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NOTICIA BEATLES – Paul McCartney viveu crise nervosa pós-Beatles: ‘Linda me salvou’

RIO – Publicado pelo jornal inglês “The Sunday Times”, um trecho da biografia de Paul McCartney que está para ser lançada revelou detalhes de um período difícil da vida do músico. Segundo Tom Doyle, autor de “Man ??On The Run: Paul McCartney na década de 70”, o ex-beatle passou por uma crise nervosa quando o quarteto se dividiu e só superou a má fase graças aos cuidados de sua então esposa, Linda McCartney.

De acordo com o trecho do livro, após a separação dos Beatles, McCartney se “refugiou” em sua fazenda na Escócia, onde passou por um período de crise de identidade, regada pelo consumo excessivo de álcool e maconha. Ainda segundo a passagem, foi a primeira vez na vida de Paul em que ele se sentiu um completo inútil. Entrevistado por Doyle, Paul McCartney confirmou os tempos difíceis e apontou a responsável por sua salvação.

– Foi Linda quem me salvou e foi tudo feito em um contexto doméstico – afirmou.

Paul e Linda se casaram em 1969 e permaneceram unidos até 1998, quando ela faleceu por conta de um câncer de mama.

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Fonte: O GLOBO – Via e-mal.

Por Marina Sanches – @sancmarina

NOTICIAS BEATLES – JOHN LENNON & PAUL McCARTNEY.

O Black Album dos Beatles, produzido por Richard Linklater e Ethan Hawke para Boyhood.

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Acho difícil pra caramba escrever sobre Boyhood. Em poucas palavras, ficarei bastante surpreso caso veja algo melhor nos cinemas em 2014. O filme foi produzido ao longo de 12 anos por Richard Linklater. Com os mesmos atores, ele contou 12 anos da vida de uma família, focando no crescimento de um dos filhos. Ele começa com o garoto aos seis anos, com os pais recém-separados, e segue até os 18. O ponto é que esse esforço todo do Linklater para filmar ao longo de mais de uma década é quase detalhe quando o filme é projetado. A passagem é tão sutil que as vezes nem lembramos que estamos vendo o tempo passar de verdade na tela.

 

 

 

Quando o protagonista já tá lá pelos 15 anos o pai dele dá de presente para o garoto uma coletânea dos Beatles. O nome da mixtape presente no cd é Black Album e reúne as principais obras dos quatro Beatles após o término da banda. No entanto a coletânea foi produzida de verdade pelo Ethan Hawke, intérprete do pai do protagonista do filme, para sua filha na vida real. Fiquei sabendo dessa história via BuzzFeed, que publicou a carta produzida pelo ator para sua filha e adaptada para o personagem principal do filme, Mason. Na cena que o presente é mencionado, parte dessa explicação é citada pelo pai do garoto.

BLACK ALBUM

 

Segue a tradução da carta do personagem com a explicação do presente e em seguida a lista com todas as músicas dos três CDs da coletânea. O original, em inglês, tá lá no BuzzFeed:

 

“Mason,

Eu queria te dar de presente de aniversário algo que dinheiro não pode comprar, algo que apenas um pai pode dar para um filho, como uma relíquia de família. Isso é o melhor que consegui. E desde já, minhas desculpas.

 

Meu presente para você: O BLACK ALBUM DOS BEATLES.

 

O único trabalho do qual fiz parte e pelo qual sinto algum orgulho por envolver algo nascido em um espírito de colaboração – a ideia não pertence a ninguém especificamente, mas surge daquela magia criativa imprevisível que acontece quando energias colidem.

