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NOTICIAS BEATLES.

Beatles 211

Conheça verdadeiros e raros produtos Beatles, só exite um lugar no Brasil com esses produtos.

http://www.beatlesrevolution.co.uk

Livros dos Beatles à venda Revolution

Devido a pedidos, estamos abaixo com uma “Lista de Livros” dos Beatles e carreira solo à venda, mas como sempre explicamos são peças únicas.
Antes de fazer o pedido, por favor, veja se ainda está em estoque e informe seu CEP para calcularmos o valor da postagem (não inclusa no preço do livro).
Muitos livros abaixo, são verdadeiras raridades, portanto caso te interesse não perca tempo.
Maiores informações pelo nosso e-mail – revolution@revolution9.com.br

BEATLES:

0001- The Beatles a private view from Robert Freeman – Livro inglês com as fotos desse renomado fotógrafo que fez várias capas de discos dos Beatles e os acompanhou por diversas viagens e esteve com eles em diversas ocasiões intimas.
Com textos explicando cada foto, é um livro que todo fã dos Beatles deve ter, não é igual a certos lixos que lançam por ai(inclusive aqui no Brasil).
Livro de tamanho superior a um LP de vinil, deve ter umas 150 páginas, com muitas fotos desconhecidas e com uma qualidade excelente.
– R$ 250,00

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0002 – The Beatles – 10 Years That Shook The World – editado na Inglaterra pela revista MOJO (2004), com seus colaboradores e alguns convidados experts em Beatles, esse livro analisa fatos que aconteceram com os Beatles, mas muitos ficaram mal explicados ou deixando dúvidas, e eles foram atrás e explicaram muitos deles. O texto de abertura é do Brian Wilson(Beach Boys).
Alguns dos colaboradores são Donovan, Mark Lweisohn, Hunter Davies,Larry King, Peter Dogget, Barry Miles, Bill Harry, Robert Whitaker, entre muitos outros.
O livro tem 456 páginas e posso dizer que é difícil para de ler, com fotos fantásticas e de excelente qualidade. Não é um livro para qualquer um, apenas para quem realmente é fã dos Beatles. Fora de catalogo. – R$ 250,00

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003- Remember – Recollections and Photographs of The Beatles by Michael McCartney – Livro inglês, com fotos e textos de Mike McCartney, irmão caçula do Paul, que viveu a época e acompanhou a trajetória do irmão e banda, com fotos maravilhosas, muitas desconhecidas e de qualidade excelente.
Livro com 144 páginas, capa dura, fora de catálogo, raridade. – R$ 400,00

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0004-  A vida dos Beatles – Hunter Davies – a única biografia autorizada pelos Beatles ainda nos anos 60(o livro para quando eles abrem a Apple), com fatos e pesquisas feitas pelo escritor, que viveu com eles, participou de gravações, recolheu várias letras de músicas escritas a mão que após serem gravadas, eles jogavam fora e entrevistou familiares como os pais deles, Tia Mimi e todos que tinham alguma amizade ou relacionamento com eles. Livro altamente recomendável, apesar de recentemente ter havido um relançamento atualizado, mas é parte da época de ouro dos Beatles aqui no Brasil, onde tínhamos poucas informações. Raridade. Capa não está boa, mas o livro está perfeito. Ah! Sim é em português. – R$ 150,00

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JOHN LENNON :

0001- John Lennon por ele mesmo – mais uma reedição do livro que eu “escrevi” em 1981, para essa editora, à toque de caixa, sob muita pressão, que me deixou muito frustrado, pois não era o livro que eu queria escrever, mas enfim agradou a muitas pessoas, influenciou muitas outras e acabou virando uma referência nacional. Na época compilei artigos escritos por outras pessoas que eu achava importante e escrevi um capitulo, sobre meu encontro com John, onde tem a minha foto com ele, em branco e preto.
Mas como agradou e tem meu nome nele, aí vai mais uma reedição para quem perdeu o barco do tempo. (Mas aguardem que meu livro, de verdade logo estará por ai) – R$ 80,00
(Pode ser autografado pelo autor, caso seja solicitado)

