Arquivo mensal: novembro 2013

NOTICIAS BEATLES – RINGO STARR.

Ringo Starr se reúne com fãs que fotografou há 50 anos.

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Cinco fãs americanos de Beatles, que foram fotografados por Ringo Starr durante a primeira turnê da banda nos EUA, finalmente encontraram seu ídolo quase 50 anos mais tarde.

Os amigos se reuniram no mês passado, depois de responder o apelo do baterista para obter informações sobre os adolescentes que ele capturou em uma foto, no aeroporto JFK de Nova York, em fevereiro de 1964. Ringo registrou a imagem pela janela de sua limusine na ponte George Washington.

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Suzanne Rayot, Gary Van Deursen, Robert Tot, Arlene Norbe — os quatro com 66 anos — e Charlie Schwartz, 67, recriaram a foto com o beatle. Matt Blender, que está escondido nas sombras do canto superior direito da imagem original, faleceu em 2011. Eles eram estudantes de Nova Jersey em 64 e mataram aula para assistir um show dos Beatles em Las Vegas.

Suzanne Rayot, Gary Van Deursen, Robert Tot, Arlene Norbe — os quatro com 66 anos — e Charlie Schwartz, 67

O registro está na página central do livro Photograph, antologia fotográfica de Ringo lançada este mês.

 

 

 

Fonte: ZERO HORA via email.

 

 

 

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NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY

História sobre como Paul McCartney teria recebido a notícia da morte de Lennon faz sucesso nas redes.

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Uma fanfic (história inventada por fãs) sobre o momento em que Paul McCartney teria recebido a notícia da morte de John Lennon está fazendo sucesso nas redes sociais. Postada em outubro no blog The Beatles College, ela segue sendo compartilhada no Facebook e no Twitter.

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Na narração, assinada por Anna Montenegro, Paul recebe a notícia por telefone, em uma ligação de Yoko Ono:

“John! É com o John!”

“John? O que está acontecendo, Yoko?”

“Você… Não ficou sabendo?”

“Não! O que houve? Ele está bem?”

“Um louco atirou nele!”

“E como ele está? Aonde vocês estão? Me diz, eu já chego ai, vou me arrumar!’’

“Paul… Ele morreu… Ele não aguentou, ele morreu.”

A descrição seguinte, com detalhes do suposto sentimento de McCartney após o choque da notícia – aliado às supostas memórias, tem emocionado os fãs. Muitos comentam que choraram, e alguns contestam a história, não entendendo que se trata de ficção.

QUEM NÃO CONHECE A HISTÓRIA COPIEI É SÓ LER ABAIXO.

Como Paul reagiu à triste notícia.

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“Paul, levanta! Atende logo esse telefone, por favor!”

Linda me cutucava. Era de madrugada. Eu sabia que o telefone estava tocando, tocou diversas vezes, mas eu preferi ignorar, e continuar dormindo, uma hora a pessoa que telefonava teria que desistir. Mas a pessoa não desistiu.

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Resolvi atender pelo único motivo de poder falar rápido, desligar, e continuar dormindo. Amanhã eu precisava acordar cedo, começaria a trabalhar em um novo projeto, e seria um dia longo e cansativo.

Estiquei o meu braço na preguiça de levantar, e peguei o telefone em cima do criado – mudo.

“Alô?” – Perguntei, e tentei me esforçar para não ficar com uma voz de sono. No outro lado da linha, tocava uma música que eu não escutava e muito menos cantava fazia muito tempo, All My Loving, música que costumava me trazer boas lembranças, tornou a vir em minha mente cercada de momentos ruins. Comecei a ficar com raiva, pois além da música no fundo, eu ouvia muitas vozes e muito ruído. – “Alô? Isso é alguma piada?”

“Paul? Você está me ouvindo? Paul!”

Meu coração bateu mais forte no momento em que reconheci a voz de Yoko.

“Sim, estou, fale.”

“John! É com o John!”

“John? O que está acontecendo, Yoko?”

“Você… Não ficou sabendo?”

“Não! O que houve? Ele está bem?”

“Um louco atirou nele!”

“E como ele está? Aonde vocês estão? Me diz, eu já chego ai, vou me arrumar!’’

“Paul… Ele morreu… Ele não aguentou, ele morreu.”

