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NOTICIAS BEATLES.

Yesterday, e se os Beatles nunca tivessem existido? 

Realizado por Danny Boyle e escrito por Jack Barth e Richard Curtis, “Yesterday” dá palco a Himesh Patel e a Lily James para responderem à pergunta “E se os Beatles nunca tivessem existido?” O filme chega ao grande ecrã ainda este verão, dia 28 de junho. 

Numa pequena cidade no litoral de Inglaterra, Jack Malik (protagonizado por Himesh Patel) vê-se a desistir dos seus sonhos de fama, apesar do apoio da sua melhor amiga de infância, Ellie (protagonizada por Lily James de Mamma Mia! Here We Go Again). Mas tudo muda depois de um acidente de autocarro durante um misterioso apagão que percorreu o mundo inteiro. 

Jack, além de acordar sem os dois dentes da frente, acorda num mundo em que afinal os Beatles nunca existiram. Jack é a única pessoa que se lembra da músicas da mais famosa banda de rock britânica e rapidamente passa de cantor frustrado a estrela mundial. O segredo? As canções de John LennonPaul McCartneyRingo Star, e George Harrison. 

Yesterday” é o novo filme de Danny Boyle, o realizador britânico, vencedor de um Óscar, um BAFTA e um Globo de Ouro com o filme “Quem Quer Ser Bilionário?”e outros sucessos de bilheteira como Trainspotting e “127 horas”. 

Fonte: Dn.pt – Via E-mail 

Por Marina Sanches – @sancmarina 

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NOTICIAS BEATLES.

Último show dos Beatles completa 50 anos.


Os Beatles se apresentaram pela última vez no telhado da Apple Records, em 30 de janeiro de 1969.
Os Beatles já estavam cansados de ser os Beatles quando subiram a um “palco” pela última vez: no dia 30 de janeiro de 1969, os Fab Four pegaram seus instrumentos no topo do edifício do número 3 da Savile Row, no bairro de Mayfair, em Londres, e tocaram para nunca mais tocarem juntos em frente a uma audiência – o último show dos Beatles. A apresentação ficou conhecida como Apple Rooftop Concert.


A história ainda não definiu com certeza de quem foi a ideia: há quem diga que foi do conciliador Ringo Starr, e na lembrança do tecladista Billy Preston, que acompanhou o quarteto na apresentação, a ideia foi de John Lennon. O engenheiro de som Glyn Johnson, célebre por gravar os maiores atos do rock inglês naquele ano (além dos Beatles, Rolling Stones e Led Zeppelin), porém, diz que foi dele.
Fato é que a banda e toda sua laia estavam instalados no prédio da Apple Records, o centro de operações da gravadora, produtora de filmes e estúdio. O plano era – depois de ter gravado e lançado o “White Album” em 1968, e de um período em que Ringo ficou afastado da banda – fazer um filme sobre o processo criativo dos Beatles no estúdio, nas gravações do que seria o disco “Let It Be”. O final seria uma apresentação ao vivo: a primeira desde o último show da banda, em San Francisco, Califórnia (EUA), em 1966.
As filmagens na verdade começaram no Twickenham Film Studios, e eram realizadas de segunda a sexta começando as 9h da manhã, por regulamentações sindicais. Mas a banda já não estava em seu melhor momento no quesito convivência, e o fato de tentar fazer rock and roll no inverno britânico muito cedo não ajudava.

Um trecho do filme “Let It Be”, dirigido por Michael Lindsay-Hogg (que décadas depois revelaria ser filho de Orson Welles) e vencedor de um Oscar de trilha sonora em 1971, mostra um momento em que George Harrison discute com Paul McCartney num tom altamente irônico. “Eu vou tocar o que você quiser que eu toque ou não vou fazer nada”, diz Harrison. “O que quer que te agrade, eu vou fazer.”

Envolvido nas gravações de uma parte das “The Basement Tapes”, com Bob Dylan e a The Band em Nova York, Harrison concordou em retornar a Londres sob uma condição: abandonar as sessões no Twickenham e mover a operação para o prédio da Apple Records.

A turma concordou, equipamentos foram levados do estúdio em Abbey Road, e alguns dias depois dos trabalhos o quarteto decidiu estar pronto para o show ao vivo.

Em um momento revelador do filme “Let It Be”, McCartney tenta de todo jeito convencer John Lennon e fazer a banda voltar ao palco, usando como argumento a série de shows realizados em Liverpool em 1961, depois da temporada na Alemanha. “Quando voltamos, os shows foram terríveis, estávamos nervosos. Mas continuamos a tocar e então a gente tinha eles nas mãos. Se alguém tivesse filmado aquelas apresentações… elas foram fantásticas”, diz Paul.
A sugestão de um show surpresa, inesperado, insólito, é tentadora demais mesmo para Lennon. A história segue e conta que depois de algumas especulações megalomaníacas como Los Angeles, o Coliseu e uma ilha na Grécia, a banda concordou em fazer subir os equipamentos e tocar no terraço, na hora do almoço, na região central de Londres.

