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NOTICIAS BEATLES

Back in the U.S.S.R., a paródia dos Beatles que virou uma proposta de paz.

A faixa que abre o subversivo álbum duplo do The Beatles que leva o nome da banda chocou o mundo ocidental em 1968. Mas, acima de tudo, deixou claro aos amantes russos de música que eles não estavam sozinhos.

“Os Beatles nos trouxeram a ideia de democracia. Para muitos de nós, este foi o primeiro buraco na Cortina de Ferro”, diz o roqueiro Sacha Lipnitski, mencionado no livro “How the Beatles Rocked the Kremlin”, de Leslie Woodhead.

Se você quisesse algo realmente difícil na União Soviética nos anos 1960 e 1970, então tentaria conseguir os vinis dos Beatles contrabandeados.

A intransponível Cortina de Ferro não conseguiu impedir os dedicados fãs da banda no bloco oriental, que contrabandearam seus discos aos montes e se tornaram hippies, dissidentes e músicos que definiram uma geração inteira.

O amor aos garotos de Liverpool foi uma das poucas coisas que abreviou as distâncias entre o Ocidente e os cidadãos soviéticos. Na época, o macartismo atacava a “ameaça” do comunismo e a “Nova Esquerda” estava ocupada digerindo Orwell e Soljenitsin e alternando sua opinião sobre a União Soviética, que então passava a já não ser bacana. No pensamento daqueles tempos, a Guerra Fria não era motivo de riso.

Os Beatles incorporavam a cultura popular na época, mas isso não os impedia de serem espertinhos. Sempre antagonistas, eles não senão investir na temática e tentar rasgar a nova narrativa ocidental. Coloque a faixa de abertura do White Album para tocar, “Back in the U.S.S.R”.

“Back in the U.S.S.R” é irônica do início ao fim. Antes mesmo entrar na política da Guerra Fria presente na música, seu som – o otimista riff de piano de blues de sete compassos é uma completa e óbvia paródia do som que é a cara dos Beach Boys (apesar de Mike Love ter estado no retiro dos Beatles em Rishikesh, na Índia, quando a música estava sendo composta, quando a aprovou).

Além disto, há o título, que conseguiu zombar tanto de “Back in the U.S.A.”, de Chuck Berry, quanto da campanha do premiê britânico Harold Wilson, intitulada “I’m Backing Britain”.

É claro que a trolagem da música é impressionante não apenas por ser multifacetada, mas por sua capacidade de provocar tanto tumulto com tão pouco. Frases como “as garotas da Ucrânia realmente me derrubam” e “deixe-me ouvir suas balalaicas tocando”, longe de serem celebrações da cultura soviética, eram leves zombarias de sua desleixada aparência (digamos que as mulheres de Moscou e da Ucrânia não gozavam na década de 1960 da reputação que têm hoje).

Em seguida, há “Georgia’s always on my my my my my my my my my mind”, que relembra o hit de 1930 de Hoagy Carmichael, “Georgia on My Mind”. A única diferença aqui, é claro, é que ela se refere ao norte do Cáucaso, e não ao Estado do sul dos EUA.

De certo modo, o que fez de “Back in the U.S.S.R.” uma sátira tinha menos a ver com o que a música dizia sobre a União Soviética do que com o fato de que ela simplesmente mencionava o país comunista.

Algo que mais parecia uma versão ridícula de “California Girls”, dos Beach Boys, a única coisa nela que se assemelhava a uma mensagem política era seu retrato de russos e americanos em paridade.

Como Paul McCartney explicou em sua biografia, o protagonista da música é “alguém que não tem muito, mas ainda assim é tão orgulhoso de si próprio quanto um norte-americano seria”.

No meio da paranoia de 1968, porém, isto foi suficiente para um escândalo.

Mordendo a isca

As pessoas entenderam a piada em 1968, para ser justo. O “White Album”, que ganhou 19 discos de platina, mostrou o que os Beatles tinham de mais humano e brincalhão. No contexto mais amplo do LP, “Back in the U.S.S.R.” era apenas uma forma mais crua e contundente da audácia que estava presente ao longo do disco.

Mas teve quem não se impressionasse. A ultraconservadora John Birch Society, por exemplo, se ofendeu particularmente com a frase “You don’t know how lucky you are, boys” (“Vocês não sabem como são sortudos, garotos”) e acusou a banda de fomentar o comunismo e simpatizar com o inimigo.

Para além da afronta, surgiram também teorias da conspiração. O comentarista Gary Allen, direitista, traçou paralelos entre “Back in the U.S.S.R.” e outro clássico do “White Album”, a canção “Revolution” para concluir que os Beatles eram, na verdade, stalinistas que “tinham tomado a linha de Moscou contra os trotskistas”.

Também se diz que foi  Allen quem começou o boato de que a banda fez uma viagem secreta à URSS e fez um show particular para o Comitê Central – teoria que se dissipou um pouco após o governo soviético classificar os Beatles como “o arroto da cultura ocidental”.

Não foi surpresa que parte da “Nova Esquerda” também criticou música, lançada em meio à ocupação soviética da Tchecoslováquia, em 1968. Ian MacDonald resumiu este sentimento em seu livro de 1995, “Revolution in the Head”, em que relembrou a música como um “gracejo sem tato”.

Sem gestos vazios

Os Beatles não se incomodaram com as críticas sobre “Back in the U.S.S.R.”. McCartney disse à Playboy: “Eles gostam de nós por lá, mesmo que os chefes no Kremlin não o façam”.