Eu deixei o telefone cair no chão. Por um minuto, eu fiquei cego. Ouvia Linda me chamando no fundo, perguntando o que acontecia, mas as palavras não saiam da minha boca. Minha mente ficou vazia. Dentro do meu peito, parecia que tinha alguém apertando o meu coração. Fechei meus olhos com força, tentando acordar daquele pesadelo horrível. Mas nada aconteceu. Era real. John estava morto.

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Fechei meus olhos mais uma vez, e minha cabeça se encheu de lembranças. Tudo que eu havia vivido até agora, se passava pelos meus olhos. Me vi correndo com Mike no quintal de casa, com meu pai sentado, nos olhando e rindo. Vi minha mãe, com o belo sorriso dela. Me vi sentado em um ônibus com Ivan Vaughan, que insistia para que eu fosse na igreja local ver a banda de seus amigos se apresentar. Me vi em St Peter’s, ao lado de Ivan, assistindo as bandas, até que a banda de seus amigos, Quarrymen, entrou. John Lennon. Não foi a banda que me chamou atenção, foi um membro em particular. John Lennon. Eu queria ser como ele, agir como ele, andar com ele, ser amigo dele. “Qual seu nome?” me lembro dele me perguntando, com aquela voz sempre num tom irônico. O sorriso dele quando me viu tocando Twenty Flight Rock. Aquele sorriso. O sorriso que mostrava que tinha alguém doce e gentil por trás daquela fachada de teddy boy. Me vi na casa dele, com a sua tia me olhando com um olhar de desaprovação. Me vi subindo as escadas que levava ao quarto de John, o espaço aonde ele se sentia seguro. Me vi sentado na cama dele, o ensinando a tocar violão. Me vi rindo dele, quando ele ficou de óculos pela primeira vez na minha frente. Me vi sendo seu melhor amigo. Me vi sentindo ciúmes de John ao lado de Stu. Me vi em Hamburgo, em um mundo diferente. Me vi atingindo sucesso na Inglaterra. Me vi fazendo parte da banda de maior sucesso da década de 60. Me vi nos palcos com John, aos risos, sem ouvir nada do que os outros ou o que nós mesmos dizíamos. Me vi já na nova casa de John, aonde ele vivia com Cynthia e Julian. Me vi deitado na beira da piscina de John, ao seu lado, com Julian brincando do outro lado. Me vi escrevendo músicas como Two of Us e I’ve Got A Feeling, e dizendo para os outros que não era sobre o John, mas no fundo, nem a mim mesmo eu convencia que não era pra ele. Me vi sentando ao piano, discutindo com George, e com John sentado ao lado de Yoko, apenas observando. Me vi nos Beatles pela última vez. Me vi brigando com John publicamente, por meio de músicas. Me vi. Vi uma figura triste, amarga e vazia. Vi um homem perdido, que sentia falta de seu melhor amigo. Me vi criando o Wings, e fazendo sucesso. Me vi tentando esquecer John e seguir em frente sem a sua amizade. Me vi voltando a falar com John, e dias depois, voltando a brigar com ele novamente. Me vi assistindo a luta de John para conseguir seu green card para ficar morando nos EUA. Ninguém sabia, mas no fundo, eu torcia para que ele não conseguisse. Não para a sua infelicidade, mas apenas para ele continuar aqui, perto de mim, na Inglaterra. Vi Yoko grávida. Vi John largando a sua carreira para criar o seu novo filho, Sean. Me vi feliz, pois sabia que John estava feliz. Me vi sentando em casa, semana passada, até Linda me chamar.

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Linda disse que tinha alguém no telefone que queria falar comigo, mas não quis dizer quem era. Fiquei nervoso. Era John. O nervosismo tinha passado. Eu não conseguia acreditar, pois não nos falávamos a alguns anos, e estávamos brigados. Foi muito prazeroso ouvir aquela voz depois de tanto tempo, e mal eu sabia, que seria pela última vez. Ele disse ao telefone que sentia minha falta, que queria tentar de novo, “reatar” a nossa amizade, voltar aos palcos e aos estúdios. Disse que se sentia preparado para voltar a ser o que era antes, e que queria a minha ajuda para isso. Também pediu desculpa, segundo ele, “por ter sido um completo filho da puta” e que a minha amizade nesse momento era tudo que ele precisava.