 

Isso é o melhor trabalho solo de John, Paul, George e Ringo pós-Beatles. Eu basicamente reuni a banda exclusivamente para você. Tem essa coisa que acontece quando você ouve muito dos trabalhos solos deles separadamente – muito Lennon: de repente há um pequeno clima de egocentrismo; muito Paul e pode ficar sentimental – vamos assumir, há um transtorno de personalidade meio patético aqui; muito George: ok, todos temos o nosso lado espiritual, mas só é legal por seis minutos, certo? Ringo: ele é engraçado, irreverente e cool, mas ele não consegue cantar – ele teve alguns hits nos anos 70 (até mais que Lennon), mas você não vai pra casa e se matar de ouvir um Ringo Starr do início ao fim, você simplesmente não vai fazer isso. Quando você junta os trabalhos deles, no entanto, quando você coloca um do lado do outro e deixa fluir – eles aprimoram-se e você começar a ouvir: O S B E A T L E S.

 

Apenas escute o CD inteiro, ok?

 

Acho que talvez seja o fato do Lennon ter sido baleado e morto aos 40 (um das últimas músicas compostas por ele foi Life Begins at 40, que ele escreveu pro Ringo – e eu não consegui me convencer a incluir a canção no mix pois ironia da situação ainda não é engraçada pra mim) e eu acabei de chegar aos 40 e isso resultou no BLACK ALBUM. Eu ouço essas canções e por alguma razão (talvez o sofrimento constante e transformador do divórcio com a sua mãe) me encho de tristeza pelo término amargo da amizade entre John e Paul. Eu sei, eu sei, eu sei, isso não tem nada a ver comigo, mas caramba, me explique mais uma vez porque o amor não pode durar para sempre. Por quê ficamos egoístas? Por quê eles ficaram? Por quê costumamos ver dons como possíveis ameaças e diferenças como deficiências? Por quê não conseguimos perceber que nossos atritos podem ser utilizados para polir as qualidades de outra pessoa?

 

Li uma história sobre a morte da mãe do John:

 

Ele era um adolescente revoltado – com um canivete no bolso, cigarro nos lábios e sexo na cabeça. No funeral da mãe desequilibrada e recém-falecida (que ele havia acabado de ficar mais próximo), ele – bêbado e puto – socou um membro da banda e deu o fora. Alguns anos mais novo, o Paul – um moleque que ainda não ligava muito pra garotas, ainda UNCOOL e presente na banda graças às suas habilidades com a guitarra apesar de ser meio infantil – correu atrás do John na rua dizendo: “John, por quê você está sendo tão babaca?”.

 

O John respondeu, “Minha mãe acabou de morrer, porra!”

 

E o Paul disse, “Você nunca perguntou sobre a minha mãe.”

 

“O que tem ela?”

 

“Ela também está morta.”

 

Eles se abraçaram no meio da rua. Aparentemente o John disse, “Podemos por favor começar uma porra de banda de rock’n’roll?”.

 

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Essa história respondeu a dúvida presente no meu cérebro ao longo de todo minha vida como ouvinte de música: Se os Beatles estiveram juntos ao longo de apenas 10 anos e os membros da banda eram tão novos ao longo desse período, como eles conseguiram escrever Help, Fool on the Hill, Eleanor Rigby, Yesterday, e A Day in the Life? Eles eram apenas caras de 25 anos cercados por garotas em frente aos seus hotéis e com direito ao tanto de champagne que um moleque consegue beber. Como eles conseguiram desenvolver suas mentes para feitos artísticos tão grandiosos?

 

Eles conseguiram pois estavam sofrendo. Eles sabiam que o amor não dura pra sempre. Eles descobriram isso ainda muito novos.

 

No BLACK ALBUM é possível ouvir os caras cantando sobre a vida adulta: casamento, paternidade, sobriedade, crescimento espiritual, a vacuidade do sucesso material – Starting Over, Maybe I’m Amazed, Beautiful Boy, The No No Song, God – e eles ainda estão plenamente conscientes desse fato: o amor não é eterno.

