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NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY

The Bruce McMouse Show foi finalizado, mas acabou sendo arquivado devido às mudanças na formação do Wings.
O filme nunca antes visto de Paul McCartney, The Bruce McMouse Show, começa a ser exibido em alguns cinemas no próximo 21 de janeiro. Ele estará disponível para download a partir do dia 8 de fevereiro.

A produção mistura filmagens de shows com uma animação onde McCartney e a sua antiga banda, o Wings, encontra Bruce McMouse, um rato empresário.
Um trailer do filme já foi lançado e as exibições acontecerão nos Estados Unidos, Canadá, Inglaterra e Austrália. A lista completa dos cinemas participantes e as informações sobre ingressos estão disponíveis no site de Bruce McMouse.
O filme exibe imagens da turnê europeia do Wings, de 1972, filmadas durante shows na Holanda e na Alemanha.
O filme começa com uma performance de “Big Barn Bed”, do Wings, seguida pelas imagens da câmera entrando no palco para mostrar o mundo animado que existe embaixo dele, onde mora a família McMouse.

Enquanto Bruce McMouse conta histórias do seu passado e de seus parentes, o filho aparece e informa McMouse que o Wings está tocando em cima deles. O pai decide que a banda precisa de sua ajuda como produtor e, durante o show , a animação de um rato aparece no meio do estádio para aproveitar a apresentação.

The Bruce McMouse Show conta com as vozes de Paul McCartney, Linda McCartney, Deryck Guyler, Pat Coombs e Derek Nimmo. A direção foi de Barry Chattington.

Fonte: Rolling Stone – Via e-mail.
Por Marina Sanches.

NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY

The FRESHEN UP Tour

Hoje, Paul anunciou seus primeiros shows ao vivo em 2019. Paul fará sua aclamada nova turnê Freshen Up para a América do Sul em março, para um total de quatro shows especiais no Chile, Argentina e Brasil.

O lançamento da turnê coincidiu com Paul marcando seu primeiro álbum número 1 na Billboard, bem como liderando as paradas em muitos países ao redor do mundo.

 

A última viagem de Paul à América do Sul foi em 2017 em sua grande turnê One On One quando ele tocou no Brasil e foi premiado com a venda de mais de 1,5 milhão de ingressos só no Brasil, incluindo seu histórico recorde no Rio em 1990. onde Paul estabeleceu o recorde mundial para o maior público de todos os tempos – 184.000 pessoas!

26 de março Allianz Parque, São Paulo, Brasil

30 de março Estadio Couto Pereira, Curitiba, Brasil

“Eu não posso esperar para voltar ao Brasil! O público é sempre barbaro, o que o torna muito especial para nós. Nós renovamos o show desde nossa última visita e estamos animados para tocar algumas de nossas novas músicas do novo álbum, bem como as músicas que sempre amamos tocar. Queremos ver você, queremos nos divertir e nos divertir com você novamente! ”  – Paul no Brasil.

A experiência ao vivo de Paul McCartney é tudo que qualquer amante de música poderia querer de um show: quase três horas noturnas dos melhores momentos dos últimos 50 anos de música, dezenas de músicas do solo de Paul, Wings e, claro, dos catálogos dos Beatles trilhas sonoras de nossas vidas. Paul e sua banda tocaram uma inigualável variedade de locais e locais nas Américas, Reino Unido, Europa, Japão, Austrália, Nova Zelândia e todos os pontos entre: fora do Coliseu em Roma, a Praça Vermelha de Moscou, o Palácio de Buckingham, a Casa Branca, um show gratuito no México para mais de 400.000 pessoas, o último show do Candlestick Park em São Francisco, onde os Beatles tocaram seu último show em 1966, uma semana de 2016 no deserto da Califórnia que incluiu dois shows no histórico ‘Desert Trip’ festival e um show lotado para algumas centenas de fãs sortudos no Pappy & Harriet’s Pioneertown Palace, e até mesmo uma apresentação ao vivo no Space! Apresentando a banda de Paul dos últimos 15 anos – Paul “Wix” Wickens (teclados), Brian Ray (baixo / guitarra), Rusty Anderson (guitarra) e Abe Laboriel Jr (bateria) – e constantemente atualizaram o estado da arte em áudio e vídeo tecnologia que garante uma experiência inesquecível de todos os lugares da casa, um concerto de Paul McCartney nunca é nada menos que uma mudança de vida.