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0002- A balada de John & Yoko – livro editado pela revista “Rolling Stone” de 1983, lançado pelo saudoso “Círculo do Livro”, editado em PORTUGUÊS, e fora de catálogo, infelizmente.
Esse livro, apesar da raiva que Lennon destilou sobre os Beatles, tem muitas verdades dele, foi de algumas entrevistas realizadas nos anos 70/71, quando os Beatles estavam se dissolvendo e havia muita mágoa entre eles.
Mas dá para ter uma boa ideia do homem John Lennon e não do artista e recomendo a quem leu o livro da Cynthia Lennon (nada contra ela) que leiam esse livro e façam um balanço dos dois lados, ante de criticar o homem John Lennon. Raridade – R$ 150,00

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0003- O Jovem Lennon – Jordi Sierra i Fabra – uma ficção sobre o que teria sido a vida de John Lennon, interessante, mas com alguns deslizes do autor, mas no geral é válida como ficção apenas. Últimas cópias – R$ 15,00

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004- Lennon Lives – ficção com a ideia de ser uma peça de Teatro, ou um filme, escrito ainda no início dos anos 80, uma produção independente que fez muito sucesso na época, escrita por J.C. Souza e Clovis Moreno. Para aqueles fãs de Lennon que querem saber um pouco mais sobre essa época.  Pocket Book.– R$ 25,00

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0005- Memories of John Lennon – edited and introduced by Yoko Ono – livro americano, de 2005, em inglês, com depoimentos de diversas personalidades e amigos de John Lennon, compilados por Yoko, entre eles – Joan Baez, Chuck Berry, Cilla Black, Bono, John Fogerty, Dennis Hopper, Mick Jagger, Larry Kaine, Billy J. Krammes, Donovan Leitch, Jerry lee Lewis e muitos outros.
Não há depoimentos de Paul e Ringo, mas muita gente importante falou sobre Lennon. – R$ 100,00

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0006- John Lennon – por Alfredo Sternheim e Márcia Kupstas – em português, um livro traduzido, mas apesar de não contar nada novo, é interessante para novos fãs. – R$ 15,00

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0007- Gente do Século – John Lennon biografia – escrito por Regina Echeverria em 1999 para a Editora Três, é uma biografia sintética de John, para novos fãs.  – R$ 15,00

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0008- O pensamento vivo de John Lennon – Eide M. Murta Carvalho – em português, editado em 1986. – R$ 15,00

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Breve muitos outros livros, aguardem…..

Veja em nosso site –
Lista de CDs Beatles raros –
http://www.beatlesrevolution.co.uk/index.php?option=com_content&view=article&id=814:lista-revolution-de-cds-beatles&catid=41&Itemid=158

Lista de Compactos Beatles Raros –
http://www.beatlesrevolution.co.uk/index.php?option=com_content&view=article&id=817:compactos-beatles-a-venda&catid=41&Itemid=158

Lista de Lps Raros Beatles –
http://www.beatlesrevolution.co.uk/index.php?option=com_content&view=article&id=818:lista-de-lps-alternativos-e-raros-revolution&catid=41&Itemid=158

 

 

Fonte: http://www.beatlesrevolution.co.uk/

Por Marina Sanches – @sancmarina

 

NOTICIAS BEATLES

Há 51 anos, os Beatles faziam seu último show oficial.

AGOSTO 29, 2017.

Beatles 383 - August 29th 1966, the Beatles played their last concert at Candlestick Park, San Francisco

A noite do dia 29 de agosto de 1966 ficou marcada como o último show oficial dos Beatles. A apresentação aconteceu no estádio de baseball Candlestick Park, em São Francisco. Mesmo com entradas custando entre US$ 4,5 e US$ 6, foram vendidos apenas 25 mil dos 42,5 mil ingressos colocados à venda.

Depois disso, John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr só voltariam a se apresentar ao público em 30 de janeiro de 1969, num show surpresa no topo da gravadora Apple, no centro de Londres, conhecido como “Rooftop concert”.

Beatles 386 - Rooftop concert

A derradeira apresentação para o público, naquele fim de verão nos Estados Unidos, durou pouco mais de 30 minutos. O quarteto enfrentava o resultado do furacão da “Beatlemania”, com fãs histéricas, perseguição da imprensa e uma maratona exaustiva de concertos.

Neste dia histórico, eles tocaram apenas 11 músicas. Entre  elas, “Day tripper”, “I feel fine”, “Yesterday” e “Paperback writer”. A apresentação marcava o fim da turnê do grupo em terras americanas.

O fim da turnê coincidiu com o lançamento do disco “Revolver”, que chegou às lojas em 05 de agosto daquele ano, mas no show a banda não mostrou canções deste disco.

No documentário “Anthology”, Ringo Starr afirma que John Lennon queria dar um tempo dos shows ao término da turnê americana.