Naturalmente, nenhuma música mostrou melhor a conexão proibida da banda com seus fãs soviéticos do que “Back in the U.S.S.R.”, interpretada ilicitamente (mas por demanda popular) por Elton John, nas Olimpíadas de 1980, em Moscou. Quando Paul McCartney finalmente recitou o hino da paz, na Rússia, em 2003, com Putin na primeira fileira, a multidão se derreteu.

Mas não foi surpresa. “Back in the U.S.S.R.” é atemporal, mas por motivos que vão além do apelo global dos Beatles. Em um mundo tenso, cheio de acusações de espionagem, guerras por procuração e sapatadas, a música tinha teor político o suficiente para irritar os senhores do mundo, ao mesmo tempo em que soava como uma piada particular para todas as outras pessoas. A sátira musical não consegue ser mais pungente que isto!

Fonte: https://br.rbth.com/cultura/84312-back-in-the-ussr  – Via email

Por Marina Sanches – @sancmarina

NOTICIAS BEATLES.

Yesterday, e se os Beatles nunca tivessem existido? 

Realizado por Danny Boyle e escrito por Jack Barth e Richard Curtis, “Yesterday” dá palco a Himesh Patel e a Lily James para responderem à pergunta “E se os Beatles nunca tivessem existido?” O filme chega ao grande ecrã ainda este verão, dia 28 de junho. 

Numa pequena cidade no litoral de Inglaterra, Jack Malik (protagonizado por Himesh Patel) vê-se a desistir dos seus sonhos de fama, apesar do apoio da sua melhor amiga de infância, Ellie (protagonizada por Lily James de Mamma Mia! Here We Go Again). Mas tudo muda depois de um acidente de autocarro durante um misterioso apagão que percorreu o mundo inteiro. 

Jack, além de acordar sem os dois dentes da frente, acorda num mundo em que afinal os Beatles nunca existiram. Jack é a única pessoa que se lembra da músicas da mais famosa banda de rock britânica e rapidamente passa de cantor frustrado a estrela mundial. O segredo? As canções de John LennonPaul McCartneyRingo Star, e George Harrison. 

Yesterday” é o novo filme de Danny Boyle, o realizador britânico, vencedor de um Óscar, um BAFTA e um Globo de Ouro com o filme “Quem Quer Ser Bilionário?”e outros sucessos de bilheteira como Trainspotting e “127 horas”. 

Fonte: Dn.pt – Via E-mail 

Por Marina Sanches – @sancmarina 

NOTICIAS BEATLES.

Último show dos Beatles completa 50 anos.


Os Beatles se apresentaram pela última vez no telhado da Apple Records, em 30 de janeiro de 1969.
Os Beatles já estavam cansados de ser os Beatles quando subiram a um “palco” pela última vez: no dia 30 de janeiro de 1969, os Fab Four pegaram seus instrumentos no topo do edifício do número 3 da Savile Row, no bairro de Mayfair, em Londres, e tocaram para nunca mais tocarem juntos em frente a uma audiência – o último show dos Beatles. A apresentação ficou conhecida como Apple Rooftop Concert.


A história ainda não definiu com certeza de quem foi a ideia: há quem diga que foi do conciliador Ringo Starr, e na lembrança do tecladista Billy Preston, que acompanhou o quarteto na apresentação, a ideia foi de John Lennon. O engenheiro de som Glyn Johnson, célebre por gravar os maiores atos do rock inglês naquele ano (além dos Beatles, Rolling Stones e Led Zeppelin), porém, diz que foi dele.
Fato é que a banda e toda sua laia estavam instalados no prédio da Apple Records, o centro de operações da gravadora, produtora de filmes e estúdio. O plano era – depois de ter gravado e lançado o “White Album” em 1968, e de um período em que Ringo ficou afastado da banda – fazer um filme sobre o processo criativo dos Beatles no estúdio, nas gravações do que seria o disco “Let It Be”. O final seria uma apresentação ao vivo: a primeira desde o último show da banda, em San Francisco, Califórnia (EUA), em 1966.
As filmagens na verdade começaram no Twickenham Film Studios, e eram realizadas de segunda a sexta começando as 9h da manhã, por regulamentações sindicais. Mas a banda já não estava em seu melhor momento no quesito convivência, e o fato de tentar fazer rock and roll no inverno britânico muito cedo não ajudava.

Um trecho do filme “Let It Be”, dirigido por Michael Lindsay-Hogg (que décadas depois revelaria ser filho de Orson Welles) e vencedor de um Oscar de trilha sonora em 1971, mostra um momento em que George Harrison discute com Paul McCartney num tom altamente irônico. “Eu vou tocar o que você quiser que eu toque ou não vou fazer nada”, diz Harrison. “O que quer que te agrade, eu vou fazer.”

Envolvido nas gravações de uma parte das “The Basement Tapes”, com Bob Dylan e a The Band em Nova York, Harrison concordou em retornar a Londres sob uma condição: abandonar as sessões no Twickenham e mover a operação para o prédio da Apple Records.

A turma concordou, equipamentos foram levados do estúdio em Abbey Road, e alguns dias depois dos trabalhos o quarteto decidiu estar pronto para o show ao vivo.