Maiores informações: www.paulmccartney.com

 

Fonte: www.paulmccartney.com – Via e-mail.

Por Marina Sanches – @sancmarina.

 

 

NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY

Paul divulga gravação caseira de “Dear Friend” feita para John Lennon.

Paul divulgou nesta quinta-feira (15) um áudio no YouTube de uma gravação caseira da música “Dear Friend”, lançada originalmente em 1971 no álbum “Wild Life”, do Wings. A informação foi publicada pela revista Rolling Stones americana. Gravada em voz e piano, a versão da música será lançada em dezembro como bônus na reedição do LP de “Wild Life”.

Ao comentar sobre a gravação, o ex-beatle afirmou que a composição é como se ele estivesse conversando com John Lennon depois de todas as disputas com os Beatles terem terminado. “Lembro que ouvi a música recentemente no carro. E eu pensei ‘Oh, Deus'”, disse. “Ouvir isso foi perceber como tudo era verdade. Eu estou tentando dizer para o John: ‘Olha, você sabe, está tudo legal. Tome uma taça de vinho. Vamos ficar bem”.

Paul ainda acrescentou: “Felizmente conseguimos fazer as pazes. Eu fiquei muito feliz porque teria sido terrível se ele tivesse morrido antes de eu conseguir fazer as pazes com ele novamente. Este era eu estendendo a mão. Acho que é muito poderoso de uma forma muito simples. Mas foi sincero”.

Fonte: UOL – Via e-mail.

Por Marina Sanches – @sancmarina

 

NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY

Paul McCartney caiu em depressão com o fim dos Beatles.

Em entrevista a uma estação de rádio da rede BBC,  Paul McCartney confessou ter mergulhado em uma depressão após a ruptura com a banda de Liverpool, em 1970, e ter começado a beber muito depois da separação. “Foi difícil saber o que fazer depois dos Beatles. ‘O que fazer agora?’ Estava deprimido. Estava rompendo com meus amigos da vida, portanto queria a garrafa.” Os Beatles se separaram oficialmente em 1970 após a publicação do álbum Let it Be.

“O negócio nos separou”, reconheceu Paul, que depois da ruptura resolveu “dar um tempo” na Escócia, onde começou a beber com frequência. Foi sua mulher, Linda, quem o ajudou ajudou a sair da depressão, ao formar com ela o grupo musical Wings, que ele admite não ter a genialidade dos Beatles. “Não foi um bom grupo. As pessoas diziam que Linda não podia tocar teclado e era verdade”, disse.

Por outro lado, Paul disse estar tranquilo por ter melhorado a sua relação com o amigo John Lennon antes do seu assassinato em Nova York, em dezembro de 1980. “Foi realmente grandioso que estivéssemos outra vez juntos antes de sua morte porque teria sido algo muito difícil com que lidar”, contou Paul.

Ele ainda admitiu que a competição entre ele e John, nos Beatles, deu origem a alguns dos seus melhores trabalhos musicais.”Quando se é jovem, ocorrem coisas mágicas, estar na banda, concorrer com John, ser um menino e de repente ser famoso… isso deu passo a um bom trabalho”, explicou.

O programa Mastertapes foi gravado em um estúdio da BBC no centro de Londres, onde os Beatles cantaram algumas canções para a rádio nos passados anos 1960. Na gravação, segundo a emissora, estiveram famosos como Brad Pitt e Noel Gallagher, assim como membros do público que fizeram perguntas a Paul McCartney.

Fonte: VEJA.

Por Marina Sanches – @sancmarina.

NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY

Paul McCartney comenta faixas de “Egypt Station”

Após o lançamento mundial de Egypt Station, novo álbum de Paul McCartney, o cantor divulgou em seu canal no YouTube vídeos comentando todas as faixas do seu mais recente trabalho.

O álbum é o 17º disco de estúdio do artista, que já anunciu uma turnê mundial para divulgar suas novas canções.

Opening Station

 

“Quando decidimos que iríamos chamar o álbum de ‘Egypt Station’, eu gostei da ideia de fazer uma montagem de sons que soasse como uma estação. Então, encontramos uma estação e depois adicionamos outra a ela efeitos sonoros de estações reais. E aí começamos a inventar alguns barulhos para fazer soar como um local imaginário. Então, essa é a ideia, como uma localização dos sonhos, de onde toda essa música iria emanar”.

 

I Don’t Know

 

“Eu escrevi essa canção após enfrentar um momento difícil, como todas as pessoas têm. Nada completamente sério ou algo assim, mas só um daqueles dias em que você pensa ‘meu Deus, o que estou fazendo errado aqui?’ e, às vezes, essa é uma boa maneira de escrever uma música, porque está vindo da sua alma. E nós costumávamos dizer que escrever uma música é como conversar com um psiquiatra ou um terapeuta, porque você está falando sobre isso em uma canção, em vez de falar em uma sala para um especialista. Então, foi isso. Pensar sobre esse problema e colocá-lo em uma canção”.

 

Come On To Me

 

“Come On To Me” é o tipo de música de paquera. Eu imagino a mim mesmo, provavelmente nos anos 60, indo a uma festa, vendo alguém e pensando ‘ok, como eu posso chegar nessa pessoa?’. Então, é uma canção imaginária, fantasiosa sobre um cara vendo alguém e pensando ‘nós devíamos encontrar um lugar para ficarmos sozinhos aqui, e talvez trocar informações e coisas assim. E, ei, você parece ter sorrido e dito para mim que queria muito mais do que uma conversa casual. Então, você vem até mim e eu vou até você?’”.

 

Happy With You

 

“Eu estava de férias apenas brincando com o meu violão, pensando sobre os dias em que tinha muito tempo livre e costumava ficar deitado, basicamente, sem fazer nada o dia todo, ficando um pouco chapado e, na verdade, fazendo nada. Muito ocupado sem fazer nada. E aí consegui esse riff no violão e as palavras vieram a mim: ‘I used to lie around all day / I used to get stoned / I used to like to get wasted / But these days I don’t’. Então, é uma música sobre crescer. Tem um período em sua vida, e na vida de algumas pessoas, em que elas não estão sendo tão produtivas ou disciplinadas quanto serão um dia”.

 

Who Cares

 

“Em ‘Who Cares’, eu estava pensando sobre uma música na qual você realmente está falando com as pessoas que devem ouvi-la e, no meu caso, estava imaginando os jovens fãs, todas as pessoas jovens, em geral, que irão ouvir isso e que talvez estejam com algum tipo de problema que os façam ser provocados por outras pessoas. E, nesses dias, pode ser bullying na internet, trolls e tudo isso. Nos meus dias de escola, seriam apenas os valentões e pessoas provocados umas as outras, então eu sei que isso acontece ao redor do mundo todo, com milhões de pessoas. Então, minha ideia foi tentar ajudar, dando algum tipo de conselho. A música fala sobre você já estar farto de pessoas intimidando você, sobre ter sido chamado de nomes e, afinal, quem liga? Mas há uma virada no fim do refrão: eu ligo”.

 

Fuh You

 

“Algumas canções você escreve antes das sessões de gravações, enquanto outras você inventa no estúdio e pensa em ideias conforme você vai trabalhando. Com ‘Fuh You’, eu estava no estúdio com Ryan Tedder, enquanto o resto do álbum foi feito com Greg Kurstin. Mas, para essa faixa, estávamos apenas pensando em ideias e pequenas peças de melodia e acordes, e a música acabou se formando, parte a parte. Então, eu tentei fazer com que a história tivesse sentido, com o ‘Come on baby now, fale sobre você e conte a verdade, deixe-me conhecer você, quero saber como você se sente’. Basicamente, partiu daí. É como uma música de amor, mas atrevida”.