 

Eu não quero que isso seja verdade. Eu quero Lennon/McCartney escrevendo lindamente juntos para sempre, mas esse é o objetivo? Da mesma forma, se o objetivo de uma rosa fosse durar para sempre, seria feita de pedra, certo? Então como lidamos com essa ideia com graça e maturidade? Se você é romântico, como eu, é difícil não tentar encontrar algum indício da retomada da amizade entre eles. Todos os sinais apontavam para isso.

 

Quando Paul esteve no SNL recentemente, ele tocou praticamente apenas canções do Lennon. E ele fez isso explicitamente feliz.

 

Ouça Here Today do Paul.

 

Você consegue escutar Two of Us (a última canção que eles escreveram juntos) e não sofrer um pouco? O que estavam pensando aqueles dois garotos sem as mães, que outro dia estavam abraçados no meio da rua, quando eles escreveram “The two of us have memories longer then the road that stretches out ahead”?

 

A dinâmica da separação deles, como em qualquer divórcio, é um mistério. Alguns dizem que Paul, o pupilo, havia superado John, o mentor, e eles não conseguiam chegar a um novo equilíbrio. Outros dizem que o Paul era um pentelho que pegou todos os direitos das canções dos outros três. E ainda tem os que falam que sem o Brian Epstein não havia mediador entre os egos deles. Vai saber.

 

Eu toquei Hey Jude pra sua irmã outro dia e ela ouviu várias vezes. Contei pra ela que a música foi escrita por McCarney para o filho de Lennon após o divórcio de seu pai e ela prestou ainda mais atenção. O George uma vez disse que Hey Jude foi o início do fim dos Beatles. O Brian Epstein havia acabado de morrer e John e Paul estavam sozinhos para administrar o recém-criado selo Apple. Eles gravaram Hey Jude e Revolution como single. Normalmente, o Brian decidia qual música seria ladoA e qual seria lado B, mas agora estava por conta deles. O John acreditava que Revolution era uma canção de rock política importante e que eles precisavam se colocar como uma banda adulta. O Paul achava que Revolution era brilhante, mas os Beatles eram uma banda essencialmente pop e então eles deviam abrir com Hey Jude. Ele sabia que seria um hit monstruoso e que política deveria vir num lado B subversivo. Eles votaram. Hey Jude venceu por 3 a 1. O George disse que o John sentiu uma espécie de golpe de estado por parte do Paul. Ele não estava explicitamente triste, mas ele começou a recuar. Não era mais a banda dele.

 

A ironia/lição dessa história está em uma outra história que ouvi: assim que Hey Jude/Revolution ficou pronto, os garotos tiveram a ideia maquiavélica de levar o single novo para uma festa de lançamento do novo disco dos Rolling Stones. O Mick Jagger diz que assim que os quatro chegaram e deixaram escapar estavam com o single, todo mundo clamou por escutar tão logo terminou o lado um do disco dos Stones. Assim que os Beatles começaram a tocar, o single ficou virando de um lado pro outro. O lado dois de Beggar’s Banquet dos Stones jamais chegou perto da agulha.

 

Então não importa o quão louco o John fosse, ele não era tão louco assim…

 

Uma vez perguntaram ao John se ele voltaria a tocar com o Paul, ele respondeu: “A dúvida pra mim é o que tocar. É tudo pela música. Nós tocamos bem juntos – se ele tiver uma ideia e precisar de mim, eu estaria interessado”.

 

Eu amo isso.

 

Talvez a lição seja: o amor não dura pra sempre, mas a música que o amor cria talvez sim.

 

Eu e sua mãe não conseguimos fazer o amor durar pra sempre, mas você é a nossa música, meu amigo.

 

“And in the end, the love you take is equal to the love…”

 

Eu te amo. Feliz aniversário.

 

Seu Pai.”