Em um momento revelador do filme “Let It Be”, McCartney tenta de todo jeito convencer John Lennon e fazer a banda voltar ao palco, usando como argumento a série de shows realizados em Liverpool em 1961, depois da temporada na Alemanha. “Quando voltamos, os shows foram terríveis, estávamos nervosos. Mas continuamos a tocar e então a gente tinha eles nas mãos. Se alguém tivesse filmado aquelas apresentações… elas foram fantásticas”, diz Paul.
A sugestão de um show surpresa, inesperado, insólito, é tentadora demais mesmo para Lennon. A história segue e conta que depois de algumas especulações megalomaníacas como Los Angeles, o Coliseu e uma ilha na Grécia, a banda concordou em fazer subir os equipamentos e tocar no terraço, na hora do almoço, na região central de Londres.

Instrumentos, a estrutura de palco, o sistema de PAs, microfones e cabos foram levados quatro lances de escada acima, e no dia 30 de janeiro de 1969 uma pequena turma de amigos, além da equipe de filmagem, começava a presenciar aquela que seria a última aparição dos quatro Beatles juntos tocando suas músicas.
A missão de montagem e mixagem do som ficou por conta dos engenheiros Glyn Johns, Keith Slaughter e Dave Harries. Um dos problemas a serem resolvidos pela equipe era o vento nos microfones. Eles então mandaram um operador de fitas novato (ninguém menos que Alan Parsons) ir comprar meias-calças numa loja próxima. “Eu recebi muitos olhares estranhos”, lembrou Parsons anos depois.

O som foi mixado numa máquina de gravação de 8 canais, e o grupo performou algumas tomadas de cinco canções: “Get Back”, “Dig a Pony”, “I’Ve Got a Feeling”, “Don’t Let Me Down” e “One After 909”.

 

Embora o filme se encontre hoje fora de catálogo, alguns vídeos e trechos ainda podem ser encontradas na web.

 

 

Fonte: UAI – Via e-mail.
Por Marina Sanches – @sancmarina.

NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY.

Ouça as 12 músicas mais estranhas de Paul McCartney.

maravilhoso Paul!!!

Segundo a revista Rolling Stone, o ex beatle Paul McCartney era conhecido por escrever músicas simples de amor. Se por um lado John Lennon sempre foi considerado o compositor mais experimental dos The Beatles, Paul apostava em escalas mais conservadoras.

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Para toda regra existe uma excessão. Nesse quadro, a Rolling Stone listou as 12 canções que mais fogem do estilo tradicional de McCartney  sendo: “Kreen-Akrore” (1970), “Check My Machine” (1980), “Wild Honey Pie” (1968), “Mary Had a Little Lamb” (1972), “Thrillington” (1977), “Temporary Secretary” (1980), “Nod Your Head” (2007), “Famous Groupies” (1978), “Loup (1st Indian on the Moon)” (1973), “Free Now” (2000), “All You Horseriders” (2011) e “Uncle Albert/Admiral Halsey” (1971).

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Catraca Livre – A Cidade na sua mão.

Por Marina Sanches – @sancmarina

NOTICIAS BEATLES – EXPOSIÇÃO BEATLES

Exposição Beatles, conheçam a “Exposição Beatles Revolution”, com certeza vocês gostarão, no local mesmo vocês poderão ter contato com alguém que entende muito de Beatles.

No Shopping Cidade de Sorocaba.

Comemorando os 05 anos do Shopping Cidade de Sorocaba, os 50 anos dos discos “Yellow Submarine” e “The Beatles” (White Album), e os 78 anos de John Lennon, o seu fã-clube Revolution vai realizar junto ao Shopping Cidade de Sorocaba, uma Exposição Beatles, levando nosso evento ao interior de São Paulo, após inúmeros pedidos.

A Exposição e os shows são gratuitos ao público.

Beatles Kids:

Na Exposição além de mostrar objetos originais e raros da época, vamos ter um “Ateliê de Montagem de Bonecos Beatles Kids” para crianças

e uma “miniexposição” de brinquedos, jogos e bonecos dos Beatles.

Lembramos que nossos eventos Kids foram criados em 1994.

O horário de funcionamento desse ateliê será das 14:00 às 20:00 horas.

Shows musicais:

Com uma programação extensa de shows, além da Exposição e da loja Revolution, os fãs vão poder curtir Beatles como nunca.

A Exposição começa dia 6 de setembro (quinta-feira) e vai até o dia 07 de outubro (domingo) de 2018, com shows acústicos e da banda Revolution, sempre às 19:00 horas, com uma hora de duração.

Para esses shows acústicos queremos convidar os músicos da região que tocam e aqueles que cantam as músicas dos Beatles a virem dar uma canja, mas pedimos que se apresente pelo menos uma hora antes do show iniciar, à nossa equipe, para podermos organizar a programação musical.

Os shows acústicos vão acontecer nos seguintes dias, sempre às 19:00 horas:

 

06/09 – Quinta-feira – abertura do evento

07/09 – Sexta-feira

08/09 – Sábado

09/09 – Domingo

 

 

14/09 – Sexta-feira

15/09 – Sábado

16/09 – Domingo

 

21/09 – Sexta-feira

22/09 – Sábado

23/09 – Domingo

 

28/09 – Sexta-feira

29/09 – Sábado

30/09 – Domingo

 

 

05/10 – Sexta-feira

07/10 – Domingo – Encerramento do evento

 

Dia 06/10/2018 – sábado, show especial com a banda Revolution completa, em homenagem aos 78 anos de John Lennon.

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Thiago, Marco, José Roberto, Elihu e Nilton

 

Loja Beatles Revolution

 

 

Com os mais diversos produtos oficiais e exclusivos, nossa loja está preparada para atender ao mais exigente fã dos Beatles, do iniciante ao hardcore.

