Abbey Road,John Lennon não participou de “Maxwell’s Silver Hammer” porque ele odiava a música de Paul. Além dessa, John também se recusou a tocar em “I Me Mine”, do George Harrison.

Mas entre todas as composições, havia um denominador comum: Paul investia totalmente nas gravações. Ao olhar para trás, Paul se lembra de pular uma sessão apenas uma vez, enquanto trabalhavam no Revolver. Ele deixou a gravação de “She Said She Said” depois de uma discussão.

 

“She Said She Said” fecha o lado a do Revolver, e foi a última música que a banda gravou para o álbum. Depois de acreditar que eles haviam terminado o disco em junho de 1966, os Beatles descobriram que estavam com uma faixa a menos e teriam que se apressar para produzir outra antes de enviar para as gráficas.

Felizmente, John tinha uma música, pela metade, que ele fez durante uma viagem de ácido na Califórnia. Mas como ele ainda precisava terminar, foi um longo caminho, inclusive de estresse para o grupo. Paul acabou saindo durante o ensaio, em vez de esperar que ele voltasse, o grupo decidiu seguir adiante. O que resultou no George com o baixo, parte que  normalmente seria parte do Paul. John e os outros terminaram a música em um único dia.

 

 

Revolver é um álbum clássico e “She Said She Said” continua sendo uma faixa de destaque. Depois de John liderar a banda em alguns ensaios, eles gravaram e conseguiram uma pegada satisfatória com George no baixo, John na guitarra e Ringo na bateria.

John fez os vocais e backing vocals com George, e adicionaram uma parte da guitarra. No fim do dia, eles tiveram uma memorável música dos Beatles sem nenhum traço de Paul McCartney.

 

Geoff Emerick, engenheiro de som do Revolver, pensava em John como a força motriz daquele dia. “John sempre foi o mais básico do grupo”, escreveu ele em Here, There and Everywhere. “E a sua atitude foi: vamos fazer isso.”

Enquanto a gravação das faixas de Paul poderia envolver três dias ou mais no estúdio, John teve “She Said She Said” totalmente gravado e mixado em nove horas pela contagem de Emerick.

Fonte:  Rolling Stone – Via e-mail

Por Marina Sanches – @sancmarina

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NOTÍCIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY

Paul McCartney

lembra da única música sua elogiada por John Lennon.

Paul McCartney, em uma recente entrevista para a CBNS News, falou sobre a trajetória dos Beatles e as temporadas de gravações no Abbey Road Studios. Durante a conversa, McCartney relembrou alguns momentos do grupo com fotos e vídeos antigos e da sua relação com John Lennon.

Paul McCartney e John Lennon, durante a caminhada com os Beatles, se tornaram parceiros de composição. Um no rock e nos eu-líricos, o outro como um polímata musical com um dom para melodias e experimentações. As primeiras notas em tons de flauta de “Strawberry Fields”, obra-prima de John Lennon, foram ideia de McCartney.

Sharyn Alfonsi: Vocês eram competitivos, escrevendo um com o outro? Ou vocês se complementavam?

Paul McCartney: Eu e o John? Sim, fomos competitivos, sim. Não abertamente, mas entre nós, admitimos mais tarde. “Se Paul escreveu algo bom, é melhor eu ir.” E eu faria a mesma coisa. Se eu tivesse escrito “Strawberry Fields”, em vez dele, eu escreveria “Penny Lane”. Você sabe, e ele está se lembrando de sua área em Liverpool, então eu vou lembrar da minha.”

 

Sharyn Alfonsi: E quando isso aconteceu, vocês se elogiaram?

Paul McCartney: Uma vez

Sharyn Alfonsi: Uma vez?

Paul McCartney: John me elogiou.

Sharyn Alfonsi: Em quantos anos?

Paul McCartney: Foi apenas uma vez durante todo esse tempo. Eu pensei que tinha sido em “Revolver” mas foi em “Here, There and Everywhere”, uma das minhas músicas. E ele disse, quando finalmente terminei: “Isso é realmente uma boa música. Eu amei”. E eu fiquei tipo ‘ah, ele gosta disso’. Eu lembro disso até hoje. É patético, na verdade.