 

 

Ufa. Demais né? As canções do BLACK ALBUM, com playlists que criei para cada um dos discos:

 

Boyhood Black Album

 

 

 

Disco 1:

1. Paul McCartney & Wings, “Band on the Run”

2. George Harrison, “My Sweet Lord”

3. John Lennon feat. The Flux Fiddlers & the Plastic Ono Band, “Jealous Guy”

4. Ringo Starr, “Photograph”

5. John Lennon, “How?”

6. Paul McCartney, “Every Night”

7. George Harrison, “Blow Away”

8. Paul McCartney, “Maybe I’m Amazed”

9. John Lennon, “Woman”

10.Paul McCartney & Wings, “Jet”

11. John Lennon, “Stand by Me”

12. Ringo Starr, “No No Song”

13. Paul McCartney, “Junk”

14. John Lennon, “Love”

15. Paul McCartney & Linda McCartney, “The Back Seat of My Car”

16. John Lennon, “Watching the Wheels”

17. John Lennon, “Mind Games”

18. Paul McCartney & Wings, “Bluebird”

19. John Lennon, “Beautiful Boy (Darling Boy)” 20. George Harrison, “What Is Life”

 

 

 

 

Disco 2:

1. John Lennon, “God”
2. Wings, “Listen to What the Man Said”
3. John Lennon, “Crippled Inside”
4. Ringo Starr, “You’re Sixteen You’re Beautiful (And You’re Mine)”
5. Paul McCartney & Wings, “Let Me Roll It”
6. John Lennon & The Plastic Ono Band, “Power to the People”
7. Paul McCartney, “Another Day”
8. George Harrison, “If Not For You (2001 Digital Remaster)”
9. John Lennon, “(Just Like) Starting Over”
10. Wings, “Let ‘Em In”
11. John Lennon, “Mother”
12. Paul McCartney & Wings, “Helen Wheels”
13. John Lennon, “I Found Out”
14. Paul McCartney & Linda McCartney, “Uncle Albert / Admiral Halsey”
15. John Lennon, Yoko Ono & The Plastic Ono Band, “Instant Karma! (We All Shine On)”
15. George Harrison, “Not Guilty (2004 Digital Remaster)”
16. Paul McCartney & Linda McCartney, “Heart of the Country”
17. John Lennon, “Oh Yoko!”
18. Wings, “Mull of Kintyre”
19. Ringo Starr, “It Don’t Come Easy”

 

 

 

Disco 3:

1. John Lennon, “Grow Old With Me (2010 Remaster)”

2. Wings, “Silly Love Songs”

3. The Beatles, “Real Love”

4. Paul McCartney & Wings, “My Love”

5. John Lennon, “Oh My Love”

6. George Harrison, “Give Me Love (Give Me Peace on Earth)”

7. Paul McCartney, “Pipes of Peace”

8. John Lennon, “Imagine”

9. Paul McCartney, “Here Today”

10. George Harrison, “All Things Must Pass”

11. Paul McCartney, “And I Love Her (Live on MTV Unplugged)”

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Abaixo o original:

Ethan Hawke’s Heartwarming Tribute To A “Boyhood” With Music

Ethan Hawke’s Black Album playlist, and how it feels to pass The Beatles on to your child.

Richard Linklater’s new movie Boyhood was shot over the course of 12 years and follows its protagonist, Mason Jr. (played by Ellar Coltrane), as he grows up.

Linklater recruited a team of young people to pick the songs that make up Boyhood’s ’00s-childhood-evoking soundtrack, which features Coldplay, Cobra Starship, and Vampire Weekend. But there’s one moment in the film dedicated to the kind of music that has no time stamp, always sounds good, and travels from one generation to another. In a scene celebrating Mason Jr.’s 15th birthday, he receives a mix CD from his father, Mason Sr., played by Ethan Hawke. Called The Black Album, it’s a compilation of the best of John, Paul, George, and Ringo’s solo work, post-Beatles.

Boyhood captures a family in chaotic real time, and as its actors aged over a decade-plus of filming, the movie absorbed some of their actual lives. The Black Album you see on screen originated IRL, as a real gift from Hawke to his oldest daughter Maya.