 

Desde Disco de Vinil Importados e Raros, aos discos nacionais da época, Livros em Português e Inglês, CDs importados e raros, DVDs Beatles e carreira-solo, Camisetas, Boddy, Almofadas, Chaveiros, Porta-retratos em MDF, Pulseiras, Buttons, Chaveiros, Abridor de garrafas, Imã de geladeira, Quebra-cabeças, Porta Copos, Canecas, Copos, enfim, uma lista enorme de produtos Beatles.

Venha conferir.

Trabalhamos com todos os cartões de credito e débito.

 

Serviço: Evento gratuito

Local: Shopping Cidade de Sorocaba

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Sorocaba – São Paulo

Av. Itavuvu 3373 – Jd Maria Eugênia

Tel. 15 – 3333-0200

De segunda a sábado das 10:00 às 22:00 horas

Domingos e feriados das 12:00 às 20:00 horas 

Fonte:  http://www.beatlesrevolution.co.uk

Por Marina Sanches – @sancmarina

“O dia em que os Beatles subiram no telhado”.

O dia em que os Beatles subiram no telhado e fizeram a sua última apresentação.

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Os Beatles se apresentavam juntos pela última vez, com um show em Londres. Paul McCartney, John Lennon, George Harrison, Ringo Starr e o tecladista Billy Preston fizeram uma apresentação supresa no telhado da sede da gravadora Apple, no centro comercial da capital inglesa.

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O show durou por volta de 42 minutos e o set incluiu nove takes de cinco canções, “Get Back”, “Don’t Let Me Down”, “I’ve Got a Feeling”, “One After 909” e “Dig a Pony”, antes da polícia chegar e interromper o show. Cenas da última apresentação foram usadas posteriormente no documentário “Let It Be”, de 1972, e gravações de “I’ve Got a Feeling”, “One After 909” e “Dig a Pony” entraram no LP de mesmo nome.

Até hoje, não se sabem quem foi que teve a ideia de fazer este show, mas consta que a decisão foi tomada poucos dias antes. De acordo com o livro “The Complete Beatles Chronicle”, de Mark Lewisohn, George trouxe Preston na esperança de que um músico de fora pudesse ajudar o grupo a manter o foco.

“Havia um plano para tocar ao vivo em algum lugar. Estávamos pensando para onde poderíamos ir. Ah, o Palladium ou o Sahara. Mas teríamos que levar todo o equipamento, então decidimos: Vamos subir no telhado”, conta Ringo no livro “The Beatles Antology”.

Quando a banda começou a tocar, houve muita comoção entre os espectadores que estavam passando na rua, muitos estavam em seu horário de almoço. Quando a noticia se espalhou, uma multidão se formou nas ruas e nos telhados dos prédios, a polícia avaliou que o show estava causando tumulto no trânsito e nas ruas.

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Paul improvisou a letra de “Get Back” para falar da situação: “Você está brincando no telhado de novo e sabe que sua mãe não gosta, ela vai mandar te prender!”. Com a conclusão de “Get Back”, o show terminou e John agradeceu: “Quero agradecer em nome do grupo e de nós todos e espero que tenhamos passado no teste”.

 

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O grupo ainda gravaria mais um álbum de estúdio, “Abbey Road”, mas a banda terminou oficialmente em novembro de 1969 sem fazer outro show.

Fonte: Diário 24h – via e-mail.

Por Marina Sanches

NOTICIAS BEATLES

Confira seis produções sobre os Beatles disponíveis no catálogo da Netflix

Documentário sobre explosão mundial

 dos Fab Four, “The Beatles: Eight Days a Week – The Touring Years” é a nova atração da plataforma.

Novidade no cardápio da Netflix, o documentário The Beatles: Eight Days a Week – The Touring Years reforça que a paixão pelos Beatles segue intensa em diferentes gerações. E os responsáveis pelo inesgotável baú de produtos relacionados aos Fab Four – de gravações inéditas, ainda garimpadas após mais de 50 anos, a uma diversificada linha de memorabilia – sabem que é via banda larga que tanto o catálogo de discos clássicos quanto os filmes relacionados à banda encontram seu novo público.

Eight Days a Week foi lançado nos cinemas em 2016. Quem dirige é o cineasta Ron Howard, de filmes como Uma Mente Brilhante (2001), ganhador de quatro Oscar. O foco do documentário está sobre os anos em que John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr rodaram o mundo embalados pela explosão da beatlemania – de 1962, quando lançaram o compacto com Love Me Do, até 29 de agosto de 1966, dia da última apresentação pública do quarteto, em San Francisco. Fã dos Beatles, Howard teve acesso a muitas imagens inéditas para costurar no longa-metragem, combinando trechos e bastidores de shows, a rotina dos rapazes em hotéis, coletivas de imprensa e junto aos fãs e depoimentos atuais de Paul e Ringo e de fãs famosos como Whoopi Goldberg e Elivis Costello.

A Netflix conta com outras atrações para os beatlemaníacos. Uma delas é o documentário George Harrison: Living in the Material World, emocionante tributo que o diretor Martin Scorsese presta ao guitarrista que fez frente à parceria Lennon/McCartney criando clássicos do porte de While My Guitar Gently Weeps e Something. A produção destaca o papel de Harrison na ascensão dos Beatles, sua insatisfação com o papel secundário no grupo, a exitosa carreira solo iniciada com o álbum duplo All Things Must Past (1970), sua imersão na espiritualidade e a luta contra o câncer que o matou em 2001.