“Havia um rumor enorme no Candlestick Park de que havíamos chegado ao fim. No show de São Francisco parecia que provavelmente seria nossa última vez (num palco), mas eu nunca tive 100% certeza disso até a gente voltar para Londres. John tinha mais vontade de desistir do que os outros. Ele disse que já tinha sido o bastante.

 

Fonte: Novo Noticias – Via e-mail.

Por Marina Sanches – @sancmarina

NOTICIAS BEATLES – TRAGICA LEMBRANÇA BEATLE.

Como a visita dos Beatles a Bangor foi tragicamente reduzida.

BEATLES 348 - Ringo Starr, George Harrison e John Lennon em Bangor

O grupo estava na cidade para uma conferência sobre meditação transcendental, mas as más notícias estavam a caminho.

Os Beatles foram alertados pela morte súbita de Brian Epstein por um telefonema de seus escritórios em Londres para um albergue estudantil em Bangor em 27 de agosto de 1967.

Faz 50 anos que o Fab Four visitou Bangor para participar de uma conferência de 10 dias sobre meditação transcendental liderada por Maharishi Mahesh Yogi no Normal College, agora parte da Universidade de Bangor.

 

O telefone estava localizado em um pequeno quiosque, na porta principal do albergue Môn, onde alguns dos séquitos dos Beatles ficavam.

Era normalmente utilizado pelos alunos para fazer chamadas para casa e era uma característica dos salões de residência.

Os próprios Beatles, e o Maharishi Mahesh Yogi, ficaram no albergue Dyfrdwy em frente e um de seus grupos correu para dar trágica notícia.

Um dos primeiros a descobrir que Epstein morreu foi Dave Jones, que agora mora na França.

Ele estava na palestra no sábado, atendido pelos Beatles e no dia seguinte conversou com John Lennon.

“Mais tarde, fui enviado para buscar o arroz para o jantar e, como eu sabia que a Península (um restaurante chinês perto do relógio da cidade) estava aberta, fui no Rolls, para o aborrecimento de todos os fotógrafos que pressionaram suas câmeras contra a janela do carro ,” ele disse.

“No entanto, quando voltei, John me disse que Brian Epstein havia morrido e todos estavam indo embora.

“O arroz, infelizmente, nunca foi comido e, para mim, meu fim de semana pacífico planejado sobre a meditação transcendental terminou”.

Um exame pós-morte mais tarde mostrou que Brian Epstein morreu de uma overdose de pílulas para dormir. A morte foi oficialmente declarada como acidental.

Antes de deixar Bangor, os Beatles deram uma entrevista ao veterano jornalista Derek Bellis, que estava trabalhando para a ITN.

“Eu fui convidado a ir ao Colégio Normal pela ITN e chegou a Bangor e encontrei grandes multidões na frente do salão de residência”, disse Bellis, que agora tem 84 anos.

“Foi uma experiência bastante surreal.

“Então eles saíram. Paul não estava lá, ele já havia partido para Londres e John Lennon falou.

“Um repórter perguntou se eles gostavam de Bangor”.

O Sr. Bellis perguntou sobre seus sentimentos e sobre o aconselhamento que receberam do Maharishi.

“Eles eram um grupo bastante amigável”, disse ele.

“Eles pareciam um pouco descontentes, obviamente, pelo que aconteceu porque eram muito próximos de Briam”.

Beatles e BrianBrian 01

Essa entrevista foi ao redor do mundo e o Sr. Bellis recebeu a soma de £ 10 por seu trabalho.

Epstein, empresário dos Beatles, tinha sido uma presença constante na vida do grupo e tinha a intenção de se juntar a eles em Bangor na segunda-feira.

Descrito por Paul McCartney e pelo produtor George Martin como “o quinto Beatle”, ele é creditado com grande parte do sucesso do grupo, tendo mudado sua imagem e conseguiu seu primeiro grande contrato de gravação.

Paul e Brian 01 - Brian com peruca- Beatle

O professor Chris Collins, chefe de música da Universidade de Bangor, disse: “A morte de Epstein marcou o início da dissolução do grupo.

“Como um empresário experiente e um mentor artístico, ele tinha sido a âncora que tinha estabilizado o navio dos Beatles através de muitas tempestades.

“Sem ele, os Beatles começaram a perder seu propósito comum, em última instância se separando para seguir seus próprios interesses individuais”.

Fonte: Daily Post.