 

Confidante

 

“Com a música ‘Confidante’, eu estava em casa olhando para o canto em que meu velho violão Martin estava apoiado. Normalmente, eu o deixo lá caso tenha vontade de tocar violão ou escrever uma música, ou qualquer outra coisa. E eu pensei comigo mesmo que não estava tendo tempo, ultimamente, de tocar violão. E isso me lembrou de quando nós compramos nossos primeiros violões, anos e anos atrás, que eles seriam como amigos, como um confidente. Você iria até um canto e escreveria uma música e contaria todos os seus problemas para o seu violão. É uma música de amor ao violão. Sobre como ele era meu confidente e eu contava todos os meus segredos. Aliás, diferente de meus, até então amigos da época, o violão ficou do meu lado enquanto eu lutava, então isso virou um símbolo de um companheiro, um amigo, um confidente.”

 

People Want Peace

 

“Nós fizemos um show em Israel, alguns anos atrás, e eu queria ia à Palestina antes de ir para lá, porque eu estava bastante ciente de toda a situação política do local. Eu não queria que parecesse que eu estava apenas ignorando a Palestina, tocando apenas em Israel. Então, eu dei um jeito de ir à Palestina, atravessando a fronteira, para ir a uma escola de música e apertar a mão das crianças e ouvi-las tocando música, para mostrar solidariedade com o povo palestino. Depois, quando voltei a Israel, me encontrei com pessoas muito legais de um grupo político chamado ‘One Voice’, e nós acabamos vestindo o emblema do grupo no show, em Tel Aviv. Toda a ideia foi uma missão de paz, na verdade, porque essas crianças eram ótimas, eu digo crianças, mas eram jovens adultos, e eu perguntei o que elas queriam e elas disseram: ‘tudo o que queremos fazer é viver em paz, criar nossas famílias e poder continuar com nossas vidas’. Então, isso se juntou com algo que eu perguntava a meu pai, quando era criança, porque estávamos vendo várias coisas sobre a guerra nos jornais e TV: ‘o que é isso? As pessoas querem paz ou apenas gostam de lutar?’. E ele olhou para mim e disse: ‘não, algumas pessoas querem paz. São os políticos e os líderes que entram em guerras, não as pessoas’. Então, isso sempre me marcou como uma ótima frase”.

 

Hand In Hand

 

“Às vezes as músicas apenas vêm a você tarde da noite e eu tenho um piano em casa. E acontece que esse piano costumava ser do meu pai, então é especial para mim. E eu estava sentado nele em uma noite e comecei a encontrar esses acordes, que formam o começo de ‘Hand in Hand’. É basicamente uma música de amor e, enquanto eu escrevia, estava imaginando eu e Nancy prestes a viver nossas vidas de mãos dadas. Foi no começo de nosso relacionamento. E aí eu comecei a pensar que há milhares de pessoas nessa situação, que encontraram alguém que elas amam e querem viver a vida de mãos dadas e criar uma parceria. E foi ótimo, quando nós gravamos tivemos duas mulheres tocando violoncelo, é tudo o que há na música além da banda, e foi ótimo porque nós gostamos do que elas fizeram, agradecemos e uma delas disse: ‘sabe, eu vou me casar pela segunda vez e estou um pouco nervosa, mas essa música me fez pensar que tudo dará certo’. Então, é isso. Essa é a razão logo ali para ter escrito essa música”.