No campo da ficção, o filme O Garoto de Liverpool (2009), de Sam Taylor-Wood, narra a conturbada adolescência de John Lennon (vivido por Aaron Johnson), período que moldou sua personalidade e se refletiu na sua arte. Lennon foi marcado pela ausência do pai, a negligência da mãe e o afeto austero da tia que o criou. O enredo segue o rapaz até os primeiros ensaios com Paul e George.

Aos pequenos futuros beatlemaníacos, a Netflix oferece a série de animação Beat Bugs (2016), com simpáticos insetos em histórias embaladas por canções dos Beatles nas vozes de, entre outros artistas, Eddie Vedder, Robbie Williams, Sia e Rod Stewart.

Também estão disponíveis na plataforma outros dois documentários recentes, ambos mais protocolares e com informações manjadas pelos mais íntimos do universo beatle: How the Beatles Change The World (2017), de Tom O’Dell, fala da importância, impacto e legado do grupo na cultura pop; e It Was Fifty Years Ago Today! The Beatles: Sgt. Pepper and Beyond (2017), de Alan G. Parker, lembra os 50 anos da revolucionária obra-prima Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band, um dos discos mais importantes de todos os tempos.

 

 

Fonte: Gauchazh – Via e-mail.

Por Marina Sanches

NOTICIAS BEATLES – CURIOSIDADES.

Como se falava dos Beatles sob o olhar atento da censura.

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Um novo livro de Abel Soares Rosa recorda a forma como a imprensa portuguesa deu a conhecer o fenómeno gerado pelos fab four entre a revelação do grupo e inícios dos anos 70

Maria Emília, estudante de Filologia Românica, dizia que o “aspeto físico” do grupo “não é atraente nem recomendável”. Para Manuel, estudante de Arquitetura, eram “instrumentos duma vasta máquina de propaganda que desde um Elvis Presley procura impor a essa parte da juventude um ídolo que lhes satisfaça as tendências histéricas”.

Imagem de um mobile oferecido por O Século Ilustrado em dezembro de 1968

Imagem de um mobile oferecido por O Século Ilustrado em dezembro de 1968

Armando, um produtor radiofónico, explicava que “refletem o mais lamentável sector da época que atravessamos”. O padre João reparava que “estes meninos ingleses” já “não se distinguem das meninas”. E Maria Beatriz, estudante liceal, acrescentava que “o conjunto português de Gonçalo Lucena (por exemplo) é mais ritmado”… Estas opiniões surgiram a 28 de agosto de 1964 nas páginas da revista Flama. E de quem se falava? Dos Beatles… Pois este é um entre os vários exemplos de abordagens da imprensa nacional ao fenómeno que então era gerado pelos fab four, que se tinham estreado discograficamente em Portugal em novembro de 1963 com o EP She Loves You. Memórias agora reunidas em Os Beatles na Imprensa Portuguesa 1963-1972, de Abel Soares Rosa, livro com tiragem limitada que acaba de ser lançado em autoedição.

A imprensa portuguesa acompanhava então “o fenómeno do vendaval Beatles sempre com a presença tutelar da feroz censura”, explica o autor ao DN, lembrando que “o mais frequente era uma certa irritação nacional contra o rock”n”roll e qualquer outro tipo de libertação”. No início dos anos 60, o fenómeno gerado pelos Beatles era descrito como sendo “decadente, revolucionário, caótico”, sublinhando que havia quem defendesse que “eletronicamente andavam a explorar as débeis sensibilidades adolescentes”.

 

 

Fonte: DN – ARTES – VIA EMAIL.

Por Marina Sanches – @sancmarina

 

 

NOTICIAS BEATLES.

Conheça tudo que há de raridade e original sobre CDs e muito mais dos nossos amados Fab Four com quem mais entende sobre eles, faça uma visita e conheça http://www.beatlesrevolution.co.uk, há muitas novidades que só quem entende do assunto pode fornecer “ Marco Antonio Mallagoli”.

 

Lista Revolution de CDs Beatles

O material oferecido abaixo tem em quantidade limitadíssima, portanto se interessar, mande antes um e-mail para – revolution@revolution9.com.br para confirmar a disponibilidade do produto e mande seu endereço com CEP para cálculo da postagem.
Os Cds prensados, são peças únicas, por favor, antes de fazer o pedido, confirme se ainda está em estoque, obrigado.

CDS – 
Preste atenção nessa palavra, pois ela vai aparecer muito abaixo:
outtakes – takes não usados para o disco oficial, diferentes das versões normais.

CDs Prensados, Peças Únicas:

Caixa da BBC  – com 9 CDs, livro, primeira edição original(depois foi relançado, perdendo qualidade várias vezes, sendo vendido em lojas brasileiras), raríssimo – solicitar preço, pelo e-mail – revolution@revolution9.com.br

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Beatles at the Beeb vol. 10 – Cd simples com programas de rádio da BBC, ao vivo, com muitas músicas não gravadas oficialmente, atendendo a pedidos dos ouvintes.
R$ 150,00

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All Things Must Pass (part 2 Acoustic set) – Let It be Rehearsals Vol. 3 – The Beatles – CD alternativo, original da época, com as músicas do George Harrison que não entraram no disco “Let It Be” e ddepois viriam a fazer parte do disco “All Things Must Pass”, em ensaio com a banda completa. 
Apenas músicas. Raridade. – R$ solicitar preço, pelo e-mail – revolution@revolution9.com.br

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 Revolver – The Beatles – 3 1/2 P.S. Twin track Mono Tape Record – a mesma sequencia de músicas do disco oficial, mas com mixagens diferentes,
em Mono, CD alternativo. – R$ 150,00