Sharyn Alfonsi: E você já elogiou ele?

Paul McCartney: Sim, eu dizia que as coisas dele eram ótimas. Eu normalmente teria que estar um pouco bêbado. Ajuda.

Você não precisa ser um fã de Beatles para entender a importância desse momento em Londres. Foi no Abbey Road Studios, em que Paul, John, George e Ringo, ao lado do produtor George Martin, começaram a massificar a cultura pop. Mas depois das tensas sessões do White Album, os Beatles, que tinham apenas 20 anos começaram a se desfazer. Ao mostrar uma foto do grupo reunido, Paul diz:

 

“Eu amo essa foto. É muito especial para mim. Porque depois que os Beatles terminaram, eu meio que fui acusado de ser aquele que os separou e que sempre tivemos relacionamentos terríveis. Então isso sempre me lembra de como estamos felizes juntos. Lembro de estar checando algumas letras. E é ótimo o modo como John está apenas sorrindo.”

 

 

Nós estávamos no estúdio no andar de baixo colocando toques finais no álbum. E nós tínhamos outro título que nós não gostávamos. Então eu apenas disse: “Ei, por que nós não chamamos apenas Abbey Road? E o que nós poderíamos fazer, nós apenas saímos do lado de fora, atravessamos o cruzamento.” Todos concordaram.

 

Fonte:  Rolling Stones – Via e-mail.

Por: Marina Sanches – @sancmarina

 

NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY

Com Hendrix na guitarra, Paul McCartney monta banda dos sonhos.
É de se imaginar que nas listas de bandas dos sonhos dos fãs de música mundo afora, Paul McCartney apareça como baixista, vocalista ou os dois em várias delas.

Acontece que dessa vez foi o lendário músico britânico quem montou a sua e, como poderia se esperar, ele não desapontou.
Paul McCartney está vindo ao Brasil em Março para dois shows em São Paulo e um em Curitiba, e aproveitou a oportunidade para dar uma entrevista ao Estadão, onde justamente acabou revelando quem seria seu “line-up de ouro” em uma banda.

Com a condição de não incluir membros dos Beatles, o supergrupo de Macca ficou assim:

John Bonham (Led Zeppelin) – bateria
Billy Preston (Little Richard, Ray Charles, Beatles) – teclado
John Entwistle (The Who) – baixo
Jimi Hendrix – guitarra
Elvis Presley – vocal
Nada mal, hein?

Na entrevista, Paul ainda fez elogios a Elvis dizendo que ele é “imortal” e falou sobre outros assuntos como os tempos difíceis em que vivemos, política, esquerda e direita, John Lennon e mais.

Paul McCartney no Brasil
Vale lembrar que o músico chega ao país para tocar em São Paulo nos dias 26 e 27 de Março e em Curitiba no dia 30 de Março.

Os ingressos para a primeira data da turnê Freshen Up em São Paulo já acabaram mas ainda há entradas para a segunda noite, então corra e garanta o seu.

Fonte: Tenho Mais Discos Que Amigos – Via e-mail.
Por Marina Sanches – @sancmarina

NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY

Por que John Lennon não gostava da música Let It Be, dos Beatles 

 
A música ‘Let It Be’ se tornou, quase que instantaneamente, um dos grandes clássicos dos Beatles. A faixa dá título ao último álbum da banda, lançado em 1970, pouco anos de sua separação ter sido anunciada naquele mesmo ano. 

 
Apesar de ter autoria creditada a John Lennon e Paul McCartney, a concepção da música é praticamente toda deste último. Aliás, é importante lembrar que a parceria Lennon/McCartney, às vezes, ficava só no papel, já que os músicos compuseram diversas músicas sozinhos. 
 
A inspiração de Paul para ‘Let It Be’ era o próprio momento turbulento pelo qual os Beatles viviam no fim da década de 1960. A banda estava na iminência de se separar, mas Paul acreditava ser o único integrante disposto a trabalhar para que todos permanecessem juntos. Foi aí que sua mãe, Mary, que faleceu em 1956, apareceu em um sonho de Macca com o recado: “deixa rolar” (“let it be”, em tradução grosseira para o português). 
 