Hawke wrote the original version of these Black Album liner notes for his IRL daughter, then slightly retooled them while he was working on Boyhood. The result is a heart-wrenching reflection on the magic that can happen even after a family-type unit breaks up, and the special bond forged between parents and kids when the latter come to know, and respect, that the former are not perfect.

Mason,

I wanted to give you something for your birthday that money couldn’t buy, something that only a father could give a son, like a family heirloom. This is the best I could do. Apologies in advance.

 

I present to you: THE BEATLES’ BLACK ALBUM.

The only work I’ve ever been a part of that I feel any sense of pride for involves something born in a spirit of collaboration — not my idea or his or her idea, but some unforeseeable magic that happens in creativity when energies collide.

This is the best of John, Paul, George, and Ringo’s solo work, post-BEATLES. Basically I’ve put the band back together for you. There’s this thing that happens when you listen to too much of the solo stuff separately — too much Lennon: suddenly there’s a little too much self-involvement in the room; too much Paul and it can become sentimental — let’s face it, borderline goofy; too much George: I mean, we all have our spiritual side but it’s only interesting for about six minutes, ya know? Ringo: He’s funny, irreverent, and cool, but he can’t sing — he had a bunch of hits in the ’70s (even more than Lennon) but you aren’t gonna go home and crank up a Ringo Starr album start to finish, you’re just not gonna do that. When you mix up their work, though, when you put them side by side and let them flow — they elevate each other, and you start to hear it: T H E B E A T L E S.

Just listen to the whole CD, OK?

I guess it was the fact that Lennon was shot and killed at 40 (one of Lennon’s last fully composed songs was “Life Begins at 40,” which he wrote for Ringo — I couldn’t bring myself to include it on the mix as the irony still does not make me laugh) and that I just turned 40 myself that conjured this BLACK ALBUM. I listen to this music and for some reason (maybe the ongoing, metamorphosing pain of my divorce from your mother) I am filled with sadness that John & Paul’s friendship turned so bitter. I know, I know, I know, it has nothing to do with me, but damn it, tell me again why love can’t last. Why do we give in to pettiness? Why did they? Why do we so often see gifts as threats? Differences as shortcomings? Why can we not see that our friction could be used to polish one another?

I read a little anecdote about when John’s mother died:

He was an angry teenager — a switchblade in his pocket, a cigarette in his lips, sex on his mind. At a memorial service for his “unstable” and suddenly dead mom (whom he’d just recently been getting close to), he — pissed off and drunk — punched a bandmate in the face and stormed out of the memorial reception. Paul, several years his junior — a young boy, really, who didn’t yet care about girls, who was clearly UNCOOL, and who was let into the band despite his lack of badass-ness and sexual prowess due to the fact that even at 14 he could play the shit out of the guitar — chased John out onto the street saying, “John, why are you being such a jerk?”

John said, “My mum’s fuckin’ dead!”

Paul said, “You never even once asked me about my mum.”

“What about her?”

“…My mum’s dead too.”

They hugged in the middle of the suburban street. John apparently said, “Can we please start a fucking rock ‘n’ roll band?”

This story answered a question that had lingered in my brain my whole music-listening life: If The Beatles were only together 10 years and the members of the band were so young that entire time, how did they manage to write “Help,” “Fool on the Hill,” “Eleanor Rigby,” “Yesterday,” “A Day in the Life”? They were just 25-year-old boys with a gaggle of babes outside their hotel room door and as much champagne as a young lad could stand. How did they set their minds to such substantive artistic goals?

They did it because they were in pain. They knew that love does not last. They knew it as extremely young men.

With the BLACK ALBUM, we get to hear the boys write on adult life: marriage, fatherhood, sobriety, spiritual yearning, the emptiness of material success — “Starting Over,” “Maybe I’m Amazed,” “Beautiful Boy,” “The No No Song,” “God” — and still they are keenly aware of this fact: Love does not last.