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Live at BBC Television 1963/1964 – The Beatles – Diversos programas da Televisão da BBC, diferente do rádio, CD alternativo – R$ 250,00

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John lennon – Plastic Ono Band – It´s gonna be alright – Dois Cds com todas as gravações do primeiro disco solo de Lennon, em diversos takes, muitos não usados no disco oficial. Livreto de 10 páginas, com fotos e textos sobre o disco, em papel couche, de excelente qualidade. Muitas das gravações desse CD, não estão na série “The Lost Lennon Tapes”. – solicitar preço, pelo e-mail – revolution@revolution9.com.br

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The Beatles – Revolution – CD simples com diversos outtakes e demos de músicas, principalmente do “White Album”. – R$ solicitar preço, pelo e-mail – revolution@revolution9.com.br

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The Lost Pepperland Reel and Other Rarities – The Beatles – diversos outtakes dos discos “Yellow Submarine” e “Sgt. Pepper´s” e vários demos – solicitar preço, pelo e-mail – revolution@revolution9.com.br

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The Beatles Get Back – Vários outtakes de diversas épocas, com o som perfeito – R$ 150,00

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The Beatles – Rock and Roll Hystory – CD simples japonês, com 22 músicas, a maioria com mixagem diferente, som excelente e acompanha encarte com letras 
– R$ 100,00

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The Vintage songs – The Beatles – CD simples, lacrado, com versões de músicas ao vivo de diversas fontes com o som muito bom e algumas de estúdio com mixagem diferente – R$ 60,00

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Backbeat – trilha sonora do filme, com participação de Dave Grohl, Greg Dulli, Don Fleming, Mike Mills, Thruston Moore e Dave Purner. CD brasileiro da época, fora de catalogo – R$ 80,00

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Children of Sgt. Pepper´s  – CD editado pela revista inglesa MOJO, com diversas bandas atuais, mostrando composições próprias, influenciadas pelo disco “Sgt. Pepper´s”. Capa de papelão. – R$ 80,00

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Let It Be revisited – diversos artistas – CD oficial lançado pela revista inglesa MOJO com vários artistas atuais, fazendo cover das músicas desse disco.. 
– R$ 100,00

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Abbey Road Now – diversos artistas – CD oficial lançado pela revista inglesa MOJO com vários artistas atuais, fazendo cover das músicas desse disco,lacrado. 
– R$ 100,00

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The White Album Recovered – diversos artistas – CD oficial lançado pela revista inglesa MOJO com vários artistas atuais, fazendo cover das músicas desse disco, lacrado. – R$ 100,00

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The songs that influenced The Beatles – CD simples da revista inglesa UNCUT , com diversos artistas originais, cantando músicas que influenciaram os Beatles na carreira musical, como Elvis Presley, Buddy Holly, Chuck Berry, Little Richard, Carl perkins entre outros.Um excelente CD para quem conhecer a verdadeira origam musical dos Beatles – R$ 150,00

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Lennon & McCartney Songbook Volume 1- CD inglês com outros artistas e cantores, muitos originais da época interpertando músicas compostas pela dupla ‘Lennon & McCartney”.  Nesse CD tem John lennon com Elton John em “Lucy in the sky with Diamonds”, entre outras raridades.
Fora de catálogo, raridade. Com folheto contando detalhes das gravações – R$ 150,00

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Lennon & McCartney Songbook Volume 2- CD inglês com outros artistas e cantores, muitos originais da época interpertando músicas compostas pela dupla ‘Lennon & McCartney”. 
Fora de catálogo, raridade. Com folheto contando detalhes das gravações – R$ 150,00

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Songs in the Key of Paul McCartney – CD editado pela revista inglesa MOJO, com músicas compostas pelo Paul McCartney cantada por bandas atuais e músicas que foram inspiradas por ele, para outras bandas. – R$ 100,00

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Beatles Medley – CD Australiano tocado e cantado pela banda “Unlimited Beat”, em medley (mistura de várias músicas em uma só faixa) . – R$ 80,00

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Los Mustangs interpretan A Los Beatles – Cd espanhol, de banda local, cantando músicas dos Beatles. Algumas músicas cantadas em espanhol, com versões dos integrantes da banda. – R$ 80,00

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Billy J. Kramer – Little Children – Vários sucessos do cantor amigo dos Beatles, tendo gravado várias músicas compostas para ele. CD americano –  R$ 60,00

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Magenta Lane – Klaatu – banda canadense, que quando surgiu veio um boato que seriam os Beatles reagrupados(em 1974/5) e esse mistério persistiu por longo tempo, mas eles tem uma grande influência dos Beatles e em muitas músicas lembram bem o quarteto de Liverpool. CD raro, americano, inédito no Brasil. – R$ 100,00

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CD-R de alta qualidade, conforme fotos abaixo: 

Xmas Time Collection – Cd com todas as mensagens de Natal dos Beatles ao Fã-Clube Oficial nos anos 60, remasterizadas (igual a coleção de Vinil recém -lançada), um item imperdivel a qualquer colecionador. – R$ 30,00

Christmas Album front boo

Abracadabra – esse era para ser o nome do LP “Revolver”, e aqui temos dois CDs com diversos outtakes do disco. – R$ 30,00 cada CD

beatles abracadabra11 – R$ 30,00

beatles 2abracadabra1 – R$ 30,00

Minus One Single Vocal Mixes – Vol 1 e 2 – aqueles que compraram o Vol. 03, já sabem a raridade e a preciosidade que é esse CD.Veja abaixo a lista das músicas.
Ou então descubra, você vai amar – R$ 60,00 (CD duplo)

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Alternate Abbey Road – outtakes de estúdio, veja a lista das músicas na foto da contracapa – R$ 30,00.