 

Dominoes

 

“Uma das coisas interessantes sobre músicas é que elas geralmente vêm de algo que aconteceu na sua vida e a sua canção é a reação a isso. Pode ser algo bem pequeno, você pode ter tido uma discussão com alguém e você pode sair e pensar em tocar violão por um tempo. E essa faixa começou assim. É uma música sobre como as coisas estão realmente bem, mas elas nem sempre parecem bem. E aí lembrei dessa imagem de dominós, quando as pessoas alinham milhares de dominós e eles derrubam o primeiro e todos caem em sequência. Eu imagino isso como sendo simbólico da vida, quando uma pequena ação pode ter um grande efeito nessa grande fila de dominós. E quando eu gravei, quis fazer algo bem pessoal. Mesmo quando todos esses dominós caem, a vida continua e, na verdade, no fim está tudo bem”.

 

Back In Brazil

 

“Eu estava em turnê no Brasil em um daqueles bons dias em que não há nada planejado. Havia um piano no quarto do hotel e eu criei esse riff com a ideia de estar de volta ao Brasil, e havia uma garota que sonha com o futuro e um mundo muito melhor. Ela conhece um homem e se encaixa nos planos dele. Então, é uma história sobre um casal, provocações e sofrimentos. Ela planeja um encontro, mas ele não pode comparecer porque está trabalhando até tarde. Apenas uma história imaginária de dois jovens brasileiros. A música é dançante, então quis colocar um ritmo brasileiro nela e ter o sabor”.

 

Do It Now

 

“‘Do It Now’ é uma expressão que meu pai costumava usar. É engraçado, conforme você envelhece, você lembra de coisas que seus pais ou seus professores, ou amigos, diziam, e se tinham um bordão. E um dos maiores bordões do meu pai, era ‘Do It Now’ [faça isso agora]. Você dizia que faria depois e ele falava ‘faça agora’. E ele costumava dizer D.I.N. E eu sempre pensava que esse era um ótimo nome para um selo de gravação. Isso sempre esteve na minha cabeça, então procurei uma ideia para escrever uma música sobre isso. Comecei com a ideia de estar em uma jornada e ser convidado a algum lugar, então estou indo a algum lugar na minha imaginação e a ideia é: se eu não fizer isso agora, eu talvez nunca chegue a esse lugar. É uma jornada imaginária sugerida pelo fato de que meu pai teria dito: ‘vá nessa jornada agora, não deixe para que fique muito tarde’.”

 

Caesar Rock

 

“Às vezes quando eu chego no meu estúdio com meu engenheiro de som Steve, nós inventamos algumas coisas. Nós não temos ideia do que fazer, mas nós tocamos coisas que estamos interessados. Eu talvez comece a fazer algo com a bateria eletrônica, depois coloque um pouco de piano e baixo, talvez cante algumas ideias. E teve um dia em que começamos a fazer essa música. Eu estava tocando no auto-tune algo que eu estava familiarizado por ter trabalhado com o Kanye. De certa maneira, é um sacrilégio, mas pensei que as pessoas ouvem algumas gravações dos Beatles, como ‘Tomorrow Never Knows’, e há vários barulhos. Então, começamos com ‘She is a Rock’, mas acabou virando ‘Caesar Rock’ porque estávamos nos divertindo. Então, gosto bastante dessa música porque é um pouco excêntrica. Nós juntamos um grupo no estúdio e fizemos o refrão. E uma das coisas que mais gosto é que, mesmo no final dessa canção, eu continuo sem saber como aconteceu, mas deve ter sido eu que gritei ‘She’s got matching teeth’ [Ela tem dentes combinados]. Eu gostei muito de ‘Matching Teeth’ e até trabalhei com a ideia de ser o nome de um álbum. Nos divertimos muito com ‘Caesar Rock’”.