I don’t want it to be true. I want Lennon/McCartney to write beautifully together forever, but is that really the point? I mean if the point of a rose was to last forever, it would be made of stone, right? So how do we handle this idea with grace and maturity? If you’re a romantic like me, it’s hard not to long for some indication of healing between the two of them. All signs point that way.

When Paul went on SNL recently, he played almost all LENNON. And he did it with obvious joy.

Listen to McCartney’s “Here Today.”

Can you listen to “Two of Us” (the last song they wrote side by side) and not hurt a little? What were those two motherless boys who hugged in the middle of the road so long ago thinking as they wrote “The two of us have memories longer then the road that stretches out ahead”?

The dynamic of their breakup, like any divorce, is mysterious. Some say that Paul, the pupil, had surpassed John, the mentor, and they couldn’t reach a new balance. Some say Paul was a little snot who bought the publishing rights out from underneath the other three. Others say without Brian Epstein there was no mediator between their egos. Who knows.

I played Samantha “Hey Jude” the other day, and of course she listened to it over and over. I told her the song had been written by McCartney for Lennon’s son after Lennon’s divorce and she listened even more intently. George once said that “Hey Jude” was the beginning of the end for the Beatles. Brian Epstein had just died and John & Paul were left alone to run the brand-new Apple label. They recorded “Hey Jude” and “Revolution” as a single. Normally, Brian would decide which song was the A-side and which was the B-side, but now it was up to the boys. John thought “Revolution” was an important political rock song and that they needed to establish themselves as an adult band. Paul thought “Revolution” was brilliant but that The Beatles were primarily a pop band and so they should lead with “Hey Jude.” He knew it would be a monster hit and that the politics should come on a subversive B-side. They had a vote. “Hey Jude” won 3-1. George said that John felt Paul had pulled off a kind of coup d’etat. He wasn’t visibly upset but he began to withdraw. It was no longer his band.

The irony/punch line of this story is another story I once heard: When the “Hey Jude”/”Revolution” single was hot off the press, the boys had the mischievous idea of bringing their own new single to a Rolling Stones record-release listening party. Mick Jagger says that once the Fab Four arrived and let word of their new single slip — just as Side 1 of the Stones’ big new album was finishing — everyone clamored to hear it. Once The Beatles were on, they just kept flipping the single over and over. Side 2 of BEGGARS BANQUET never even found the needle.

 

So no matter how mad John was, he wasn’t that mad…

 

Once when John was asked whether he would ever play with Paul again, he answered: “It would always be about, ‘Play what?’ It’s about the music. We play well together — if he had an idea and needed me, I’d be interested.”

 

I love that.

 

Maybe the lesson is: Love doesn’t last, but the music love creates just might.

 

Your mom and I couldn’t make love last, but you are the music, my man.

 

“And in the end, the love you take is equal to the love…”

 

I love you. Happy birthday.

 

Your Dad

 

Fonte: Oesquema – Ramon Vitral – Papo de Homem – Jader Pires – BUZZFEEED – Ethan Hawke.

Por Marina Sanches – @sancmarina.

NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY

Paul McCartney retomará turnê pelos EUA

Paul 2014 Paul em Uruguay 2014. #OutThere 2

 

O cantor britânico Paul McCartney afirmou que já se sente melhor e que retomará turnê pelos Estados Unidos.

Londres – O cantor britânico Paul McCartney, que havia cancelado vários shows por conta de uma virose contraída no mês de maio, afirmou nesta quarta-feira que já se sente melhor e que retomará a turnê “Out There” pelos Estados Unidos, enquanto as demais apresentações canceladas serão reagendadas entre os meses de setembro e outubro.