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The Barret Tapes – O engenheiro de som de Abbey Road, foi incubido de fazer alguns CDs dos Beatles, diferentes dos oficiais para serem lançados no mercado normal pela Apple. Ele ouviu tudo que os Beatles gravaram, fez uma seleção das maiores raridades e montou essa série de CDs abaixo.
Quando terminou o trabalho e entregou a Apple , ele faleceu e por isso esse material ficou inédito até então.
Veja abaixo a lista das músicas desses 5 CDs – R$ 30,00 cada um separado ou R$ 130,00 a coleção com os cinco CDs.

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Codename Russia – Apesar de ter apenas o Ringo na capa, as gravações são das sessões do disco/filme “Let it Be”, a grande maioria delas inédita até o lançamento desse disco.- R$ 30,00

codename russsia capa  codename russia back

Gone Tomorrow, Here Today – sessões da gravação de músicas do “White Album”, incluindo a música que dá título ao CD, inédita oficialmente, entre outras preciosidades. – R$ 30,00

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Minus One Bonus Alternate Mixes – a grande maioria das músicas tinha a voz dobrada, uma exigência de George Martin, e aqui elas aparecem apenas com a voz principal, mas todas são as gravações oficiais, que ficaram bem diferentes. – R$ 30,00

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Off White – sessões de gravação do “White Album” acústico, em uma reunião que fizeram na casa de George Harrison, para mostrar as músicas e amadurecer ideias de arranjos. – R$ 30,00

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Ultimate collection vol. 1 – a primeira hora de gravação do que seria o disco/filme “Let it Be”, na integra. – R$ 30,00

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Ultimate collection vol. 2 – a segunda hora de gravação do que seria o disco/filme “Let it Be”, na integra. – R$ 30,00

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Ultimate collection vol. 3 – a segunda hora de gravação do que seria o disco/filme “Let it Be”, na integra. – R$ 30,00

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Hail Hail Rock and Roll – Cd com gravações da época do “Let It Be”, mas focado nas músicas rápidas, com muita raridade – R$ 30,00

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Live at Hollywood Bowl – CD duplo com todos os shows de 64 e 65 completos, com o som muito bom à excelente. – R$ 60,00

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The Silver Beatles aka Quarrymen – CD duplo, com gravações dos Beatles no inicio de carreira, antes do sucesso, com muita raridade. – R$ 60,00

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Love Songs – coletânea dos anos 70 que não existe oficialmente m CD, sendo que o vinil era duplo e aqui temos os dois discos em um só CD. – R$ 30,00

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The Threetles – CD da época do “Anthology”, quando Paul, George e Ringo, se reuniram para gravar em cima de gravações caseiras de John e assim fazer um novo disco Beatles. Durante essas gravações eles fizeram alguns jams e tocaram algumas músicas para brincar e descontrair. Muito bom, material. – R$ 30,00

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Coleção Original Master Recording – nos anos 70 a EMI japonesa, lançou uma coleção dos Beatles, com a qualdiade de som superior a tudo que se tinha ouvido antes (em vinil) e com a mixagem original que George Martin fez nos anos 60, na época de lançamento de cada disco. Essa coleção é obrigatória aos fãs, pois ela faz justiça aos discos dos Beatles dos anos 60.Cds japoneses.
– R$ 30,00 cada CD ou R$ 400,00 a coleção completa.

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white cover  – CD duplo, com poster e as quatro fotos originais – R$ 80,00

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Fonte: http://www.beatlesrevolution.co.uk

Por Marina Sanches – @sancmarina

NOTICIAS BEATLES.

Beatles 211

Conheça verdadeiros e raros produtos Beatles, só exite um lugar no Brasil com esses produtos.

http://www.beatlesrevolution.co.uk

Livros dos Beatles à venda Revolution

Devido a pedidos, estamos abaixo com uma “Lista de Livros” dos Beatles e carreira solo à venda, mas como sempre explicamos são peças únicas.
Antes de fazer o pedido, por favor, veja se ainda está em estoque e informe seu CEP para calcularmos o valor da postagem (não inclusa no preço do livro).
Muitos livros abaixo, são verdadeiras raridades, portanto caso te interesse não perca tempo.
Maiores informações pelo nosso e-mail – revolution@revolution9.com.br

BEATLES:

0001- The Beatles a private view from Robert Freeman – Livro inglês com as fotos desse renomado fotógrafo que fez várias capas de discos dos Beatles e os acompanhou por diversas viagens e esteve com eles em diversas ocasiões intimas.
Com textos explicando cada foto, é um livro que todo fã dos Beatles deve ter, não é igual a certos lixos que lançam por ai(inclusive aqui no Brasil).
Livro de tamanho superior a um LP de vinil, deve ter umas 150 páginas, com muitas fotos desconhecidas e com uma qualidade excelente.
– R$ 250,00

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0002 – The Beatles – 10 Years That Shook The World – editado na Inglaterra pela revista MOJO (2004), com seus colaboradores e alguns convidados experts em Beatles, esse livro analisa fatos que aconteceram com os Beatles, mas muitos ficaram mal explicados ou deixando dúvidas, e eles foram atrás e explicaram muitos deles. O texto de abertura é do Brian Wilson(Beach Boys).
Alguns dos colaboradores são Donovan, Mark Lweisohn, Hunter Davies,Larry King, Peter Dogget, Barry Miles, Bill Harry, Robert Whitaker, entre muitos outros.
O livro tem 456 páginas e posso dizer que é difícil para de ler, com fotos fantásticas e de excelente qualidade. Não é um livro para qualquer um, apenas para quem realmente é fã dos Beatles. Fora de catalogo. – R$ 250,00