Por Marina Sanches – @sancmarina.

NOTICIAS BEATLES – Beatles in Crosley Field, Cincinnati.

Os Beatles tocaram em  Crosley Field, Cincinnati em 21 de agosto de 1966. A banda deveria tocar no dia anterior, mas a chuva forte e as altas chances de eletrocussão impediu o show.

“Tivemos que nos levantar cedo e seguir com o show ao meio-dia, depois tirar todo o equipamento e ir ao aeroporto, voar para St Louis, montar e tocar o show originalmente planejado para esse dia. Naqueles dias, todos nós tínhamos três amplificadores, três guitarras e um conjunto de bateria. Imagine tentar fazê-lo agora”. – George Harrison

As fotos foram tiradas pelo gerente de viagens dos Beatles dos EUA, Bob Bonis.

SET LIST

“Rock and Roll Music” (John Lennon)

“She’s a Woman” (Paul McCartney)

“If I Needed Someone” (George Harrison)

“Day Tripper” (Lennon and McCartney)

“Baby’s in Black” (Lennon and McCartney)

“I Feel Fine” (Lennon)

“Yesterday” (McCartney)

“I Wanna Be Your Man” (Ringo Starr)

“Nowhere Man” (Lennon, McCartney, and Harrison)

“Paperback Writer” (McCartney)

“Long Tall Sally” (McCartney)

 

 

 

Fonte: Beatles by Day.

Por Marina Sanches – @sancmarina.

 

NOTICIAS BEATLES.

The Beatles lançam vídeo de “Hey Bulldog”

O canal oficial do YouTube dos Beatles lançou nesta sexta-feira (21) um vídeo da faixa “Hey Bulldog”.

A gravação mostra a banda em estúdio cantando e tocando a música, enquanto Paul McCartney e John Lennon dividem o microfone.

A faixa foi lançada em 1969 e faz parte originalmente do clássico disco, “Yellow Submarine”.

Paul McCartney vem ao Brasil em outubro para shows em Porto Alegre, São Paulo, Belo Horizonte e Salvador. O evento em São Paulo leva promoção da A Rádio Rock, fique ligado em nossas redes sociais e fique por dentro dos detalhes.

 

Fonte: Radio Rock – Via e-mail

Por Marina Sanches – @sancmarina

NOTICIAS BEATLES.

#SgtPepper50: A importância do “Sgt. Pepper” para o mundo da música.

Em comemoração aos 50 anos do histórico álbum “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, dos Beatles, preparamos um especial de sete dias com curiosidades e histórias por trás de sua produção. Hoje, neste segundo post, falaremos sobre a importância do álbum para o mundo, não apenas da música.

Ao falar da tremenda reputação do oitavo disco dos garotos de Liverpool, é imprescindível citar que a revista Rolling Stone, a mais renomada sobre música, classificou o “Sgt. Pepper” como o 1º dos 500 álbuns mais importantes da história. Mas, afinal, qual o motivo deste trabalho ter alcançado tanta fama e importância?

Existe, na verdade, uma discussão sobre o projeto ser ou não um dos primeiros discos conceituais do mundo. Os próprios Beatles, entretanto, não consideravam-no conceitual. Em entrevista, John Lennon chegou a dizer que as canções, com exceção das duas primeiras e da última, poderiam facilmente estar em outro trabalho da banda.

A saída da bolha do Pop:

As mais 700 horas passadas no estúdio (um grande absurdo para aquela década) foram essenciais, ao longo dos dos quatro meses e meio de gravações, para que o álbum se tornasse o que é.

Musicalmente, a importância do “Sgt. Pepper” mais aparece na parte técnica. Foi o auge da exploração musical dos Beatles, com efeitos e overdubs nunca antes utilizados pelo grupo, além da influência de diferentes estilos musicais. Foi a prova de que quem fazia pop, poderia sair da bolha da qual estavam acostumados e inová-lo de forma surpreendente.

Méritos também vão para o produtor, George Martin, e o engenheiro de som, Geoff Emerick. O auge das experimentações e dos efeitos que se encaixavam perfeitamente ao som que a banda procurava partiu deles. Coisas impressionantes ao lembrar que, na época, grande parte das gravações eram feitas em apenas quatro canais. Aliás, a primeira gravação dos Beatles em oito canais foi justamente na de “A Day In The Life”, durante a parte orquestral, quando foram usadas duas máquinas de quatro canais simultaneamente.