 

Despite Repeated Warning

 

“Eu estava no Japão, lendo o jornal Tokyo Times ou Japan Times, acho, e havia algo sobre mudança climática e aquela típica coisa de que as pessoas não estão realmente fazendo nada sobre o assunto, que tudo ficará bem e não é necessária preocupação, etc. Claro, esses icebergs derretendo não têm importância, não estão derretendo em Londres, então não há importância. E a frase que estava na matéria era ‘Despite Repeated Warnings’ [Apesar dos avisos repetidos]. Eu gostei dessa frase e achei que resumia muito o que as pessoas pensavam. E aí quis fazer uma música na qual eu usasse simbolismo e a pessoa seria simbólica de certos políticos e pessoas que discutem que a mudança climática é um boato. Conhecemos algumas pessoas assim. E aí pensei em um capitão e ele está dirigindo um barco e decide ir em direção aos icebergs. Ele foi avisado, mas decide seguir em frente porque acredita que está certo e acha que estão se preocupando demais com isso. É uma história, como o Titanic se tivessem sido avisados que eles afundariam por conta de um iceberg e o capitão não se importasse e achasse que eles ficariam bem. Uma espécie de capitão louco e surdo e todas as pessoas no navio sabendo que ele está errado. É bem simbólico do que está acontecendo em algumas áres das política, na minha cabeça. É uma música como ‘Band On The Run’ ou ‘Live And Let Die’, de certa forma episódica, com uma produção épica. Espero que lembre as pessoas que a mudança climática não é um boato e que nós devemos evitar ter um capitão louco nos dirigindo aos icebergs”.

 

Station II

 

“‘Station II’ é a continuação da abertura do álbum, que nos leva de volta à estação imaginária. Eu gosto da ideia de que é uma estação de trem ou estação de rádio. É apenas um lugar imaginário, então nos divertimos criando uma paisagem sonora. E, no fim, nós achamos uma boa ideia que, vagamente nesta grande estação, alguém plugasse o violão, como se fosse um artista de rua, vindo tocar algumas músicas para conseguir algum dinheiro. Então, ele toca um riff que é o começo de uma das nossas músicas, chamada ‘Hunt You Down’, ficando cada vez mais alta, até que seja, realmente, a música.”

 

Hunt You Down/Naked/C-Link

 

“Essa é uma música de três partes, que vai dessa mais roqueira, ‘Hunt You Down’, que tem a letra ‘I can’t find my love / No matter how hard I try’, de um modo meio blues de reclamar. E aí ela liga à outra música, chamada ‘Naked’, que acontece com uma mudança no tempo no fim de ‘Hunt You Down’, que vai de 4/4 para 3/4, e é muito simples, basicamente gravada por mim sozinho, sobre eu estar pelado desde que eu nasci. Que isso o que enfrentamos é a vida, e todos enfrentam isso. E, na vida, há diversas situações em que você se encontra meio pelado, de certa forma. Socialmente, você pode se sentir pelado, e eu não sei lidar com isso. Então essa é uma música sobre isso. Eu mesmo toquei e cantei no estúdio. E ela leva à outra música, chamada C-Link, no fim, que sou eu totalmente me entregando em querer tocar guitarra, e o take original teve cerca de 11 minutos, acho. Mas sou eu apenas gostando muito de tocar guitarra. As pessoas perguntam para mim: ‘Por que você ainda faz isso?’. E a resposta é porque eu amo isso e ainda estou animado em ter o privilégio de ligar o amplificador, plugar minha guitarra e tocar muito alto. Havia algumas frases um pouco mais melódicas do que as outras, então nós orquestramos algumas das frases e criamos algo como uma composição. Essa é uma ideia que tem me acompanhado há muitos anos, que é ter alguém, desta vez fui eu, para tocar uma guitarra meio blues em contraponto com uma orquestra segurando um acorde. Nesse caso, foi um C [Dó], e depois Cm [Dó Menor]. Então tem a orquestra segurando esses acordes eternamente, enquanto a guitarra está tocando. E isso encerra o álbum. E no fim dessa sessão eu estava me divertindo tanto que é possível ouvir um pequeno ‘Uhul!’”.

Fonte: JBFM.

Por Marina Sanches – @sancmarina

NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY

Paul diz que já se masturbou com John Lennon: “Foi uma boa diversão inofensiva”

Em uma nova entrevista com GQ publicada na terça-feira (11 de setembro), Paul  foi extremamente sincero com a revista masculina e compartilhou uma breve anedota sobre uma sessão de masturbação em grupo que envolveu a si mesmo,  John Lennon  e três amigos de Lennon.