Nessa ligação, conversamos por mais de uma hora, e eu perguntei se ele gostaria de passar as comemorações de natal, junto comigo e minha família. Ele recusou, e disse que no momento, aquela ligação era tudo que eles precisavam, e que o resto, ele ia deixar a vida dizer. Acho que ele sabia. Ele sabia que algo aconteceria. E ele não queria que eu me envolvesse mais ainda. Ele quis falar comigo pela última vez.

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Depois de um tempo em choque, me toquei que estava trancado no banheiro do meu quarto, com Linda ao lado de fora quase chorando, sem saber o que estava acontecendo. Me levantei, decidido a falar com ela, e contar o que se passava.

Antes de sair do banheiro, fiquei me olhando no espelho por um bom tempo. Meu rosto estava inchado. Fiquei pensando em Mimi, Julian, e em Sean. Tentei não imaginar a dor que eles provavelmente estavam passando. O mundo amanheceria sem um ídolo, sem um herói. Mimi amanheceria sem o seu sobrinho, Sean e Julian, sem um pai. E eu? Eu amanheceria sem o meu melhor amigo.

Na minha cabeça, uma coisinha ficava martelando, na verdade, uma frase, que eu sabia que tinha que colocar logo em um papel. Corri, peguei uma caneta, e anotei a frase. “And if I say I really knew you well, what would your answer be? And if I say I really loved you, and was glad you came along…” 

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Notas Finais:

Pra quem não entendeu a parte de estar tocando All My Loving no fundo da ligação da Yoko: quando John foi levado ao hospital depois de ser baleado, por coincidência, a música All My Loving dos Beatles estava tocando na recepção.

Fanfic por Anna Montenegro

Fonte: ZERO HORA – DIÁRIO CATARINENSE – via email – The Beatles College.

NOTICIAS BEATLES – ALL THOSE YEARS AGO – CAVERN CLUB.

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Festa de fim de ano entre beatlemaniacos Comemoração dos 20 anos em que estivemos com Paul Mccartney em SP. Amigo Secreto da Zuleide Rodrigues e da Mitch Mckenna. Comemoração do NIVER do querido amigo Gil Beatle,Gilson Palazo. Participação Especial do Papai Noel : Starr Nelio 12 Anos sem George Harrison. 33 Anos sem John Lennon. Vamos todos participar desse evento que com certeza será emocionante, na verdade é a Festa de uma grande família “Beatlemaníacos”, com certeza será uma grande festa, vamos viver momentos de amor Beatles.

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Vamos todos participar desse evento maravilhoso que vai unir os Beatlemaníacos, essa grande família que tem o mesmo objetivo amar e compartilhar esse grande amor chamado Beatles, é uma grande e maravilhosa festa de fim de ano.

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Por Marina Sanches

 

NOTICIAS BEATLES – No berço dos reis do iê iê iê.

Não é preciso ser um beatlemaníaco para constatar que Liverpool vive da história do quarteto mais famoso do rock. Há 51 anos, o grupo de garotos despontou no cenário musical e mudou a história.

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Em 18 de agosto de 1962, Ringo Starr fez sua primeira aparição como baterista oficial dos Beatles no Hulme Hall, na cidadezinha de Port Sunlight, em Wirral. Os quatro integrantes da banda tinham um ensaio de duas horas antes de subir ao palco como atração principal do 17º Festival Anual de Dança da Sociedade de Horticultura local. Naquela noite nascia o Quarteto Fabuloso… O resto todo mundo já sabe.

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Ir a Liverpool, agitada cidade do Noroeste da Inglaterra, é conhecer onde John e Paul passaram a infância e ver de perto o Strawberry Field, fonte de inspiração da canção Strawberry Fields Forever.

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Os Beatles fizeram seus primeiros shows no Cavern Club, apresentando-se mais de 290 vezes no local, que se tornou icônico. A casa ainda abre todas as noites da semana, com uma grande variedade de shows ao vivo e DJs.

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A Mathew Street abriga estátuas dos quatro integrantes da banda, além de loja dos Beatles e o luxuoso hotel temático Hard Days Night. O museu The Beatles Story é outra atração imperdível. Totalmente dedicado aos Beatles, o acervo permite explorar a vida, época, música e cultura do grupo.