Instrumentos, a estrutura de palco, o sistema de PAs, microfones e cabos foram levados quatro lances de escada acima, e no dia 30 de janeiro de 1969 uma pequena turma de amigos, além da equipe de filmagem, começava a presenciar aquela que seria a última aparição dos quatro Beatles juntos tocando suas músicas.
A missão de montagem e mixagem do som ficou por conta dos engenheiros Glyn Johns, Keith Slaughter e Dave Harries. Um dos problemas a serem resolvidos pela equipe era o vento nos microfones. Eles então mandaram um operador de fitas novato (ninguém menos que Alan Parsons) ir comprar meias-calças numa loja próxima. “Eu recebi muitos olhares estranhos”, lembrou Parsons anos depois.

O som foi mixado numa máquina de gravação de 8 canais, e o grupo performou algumas tomadas de cinco canções: “Get Back”, “Dig a Pony”, “I’Ve Got a Feeling”, “Don’t Let Me Down” e “One After 909”.

 

Embora o filme se encontre hoje fora de catálogo, alguns vídeos e trechos ainda podem ser encontradas na web.

 

 

Fonte: UAI – Via e-mail.
Por Marina Sanches – @sancmarina.

NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY.

Ouça as 12 músicas mais estranhas de Paul McCartney.

maravilhoso Paul!!!

Segundo a revista Rolling Stone, o ex beatle Paul McCartney era conhecido por escrever músicas simples de amor. Se por um lado John Lennon sempre foi considerado o compositor mais experimental dos The Beatles, Paul apostava em escalas mais conservadoras.

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Para toda regra existe uma excessão. Nesse quadro, a Rolling Stone listou as 12 canções que mais fogem do estilo tradicional de McCartney  sendo: “Kreen-Akrore” (1970), “Check My Machine” (1980), “Wild Honey Pie” (1968), “Mary Had a Little Lamb” (1972), “Thrillington” (1977), “Temporary Secretary” (1980), “Nod Your Head” (2007), “Famous Groupies” (1978), “Loup (1st Indian on the Moon)” (1973), “Free Now” (2000), “All You Horseriders” (2011) e “Uncle Albert/Admiral Halsey” (1971).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Catraca Livre – A Cidade na sua mão.

Por Marina Sanches – @sancmarina

NOTICIAS BEATLES – EXPOSIÇÃO BEATLES

Exposição Beatles, conheçam a “Exposição Beatles Revolution”, com certeza vocês gostarão, no local mesmo vocês poderão ter contato com alguém que entende muito de Beatles.

No Shopping Cidade de Sorocaba.

Comemorando os 05 anos do Shopping Cidade de Sorocaba, os 50 anos dos discos “Yellow Submarine” e “The Beatles” (White Album), e os 78 anos de John Lennon, o seu fã-clube Revolution vai realizar junto ao Shopping Cidade de Sorocaba, uma Exposição Beatles, levando nosso evento ao interior de São Paulo, após inúmeros pedidos.

A Exposição e os shows são gratuitos ao público.

Beatles Kids:

Na Exposição além de mostrar objetos originais e raros da época, vamos ter um “Ateliê de Montagem de Bonecos Beatles Kids” para crianças

e uma “miniexposição” de brinquedos, jogos e bonecos dos Beatles.

Lembramos que nossos eventos Kids foram criados em 1994.

O horário de funcionamento desse ateliê será das 14:00 às 20:00 horas.

Shows musicais:

Com uma programação extensa de shows, além da Exposição e da loja Revolution, os fãs vão poder curtir Beatles como nunca.

A Exposição começa dia 6 de setembro (quinta-feira) e vai até o dia 07 de outubro (domingo) de 2018, com shows acústicos e da banda Revolution, sempre às 19:00 horas, com uma hora de duração.

Para esses shows acústicos queremos convidar os músicos da região que tocam e aqueles que cantam as músicas dos Beatles a virem dar uma canja, mas pedimos que se apresente pelo menos uma hora antes do show iniciar, à nossa equipe, para podermos organizar a programação musical.

Os shows acústicos vão acontecer nos seguintes dias, sempre às 19:00 horas:

 

06/09 – Quinta-feira – abertura do evento

07/09 – Sexta-feira

08/09 – Sábado

09/09 – Domingo

 

 

14/09 – Sexta-feira

15/09 – Sábado

16/09 – Domingo

 

21/09 – Sexta-feira

22/09 – Sábado

23/09 – Domingo

 

28/09 – Sexta-feira

29/09 – Sábado

30/09 – Domingo

 

 

05/10 – Sexta-feira

07/10 – Domingo – Encerramento do evento

 

Dia 06/10/2018 – sábado, show especial com a banda Revolution completa, em homenagem aos 78 anos de John Lennon.