“O que aconteceu foi na casa de John, e foi apenas um grupo de nós”, disse ele a GQ. “E em vez de ficarmos bêbados e festejando – eu nem sei se ficaríamos lá ou algo assim – estávamos todos apenas nessas cadeiras, e as luzes estavam apagadas, e alguém começou a se masturbar, então todos nós fizemos “

Paul, em seguida, entrou em mais detalhes, dizendo que os cinco garotos se encorajaram a gritar vários nomes de celebridades durante a sessão de masturbação em grupo.

Paul McCartney                                          

“Nós estávamos apenas”, Brigitte Bardot! ‘Whoo!’ e então todo mundo iria se debater um pouco mais “, disse McCartney. “Acho que foi John quem disse, ‘Winston Churchill!’, Acrescentou.

“Não foi uma grande coisa”, continuou ele. “Mas, você sabe, foi exatamente o tipo de coisa que você não pensou muito. Foi apenas um grupo. Sim, é bem atrevido quando você pensa sobre isso. Há tantas coisas assim desde quando você é uma criança que você olha para trás e você é: ‘Nós fizemos isso?’ Mas foi uma boa diversão inofensiva. Não machucou ninguém. Nem mesmo Brigitte Bardot.

O ex-Beatle também se abriu sobre encontros sexuais com groupies e dissipou mitos de longa data sobre orgias de membros da banda, além de contos mais saudáveis ​​de seu eu mais jovem querendo ser um motorista de caminhão católico e em gravações de estúdio durante seu tempo nos Beatles.

 

Paul McCartney Says He Once Masturbated With John Lennon: ‘It Was Good Harmless Fun’

In a new interview with GQ published on Tuesday (Sept. 11), Paul McCartney got extremely candid with the men’s magazine and shared a brief anecdote about a group masturbation session that involved himself, John Lennon and three of Lennon’s friends.

“What it was was over at John’s house, and it was just a group of us,” he told GQ. “And instead of just getting roaring drunk and partying — I don’t even know if we were staying over or anything — we were all just in these chairs, and the lights were out, and somebody started masturbating, so we all did.”

McCartney then went into further detail, saying that the five boys encouraged each other to shout various names of celebrities during the group masturbation session.

Paul McCartney        

                                  

“It wasn’t a big thing,” he continued. “But, you know, it was just the kind of thing you didn’t think much of. It was just a group. Yeah, it’s quite raunchy when you think about it. There’s so many things like that from when you’re a kid that you look back on and you’re, ‘Did we do that?’ But it was good harmless fun. It didn’t hurt anyone. Not even Brigitte Bardot.”

The former Beatle also opened up about sexual encounters with groupies and dispelled long-believed myths about band member orgies, in addition to more wholesome tales of his younger self wanting to be a Catholic truck driver and in studio recordings during his time in the Beatles.

Check out McCartney on the cover of GQ below.

 

Fonte: Billboard.

Por Marina Sanches – @sancmarina.

NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY.

Paul voltou a figurar no Top 10 de músicas alternativas da Billboard depois de mais de 20 anos.

A faixa em questão é “Come On to Me”, carro-chefe de seu próximo disco, Egypt Station, que será lançado na próxima sexta-feira (07). A última vez que McCartney figurou nesta lista foi em 1997 com “The World Tonight”, do disco Flaming Pie, lançado no mesmo ano.

A faixa em questão é “Come On to Me”, carro-chefe de seu próximo disco, Egypt Station, que será lançado na próxima sexta-feira (07). A última vez que Paul figurou nesta lista foi em 1997 com “The World Tonight”, do disco Flaming Pie, lançado no mesmo ano.

“Come On to Me” subiu do 12° lugar ao 6°, dividindo o Top 10 com bandas e artistas como Death Cab For Cutie — que está na liderança –, Leon Bridges, Tom Petty, John Mayer e mais.

Fonte: Tenho Mais Discos Que Amigos – Via e-mail.

Por Marina Sanches – @sancmarina