 O problema é que, apesar de ter concordado em gravar ‘Let It Be’, John Lennon não era grande fã da música. Em entrevista à revista “Playboy”, transcrita no livro “All We Are Saying” (lançado no Brasil como “A Última Entrevista do Casal John Lennon e Yoko Ono”), escrito por David Sheff, Lennon fez críticas à música em meio a perguntas feitas por um entrevistador insistente. 
 
“Isso é o Paul. O que você pode dizer? Nada a ver com os Beatles. Poderia ter sido gravada pelo Wings. Não sei no que ele estava pensando quando fez ‘Let It Be’. Talvez tenha ouvido uma música gospel. Não, acho que foi inspirada por ‘Bridge Over Troubled Water’ (Simon & Garfunkel). Essa é a minha sensação, embora eu não tenha nada além para dizer. Sei que ele queria fazer uma ‘Bridge Over Troubled Water'”, afirmou Lennon, que, embora tenha sido bastante sincero, não parecia ter a intenção de atacar o colega. 
 
– A ocasião em que Ringo Starr saiu dos Beatles 
 

Apesar da opinião crítica de John Lennon, ‘Let It Be’ se tornou o último single dos Beatles antes da separação ter sido anunciada. A faixa emplacou no topo das paradas de Estados Unidos, Austrália, Canadá, Bélgica, Suécia e Noruega, entre outros países, além de chegar ao 2° lugar no Reino Unido e Alemanha. Foi a principal música de trabalho do álbum, que leva o título da canção. O disco também fez sucesso: chegou ao primeiro lugar dos charts de Estados Unidos, Reino Unido, Canadá e Austrália, entre outros. 

Fonte: Igor Miranda – Via e-mail. 

Por Marina Sanches – @sancmarina. 

NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY

Paul McCartney prepara livro infantil para avós lerem para os netos.


Paul prova que vive atualmente um de seus maiores momentos criativos e anuncia seu primeiro primeiro livro infantil, Hey Grandude, que chegará às livrarias no final deste ano.

O ex-Beatle acaba de compartilhar com os fãs a arte de capa dessa novidade, que inclui uma caricatura dele destacando seu olhar enquanto segura o contrabaixo.

“Estou feliz em compartilhar a capa do meu novo livro infantil ‘Hey Grandude!’ que será lançado no final deste ano “, diz Paul em uma mensagem postada em seu site oficial. Ele acrescenta: “Trabalhei nisso com um grande ilustrador chamado Kathryn Durst e espero que vocês aproveitem tanto quanto eu”.


Hey Grandude mostra as aventuras de um homem mágico chamado Grandude e seus quatro netos, que ele chama de “Chillers”. Paul originalmente teve a ideia para o livro depois que um de seus oito netos começou a se referir a ele como “Grandude” e o apelido pegou. “Eu queria escrevê-lo para os avós em todos os lugares, por isso lhes dou algo para ler para os netos na hora de dormir”, explicou vovô Paul.

Essa fera do rock é aguardada aqui no Brasil para três apresentações, sendo duas delas em São Paulo, no Allianz Parque, nos dias 26 e 27 de março, e uma outra em Curitiba, no Estádio Couto Pereira. Paul promove sua turnê “Freshen Up” e divulga seu mais recente álbum, “Egypt Station”. 

 

Fonte: Radio Rock – Via e-mail.
Por Marina Sanches – @sancmarina.

NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY

The Bruce McMouse Show foi finalizado, mas acabou sendo arquivado devido às mudanças na formação do Wings.
O filme nunca antes visto de Paul McCartney, The Bruce McMouse Show, começa a ser exibido em alguns cinemas no próximo 21 de janeiro. Ele estará disponível para download a partir do dia 8 de fevereiro.