“As pessoas costumavam ficar na zona de conforto na música popular, mas foi quando nós percebemos que não precisaríamos ficar ali”. – Paul McCartney à BBC, em 1992.

Cunho social:

Fator importante, senão o principal, da reputação do “Sgt. Pepper” é que ele não foi apenas sobre a música. No álbum, os Beatles mostraram que o rock não era apenas entretenimento, mas sim uma forma progressista de se expressar socialmente.

O momento vivido à época, também conhecido como “Summer Of Love” é nitidamente retratado no álbum, assim como as próprias vidas de John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr. Desde as cores da arte e dos figurinos do grupo, que acompanham a ascensão da Carnaby Street, em Londres, até os significados das letras  das canções.

George Martin, em certa entrevista, comentou: “Eu acho que representou os interesses dos jovens na época. O álbum pareceu coincidir com uma revolução no pensamento dos jovens”.

Influência:

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Apenas três dias após o lançamento do álbum “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band”, foi possível ter uma ideia da influência que ele teria sobre o mundo da música. Durante a última apresentação do Jimi Hendrix Experience na Inglaterra, que aconteceu no dia 4ºde junho, o lendário guitarrista decidiu abrir o show com a canção-título do disco. Os Beatles, como podem ver na foto acima, estavam presentes na apresentação. Até hoje, Paul McCartney fala que esse foi um dos melhores tributos que poderia ter recebido.

Fonte: Pop Cultura – Via e-mail.

Por Marina Sanches – @sancmarina.

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The Beatles: Produtor fala sobre remasterizar o “White Álbum”.

Giles Martin, filho do produtor dos Beatles George Martin, falou sobre a banda e uma nova reedição de álbum no “Radcliffe e Maconie” na BBC Radio 6.

Durante a entrevista, Giles confirmou ter planos de remixar para estéreo um dos CDs mais clássico dos ingleses, o “White Álbum”, lançado em 1968.

Esse será a segunda remasterização, já que recentemente o produtor fez o mesmo com “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” em comemoração aos 50 anos do disco, que além disso ganhou uma edição deluxe.

Quando questionado sobre o motivo das reedições, Giles disse que isso é tanto para deixar os colecionadores animados quanto para tornar a banda sempre atual de alguma maneira. “Quando eu digo a meus filhos ou netos sobre esse álbum que mudou a cara da música pop, você quer que eles a coloquem e digam, ‘Sim, eu entendo!’, em vez de, ‘Isso parece um pouco velho …”.

Recentemente foi divulgado que a cidade natal dos Beatles, Liverpool, vai fazer uma festa de comemoração dos 50 anos de “Sgt. Pepper’s Lonely Hearts Club Band” nos meses de Maio e Junho, contando com a participação de diversas bandas.

Vale lembrar que Paul McCartney desembarca no Brasil para uma série de 4 shows quase esgotados em São Paulo, Porto Alegre, Salvador e Belo Horizonte em outubro.

 

Fonte: Nação da Musica – Via e-mail.

Por Marina Sanches – @sancmarina

NOTICIAS BEATLES

The Beatles: documentário “Eight Days A Week” conquista o Grammy.

Filme apresenta a fase inicial dos Fab Four.

 

O documentário The Beatles – Eight Days A Week: The Touring Years conquistou um Grammy no último domingo (12) no Staples Center em Los Angeles na categoria Melhor Filme Musical.

De acordo com a Universal Music Enterprises, os produtores Nigel Sinclair, Scott Pascucci e Brian Grazer agradeceram a honraria: “Estamos tão emocionados por ganhar este prêmio. Este projeto foi uma grande aventura e nós fomos tão abençoados em ter a liderança de Ron (Howard, diretor) nos guiando através de tudo. Nós nos juntamos a Ron para agradecer a Academia de Artes e Gravação por esta honra que significará tanto para o grande número de pessoas que trabalharam no filme. Obrigado a Jeff Jones e à equipe da Apple Corps por todo o apoio e, claro, aos Beatles por nos terem confiado sua incrível história“.

Eight Days A Week se baseia na primeira fase dos Beatles ocorrida entre 1962 a 1966, em um período que os Fab Four excursionaram e conquistaram a aclamação mundial. O documentário explora como Lennon, McCartney, Harrison e Starr se uniram para transformar em uma das maiores bandas da história do rock, desde os tempos do Cavern Club em Liverpool até seu último show no Candlestick Park na cidade norte-americana de San Francisco em 1966.

Fonte: Music Journal – Via e-mail.