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Thiago, Marco, José Roberto, Elihu e Nilton

 

Loja Beatles Revolution

 

 

Com os mais diversos produtos oficiais e exclusivos, nossa loja está preparada para atender ao mais exigente fã dos Beatles, do iniciante ao hardcore.

 

Desde Disco de Vinil Importados e Raros, aos discos nacionais da época, Livros em Português e Inglês, CDs importados e raros, DVDs Beatles e carreira-solo, Camisetas, Boddy, Almofadas, Chaveiros, Porta-retratos em MDF, Pulseiras, Buttons, Chaveiros, Abridor de garrafas, Imã de geladeira, Quebra-cabeças, Porta Copos, Canecas, Copos, enfim, uma lista enorme de produtos Beatles.

Venha conferir.

Trabalhamos com todos os cartões de credito e débito.

 

Serviço: Evento gratuito

Local: Shopping Cidade de Sorocaba

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Sorocaba – São Paulo

Av. Itavuvu 3373 – Jd Maria Eugênia

Tel. 15 – 3333-0200

De segunda a sábado das 10:00 às 22:00 horas

Domingos e feriados das 12:00 às 20:00 horas 

Fonte:  http://www.beatlesrevolution.co.uk

Por Marina Sanches – @sancmarina

“O dia em que os Beatles subiram no telhado”.

O dia em que os Beatles subiram no telhado e fizeram a sua última apresentação.

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Os Beatles se apresentavam juntos pela última vez, com um show em Londres. Paul McCartney, John Lennon, George Harrison, Ringo Starr e o tecladista Billy Preston fizeram uma apresentação supresa no telhado da sede da gravadora Apple, no centro comercial da capital inglesa.

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O show durou por volta de 42 minutos e o set incluiu nove takes de cinco canções, “Get Back”, “Don’t Let Me Down”, “I’ve Got a Feeling”, “One After 909” e “Dig a Pony”, antes da polícia chegar e interromper o show. Cenas da última apresentação foram usadas posteriormente no documentário “Let It Be”, de 1972, e gravações de “I’ve Got a Feeling”, “One After 909” e “Dig a Pony” entraram no LP de mesmo nome.

Até hoje, não se sabem quem foi que teve a ideia de fazer este show, mas consta que a decisão foi tomada poucos dias antes. De acordo com o livro “The Complete Beatles Chronicle”, de Mark Lewisohn, George trouxe Preston na esperança de que um músico de fora pudesse ajudar o grupo a manter o foco.

“Havia um plano para tocar ao vivo em algum lugar. Estávamos pensando para onde poderíamos ir. Ah, o Palladium ou o Sahara. Mas teríamos que levar todo o equipamento, então decidimos: Vamos subir no telhado”, conta Ringo no livro “The Beatles Antology”.

Quando a banda começou a tocar, houve muita comoção entre os espectadores que estavam passando na rua, muitos estavam em seu horário de almoço. Quando a noticia se espalhou, uma multidão se formou nas ruas e nos telhados dos prédios, a polícia avaliou que o show estava causando tumulto no trânsito e nas ruas.

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Paul improvisou a letra de “Get Back” para falar da situação: “Você está brincando no telhado de novo e sabe que sua mãe não gosta, ela vai mandar te prender!”. Com a conclusão de “Get Back”, o show terminou e John agradeceu: “Quero agradecer em nome do grupo e de nós todos e espero que tenhamos passado no teste”.

 

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O grupo ainda gravaria mais um álbum de estúdio, “Abbey Road”, mas a banda terminou oficialmente em novembro de 1969 sem fazer outro show.

Fonte: Diário 24h – via e-mail.

Por Marina Sanches

NOTICIAS BEATLES

Confira seis produções sobre os Beatles disponíveis no catálogo da Netflix

Documentário sobre explosão mundial

 dos Fab Four, “The Beatles: Eight Days a Week – The Touring Years” é a nova atração da plataforma.

Novidade no cardápio da Netflix, o documentário The Beatles: Eight Days a Week – The Touring Years reforça que a paixão pelos Beatles segue intensa em diferentes gerações. E os responsáveis pelo inesgotável baú de produtos relacionados aos Fab Four – de gravações inéditas, ainda garimpadas após mais de 50 anos, a uma diversificada linha de memorabilia – sabem que é via banda larga que tanto o catálogo de discos clássicos quanto os filmes relacionados à banda encontram seu novo público.