“Eh! Como estão todos? Todo mundo esteve me perguntando como me sentia. Me sinto muito bem e obrigado por perguntar”, afirmou o ex-Beatle em um breve vídeo postado no YouTube. McCartney, de 71 anos, voltará aos palcos no próximo dia 5 de julho em Albany (Nova York).

Paul McCartney en Lima 2014 Paul McCartney en Lima 2014 Paul McCartney CANCELA SHOWS.

Por conta de um vírus contraído em meados de maio, além dos sete shows cancelados nos EUA, McCartney também cancelou várias apresentações no Japão e na Coreia do Sul. No Japão, inclusive, o cantor chegou a ser hospitalizado em um hospital de Tóquio.

A nova turnê mundial “Out There”, iniciada em maio de 2013, revisa toda sua carreira solo e também resgata alguns sucessos das bandas Wings e Beatles.

 

 

 

 

Fonte: Exame.com – Via e-mail

Por Marina Sanches – @sancmarina.

 

 

 

NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY – RINGO STARR.

Ringo Starr fala sobre estado de saúde de Paul McCartney em entrevista.

RINGO 1992 1 Ringo fala da saúde de Paul 1

O baterista dos Beatles Ringo Starr entrou em contato com o seu ex-colega de banda, Paul McCartney, quando soube que o mesmo estava com uma infecção viral – incidente que fez com que Paul adiasse shows na Ásia e a turnê norte-americana que começaria em junho, preocupando amigos e fãs. “Eu falei com McCartney enquanto ele ainda estava no hospital”, contou Ringo ao Access Hollywood. “Eu não sabia o horário, então eu liguei e ele atendeu. Paul me disse que estava bem, mas ainda estava no hospital. Agora que ele saiu, está entrando em forma e se preparando para voltar ao rock.”

14 -05 - 2014Paul McCartney seguindo ordens médicas.

A turnê Out There, que promove o disco New, lançado por McCartney no ano passado, recomeça no dia 5 de julho, na cidade de Albany, em Nova York. Antes da remarcação das datas, a excursão norte-americana do músico terminaria com uma apresentação em São Francisco, no Candlestick Park. O local deste show, que agora acontecerá no dia 14 de agosto, é o mesmo onde os Beatles fizeram a última apresentação ao vivo, em 1966.

Durante a entrevista, Starr, que também está em turnê, falou sobre o aniversário de 50 anos do filme A Hard Day’s Night, lançado no Brasil como Os Reis do Ié-Ié-Ié, que voltará aos cinemas neste ano com estreia no Pavilion Theatre, em Londres. O longa-metragem foi restaurado digitalmente pela Janus Films, que contratou Giles Martin – filho do produtor dos Beatles George Martin – para remixar e remasterizar a trilha sonora em sistema 5.1, no icônico estúdio Abbey Road.

 

 

 

 

 

 

 

 

Fonte: Tribuna Hoje – Via e-mail.

Por Marina Sanches – @sancmarina

PAUL McCARTNEY.

Paul recently performed at the Estadio de Liga in Quito, Ecuador as part of his tour of Latin America.
PaulMcCartney.com was there to capture the moment Paul invited a fan to sing ‘Get Back’ with him on stage during a very special soundcheck.
Paul’s publicist Stuart Bell has published his latest tour diary covering all of the Latin America dates. For an insight into life on the road with Paul’s tour team, read all about it HERE:
http://www.paulmccartney.com/news-blogs/news/for-whom-the-bell-tellsissue-26

 

 

Fonte: Page Facebook – Paul McCartney.

NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY.

Paul está fazendo uma campanha onde pede ajuda de todos para fazer um novo vídeo, a música será “SAVE US” – NEW, maravilhosa música como todas as outras de NEW, a pessoa tem que fazer uma foto com a letra da música.

SAVE US

Detalhes no site de Paul – link – http://www.paulmccartney.com/news-blogs/news/27795-help-us-make-a-new-video-for-save-us

 

 

Por Marina Sanches – @sancmarina.