Por Marina Sanches – @sancmarina.

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Devido a sucesso, exibição de “The Beatles – Eight Days a Week” é estendida.

Atenção, atenção, Beatlemaníacos! Devido à grande procura e sucesso do documentário “The Beatles – Eight Days a Week: The Touring Years” no Brasil, as sessões foram estendidas!

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Depois de estrear com muito sucesso em mais de 30 países, o filme começou a ser exibido no Brasil no último dia 2 (quinta-feira) e, inicialmente, ficaria em cartaz até o dia 5 (domingo). Porém, por causa da grande procura, as sessões serão exibidas novamente entre os dias 9, 10, 11, 12 e 14 de fevereiro. Portanto, se você não conseguiu assistir a este incrível trabalho sobre os Garotos de Liverpool, ainda há chances!

Mais detalhes sobre ingressos, sessões e horários pode ser vistos no site http://beatlesnocinema.com.br/.

Dirigido por Ron Howard, o filme traz algumas imagens raras e restauradas sobre os anos em que os Beatles fizeram diversas e loucas turnês de grande sucesso ao redor do mundo, em plena Beatlemania. Há, também, comentários inéditos de Paul McCartney e Ringo Starr, somados a arquivos de entrevistas de John Lennon e George Harrison.

O documentário também rendeu uma indicação dos Beatles ao Grammy 2017, na categoria ‘Melhor Filme Musical’. Em conjunto, o álbum “Live At The Hollywood Bowl” também foi lançado com gravações inéditas até então.

 

Fonte: Pop Cultura – Via e-mail.

Por Marina Sanches – @sancmarina.

NOTICIAS BEATLES

Filme sobre os Beatles termina com grande presente aos fãs!

Fui ao Recife ver os Beatles no cinema: Eight Days a Week, The Touring Years, o documentário de Ron Howard.

Começo com um registro: uma pena que João Pessoa, com suas 27 salas, tenha ficado de fora. O filme teve quatro dias de exibições nos cinemas brasileiros, e nós aqui não fomos contemplados.

Mas vamos ao que vi.

Antes de ver Eight Days a Week, o espectador que conhece os personagens faz uma pergunta crucial:

 

Ainda é possível oferecer algum ineditismo num filme sobre os Beatles?

Com suas 10 horas de duração, o documentário Anthology já teria esgotado o assunto em meados da década de 1990!

Os estagiários agora recrutados para procurar imagens inéditas conseguiram alguma coisa, mas terá sido suficiente? Certamente não!

O que há, então, de tão atraente no documentário de Howard?

O tema escolhido pelos realizadores! Esse é o segredo do filme. O tema e a competência com que foi tratado e transformado em cinema.

Eight Days a Weeks não é uma biografia dos Beatles com começo, meio e fim. É um retrato do quarteto tirado a partir dos anos loucos das turnês. E que retrato!

Quem conhece a trajetória do grupo entende, logo no início, que o filme deve terminar ali por volta de 1966, quando acabam as turnês. E é o que acontece. Mas resta algum tempo para o que veio depois: o Pepper, como disco mais importante e influente, e o que fizeram nos anos finais. Claro, porque era necessário dizer que, em 1969, já nos estertores, os rapazes tocaram ao vivo no telhado da Apple. Eight Days a Week termina com dois números do último show dos Beatles, dando a impressão de que estamos revendo, na tela grande, o documentário Let It Be.

A narrativa é ágil e eficiente. Entrevistas da época, shows, fãs, contexto histórico (o assassinato de Kennedy, a luta contra o racismo), além dos muitos depoimentos que comentam a cena de longe. Está tudo lá. A música conduz o filme. E puxa o espectador pelas mãos, entre a razão e a emoção, para que ele se deixe levar.

É irresistível!

E o desfecho, surpreendente, é um grande presente para quem ama os Beatles!

Depois que sobem os créditos, quando o filme acaba, há um bônus: o show do Shea Stadium restaurado em 4K com áudio remasterizado em Abbey Road!

Pois é! O show completo, com imagens inacreditavelmente belas e áudio que supera as limitações técnicas do registro original!

Ao jovem Paul, o repórter pergunta:

Qual será o papel dos Beatles na história da cultura ocidental?

O músico se surpreende:

Cultura? Isso é só diversão!

Já vimos que estava enganado! Felizmente!

 

Fonte: http://blogs.jornaldaparaiba.com.br/ – Via e-mail.

Por Marina Sanches – @sancmarina.