A produção mistura filmagens de shows com uma animação onde McCartney e a sua antiga banda, o Wings, encontra Bruce McMouse, um rato empresário.
Um trailer do filme já foi lançado e as exibições acontecerão nos Estados Unidos, Canadá, Inglaterra e Austrália. A lista completa dos cinemas participantes e as informações sobre ingressos estão disponíveis no site de Bruce McMouse.
O filme exibe imagens da turnê europeia do Wings, de 1972, filmadas durante shows na Holanda e na Alemanha.
O filme começa com uma performance de “Big Barn Bed”, do Wings, seguida pelas imagens da câmera entrando no palco para mostrar o mundo animado que existe embaixo dele, onde mora a família McMouse.

Enquanto Bruce McMouse conta histórias do seu passado e de seus parentes, o filho aparece e informa McMouse que o Wings está tocando em cima deles. O pai decide que a banda precisa de sua ajuda como produtor e, durante o show , a animação de um rato aparece no meio do estádio para aproveitar a apresentação.

The Bruce McMouse Show conta com as vozes de Paul McCartney, Linda McCartney, Deryck Guyler, Pat Coombs e Derek Nimmo. A direção foi de Barry Chattington.

Fonte: Rolling Stone – Via e-mail.
Por Marina Sanches.

NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY

The FRESHEN UP Tour

Hoje, Paul anunciou seus primeiros shows ao vivo em 2019. Paul fará sua aclamada nova turnê Freshen Up para a América do Sul em março, para um total de quatro shows especiais no Chile, Argentina e Brasil.

O lançamento da turnê coincidiu com Paul marcando seu primeiro álbum número 1 na Billboard, bem como liderando as paradas em muitos países ao redor do mundo.

 

A última viagem de Paul à América do Sul foi em 2017 em sua grande turnê One On One quando ele tocou no Brasil e foi premiado com a venda de mais de 1,5 milhão de ingressos só no Brasil, incluindo seu histórico recorde no Rio em 1990. onde Paul estabeleceu o recorde mundial para o maior público de todos os tempos – 184.000 pessoas!

26 de março Allianz Parque, São Paulo, Brasil

30 de março Estadio Couto Pereira, Curitiba, Brasil

“Eu não posso esperar para voltar ao Brasil! O público é sempre barbaro, o que o torna muito especial para nós. Nós renovamos o show desde nossa última visita e estamos animados para tocar algumas de nossas novas músicas do novo álbum, bem como as músicas que sempre amamos tocar. Queremos ver você, queremos nos divertir e nos divertir com você novamente! ”  – Paul no Brasil.

A experiência ao vivo de Paul McCartney é tudo que qualquer amante de música poderia querer de um show: quase três horas noturnas dos melhores momentos dos últimos 50 anos de música, dezenas de músicas do solo de Paul, Wings e, claro, dos catálogos dos Beatles trilhas sonoras de nossas vidas. Paul e sua banda tocaram uma inigualável variedade de locais e locais nas Américas, Reino Unido, Europa, Japão, Austrália, Nova Zelândia e todos os pontos entre: fora do Coliseu em Roma, a Praça Vermelha de Moscou, o Palácio de Buckingham, a Casa Branca, um show gratuito no México para mais de 400.000 pessoas, o último show do Candlestick Park em São Francisco, onde os Beatles tocaram seu último show em 1966, uma semana de 2016 no deserto da Califórnia que incluiu dois shows no histórico ‘Desert Trip’ festival e um show lotado para algumas centenas de fãs sortudos no Pappy & Harriet’s Pioneertown Palace, e até mesmo uma apresentação ao vivo no Space! Apresentando a banda de Paul dos últimos 15 anos – Paul “Wix” Wickens (teclados), Brian Ray (baixo / guitarra), Rusty Anderson (guitarra) e Abe Laboriel Jr (bateria) – e constantemente atualizaram o estado da arte em áudio e vídeo tecnologia que garante uma experiência inesquecível de todos os lugares da casa, um concerto de Paul McCartney nunca é nada menos que uma mudança de vida.

Maiores informações: www.paulmccartney.com

 

Fonte: www.paulmccartney.com – Via e-mail.

Por Marina Sanches – @sancmarina.