Eight Days a Week foi lançado nos cinemas em 2016. Quem dirige é o cineasta Ron Howard, de filmes como Uma Mente Brilhante (2001), ganhador de quatro Oscar. O foco do documentário está sobre os anos em que John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr rodaram o mundo embalados pela explosão da beatlemania – de 1962, quando lançaram o compacto com Love Me Do, até 29 de agosto de 1966, dia da última apresentação pública do quarteto, em San Francisco. Fã dos Beatles, Howard teve acesso a muitas imagens inéditas para costurar no longa-metragem, combinando trechos e bastidores de shows, a rotina dos rapazes em hotéis, coletivas de imprensa e junto aos fãs e depoimentos atuais de Paul e Ringo e de fãs famosos como Whoopi Goldberg e Elivis Costello.

A Netflix conta com outras atrações para os beatlemaníacos. Uma delas é o documentário George Harrison: Living in the Material World, emocionante tributo que o diretor Martin Scorsese presta ao guitarrista que fez frente à parceria Lennon/McCartney criando clássicos do porte de While My Guitar Gently Weeps e Something. A produção destaca o papel de Harrison na ascensão dos Beatles, sua insatisfação com o papel secundário no grupo, a exitosa carreira solo iniciada com o álbum duplo All Things Must Past (1970), sua imersão na espiritualidade e a luta contra o câncer que o matou em 2001.

No campo da ficção, o filme O Garoto de Liverpool (2009), de Sam Taylor-Wood, narra a conturbada adolescência de John Lennon (vivido por Aaron Johnson), período que moldou sua personalidade e se refletiu na sua arte. Lennon foi marcado pela ausência do pai, a negligência da mãe e o afeto austero da tia que o criou. O enredo segue o rapaz até os primeiros ensaios com Paul e George.

Aos pequenos futuros beatlemaníacos, a Netflix oferece a série de animação Beat Bugs (2016), com simpáticos insetos em histórias embaladas por canções dos Beatles nas vozes de, entre outros artistas, Eddie Vedder, Robbie Williams, Sia e Rod Stewart.

Também estão disponíveis na plataforma outros dois documentários recentes, ambos mais protocolares e com informações manjadas pelos mais íntimos do universo beatle: How the Beatles Change The World (2017), de Tom O’Dell, fala da importância, impacto e legado do grupo na cultura pop; e It Was Fifty Years Ago Today! The Beatles: Sgt. Pepper and Beyond (2017), de Alan G. Parker, lembra os 50 anos da revolucionária obra-prima Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, um dos discos mais importantes de todos os tempos.

 

 

Fonte: Gauchazh – Via e-mail.

Por Marina Sanches

NOTICIAS BEATLES – CURIOSIDADES.

Como se falava dos Beatles sob o olhar atento da censura.

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Um novo livro de Abel Soares Rosa recorda a forma como a imprensa portuguesa deu a conhecer o fenómeno gerado pelos fab four entre a revelação do grupo e inícios dos anos 70

Maria Emília, estudante de Filologia Românica, dizia que o “aspeto físico” do grupo “não é atraente nem recomendável”. Para Manuel, estudante de Arquitetura, eram “instrumentos duma vasta máquina de propaganda que desde um Elvis Presley procura impor a essa parte da juventude um ídolo que lhes satisfaça as tendências histéricas”.

Imagem de um mobile oferecido por O Século Ilustrado em dezembro de 1968

Imagem de um mobile oferecido por O Século Ilustrado em dezembro de 1968

Armando, um produtor radiofónico, explicava que “refletem o mais lamentável sector da época que atravessamos”. O padre João reparava que “estes meninos ingleses” já “não se distinguem das meninas”. E Maria Beatriz, estudante liceal, acrescentava que “o conjunto português de Gonçalo Lucena (por exemplo) é mais ritmado”… Estas opiniões surgiram a 28 de agosto de 1964 nas páginas da revista Flama. E de quem se falava? Dos Beatles… Pois este é um entre os vários exemplos de abordagens da imprensa nacional ao fenómeno que então era gerado pelos fab four, que se tinham estreado discograficamente em Portugal em novembro de 1963 com o EP She Loves You. Memórias agora reunidas em Os Beatles na Imprensa Portuguesa 1963-1972, de Abel Soares Rosa, livro com tiragem limitada que acaba de ser lançado em autoedição.

A imprensa portuguesa acompanhava então “o fenómeno do vendaval Beatles sempre com a presença tutelar da feroz censura”, explica o autor ao DN, lembrando que “o mais frequente era uma certa irritação nacional contra o rock”n”roll e qualquer outro tipo de libertação”. No início dos anos 60, o fenómeno gerado pelos Beatles era descrito como sendo “decadente, revolucionário, caótico”, sublinhando que havia quem defendesse que “eletronicamente andavam a explorar as débeis sensibilidades adolescentes”.

 

 

Fonte: DN – ARTES – VIA EMAIL.

Por Marina Sanches – @sancmarina