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003- Remember – Recollections and Photographs of The Beatles by Michael McCartney – Livro inglês, com fotos e textos de Mike McCartney, irmão caçula do Paul, que viveu a época e acompanhou a trajetória do irmão e banda, com fotos maravilhosas, muitas desconhecidas e de qualidade excelente.
Livro com 144 páginas, capa dura, fora de catálogo, raridade. – R$ 400,00

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0004-  A vida dos Beatles – Hunter Davies – a única biografia autorizada pelos Beatles ainda nos anos 60(o livro para quando eles abrem a Apple), com fatos e pesquisas feitas pelo escritor, que viveu com eles, participou de gravações, recolheu várias letras de músicas escritas a mão que após serem gravadas, eles jogavam fora e entrevistou familiares como os pais deles, Tia Mimi e todos que tinham alguma amizade ou relacionamento com eles. Livro altamente recomendável, apesar de recentemente ter havido um relançamento atualizado, mas é parte da época de ouro dos Beatles aqui no Brasil, onde tínhamos poucas informações. Raridade. Capa não está boa, mas o livro está perfeito. Ah! Sim é em português. – R$ 150,00

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JOHN LENNON :

0001- John Lennon por ele mesmo – mais uma reedição do livro que eu “escrevi” em 1981, para essa editora, à toque de caixa, sob muita pressão, que me deixou muito frustrado, pois não era o livro que eu queria escrever, mas enfim agradou a muitas pessoas, influenciou muitas outras e acabou virando uma referência nacional. Na época compilei artigos escritos por outras pessoas que eu achava importante e escrevi um capitulo, sobre meu encontro com John, onde tem a minha foto com ele, em branco e preto.
Mas como agradou e tem meu nome nele, aí vai mais uma reedição para quem perdeu o barco do tempo. (Mas aguardem que meu livro, de verdade logo estará por ai) – R$ 80,00
(Pode ser autografado pelo autor, caso seja solicitado)

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0002- A balada de John & Yoko – livro editado pela revista “Rolling Stone” de 1983, lançado pelo saudoso “Círculo do Livro”, editado em PORTUGUÊS, e fora de catálogo, infelizmente.
Esse livro, apesar da raiva que Lennon destilou sobre os Beatles, tem muitas verdades dele, foi de algumas entrevistas realizadas nos anos 70/71, quando os Beatles estavam se dissolvendo e havia muita mágoa entre eles.
Mas dá para ter uma boa ideia do homem John Lennon e não do artista e recomendo a quem leu o livro da Cynthia Lennon (nada contra ela) que leiam esse livro e façam um balanço dos dois lados, ante de criticar o homem John Lennon. Raridade – R$ 150,00

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0003- O Jovem Lennon – Jordi Sierra i Fabra – uma ficção sobre o que teria sido a vida de John Lennon, interessante, mas com alguns deslizes do autor, mas no geral é válida como ficção apenas. Últimas cópias – R$ 15,00

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004- Lennon Lives – ficção com a ideia de ser uma peça de Teatro, ou um filme, escrito ainda no início dos anos 80, uma produção independente que fez muito sucesso na época, escrita por J.C. Souza e Clovis Moreno. Para aqueles fãs de Lennon que querem saber um pouco mais sobre essa época.  Pocket Book.– R$ 25,00

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0005- Memories of John Lennon – edited and introduced by Yoko Ono – livro americano, de 2005, em inglês, com depoimentos de diversas personalidades e amigos de John Lennon, compilados por Yoko, entre eles – Joan Baez, Chuck Berry, Cilla Black, Bono, John Fogerty, Dennis Hopper, Mick Jagger, Larry Kaine, Billy J. Krammes, Donovan Leitch, Jerry lee Lewis e muitos outros.
Não há depoimentos de Paul e Ringo, mas muita gente importante falou sobre Lennon. – R$ 100,00

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0006- John Lennon – por Alfredo Sternheim e Márcia Kupstas – em português, um livro traduzido, mas apesar de não contar nada novo, é interessante para novos fãs. – R$ 15,00

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0007- Gente do Século – John Lennon biografia – escrito por Regina Echeverria em 1999 para a Editora Três, é uma biografia sintética de John, para novos fãs.  – R$ 15,00

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0008- O pensamento vivo de John Lennon – Eide M. Murta Carvalho – em português, editado em 1986. – R$ 15,00

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Breve muitos outros livros, aguardem…..

Veja em nosso site –
Lista de CDs Beatles raros –
http://www.beatlesrevolution.co.uk/index.php?option=com_content&view=article&id=814:lista-revolution-de-cds-beatles&catid=41&Itemid=158

Lista de Compactos Beatles Raros –
http://www.beatlesrevolution.co.uk/index.php?option=com_content&view=article&id=817:compactos-beatles-a-venda&catid=41&Itemid=158

Lista de Lps Raros Beatles –
http://www.beatlesrevolution.co.uk/index.php?option=com_content&view=article&id=818:lista-de-lps-alternativos-e-raros-revolution&catid=41&Itemid=158

 

 

Fonte: http://www.beatlesrevolution.co.uk/

Por Marina Sanches – @sancmarina