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Dica igualmente imprescindível é fazer o Magical Mystery Tour, passeio de duas horas, verdadeiramente mágico, que narra a história dos Beatles em Liverpool. Um guia especializado se encarrega de contar tudo sobre o início da carreira dos meninos antes de irem a Londres para encontrar a fama mundial e a fortuna. Penny Lane, Strawberry Fields e as casas das famílias de John e Paul são pontos de passagem obrigatórios, assim como os locais onde os primeiros shows foram feitos, os pubs favoritos dos garotos e suas escolas.

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ALÉM DA MÚSICA

Liverpool não é só a cidade natal dos Beatles. É também a casa do Liverpool Futebol Clube e um importante destino cultural, com mais teatros, museus, galerias de arte e edifícios tombados do que qualquer outra cidade da Inglaterra – exceto Londres, claro.

Esta cidade versátil, vibrante e descontraída tem a capacidade de fazer com que as pessoas se sintam imediatamente integradas à sua longa história, às modernas atrações turísticas e ao ambiente jovem. Liverpool tem um passado fascinante, que abrange mais de 800 anos, e é classificada como patrimônio mundial da Unesco (Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura).

Há atrações em Liverpool para todos os gostos. Albert Dock é um dos principais pontos turísticos da Grã-Bretanha, e é também onde se encontra a Beatles Story, o Tate Liverpool e o Merseyside Maritime Museum. Mas o melhor acervo está na extraordinária Walker Art Gallery – a Galeria Nacional do Norte.

Beatles Story promove mágica viagem no tempo

Também em Liverpool, o Beatles Story faz uma viagem atmosférica pela vida, os tempos, a cultura e a música do Quarteto Fabuloso. O espaço promove uma excursão história mágica pela trajetória dos quatro rapazes que marcaram a história da música mundial à frente da maior banda de todos os tempos, mesmo após o fim do grupo, em 1970.

O museu contempla desde as infâncias em Liverpool e os primeiros dias da banda dominando o mundo até as carreiras solo. É possível saber como Ringo Starr, Paul McCartney, John Lennon e George Harrison se conheceram e até fazer uma viagem a bordo do mítico Yellow Submarine. Isso sem falar na impressionante réplica do Cavern Club.

A Galeria Invisível tem exposição de 38 fotos em preto e branco do quarteto em turnê de 1963 e 1964. As imagens foram descobertas pelo artista Paul Berriff no sótão de sua casa e revelam momentos de descontração nos bastidores e nos ensaios no palco.

Essas e outras atrações fazem parte do acervo permanente. A visita é audioguiada na voz da irmã de John Lennon, Julia, e está disponível em dez idiomas diferentes, inclusive em português.

Cavern Club projetou meninos de Liverpool para o mundo

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Emblemático local em que o Quarteto Fabuloso fez sua primeira apresentação ao vivo em 19 de agosto de 1962, o Cavern Club respira Beatles até hoje. Depois de cerca de 292 shows ali, o grupo viajou para os Estados Unidos em 1964 e, com a consagração mundial, nunca mais pisou no pub. Mas outros artistas e bandas de renome, como Rolling Stones, The Yardbirds, Elton John, Queen e John Lee Hooker animaram a casa.

A banda holandesa de rock progressivo Focus foi a última a se apresentar no clube, quando foi demolido, em 1973. Onze anos mais tarde, o jogador do Liverpool FC Tommy Smith assumiu o controle da empresa e o Cavern Club foi reconstruído do mesmo lado da rua, mas 15 metros adiante. Foram utilizados tijolos retirados do bar original, e há mais um similar do outro lado da rua, onde fica a estátua de John Lennon, chamado Cavern Pub. Devido às dificuldades financeiras, o clube voltou a fechar em 1989 e ficou assim por 18 meses, quando Bill Heckle e Dave Jones tornaram-se os novos proprietários e reabriram o Cavern, mantendo-o na ativa até hoje. Em 1999, Paul McCartney se apresentou ali durante a turnê do álbum Run Devil Run. Artistas de prestígio, tais como Arctic Monkeys, Travis e Oasis, também fizeram shows no local.

 

Fonte: Diário do Grande ABC.

NOTICIAS BEATLES – PAUL McCARTNEY.

Paul McCartney contou que suas primeiras influências e inspirações vinham de coisas que o fazia rir. Ele lembra que ele e seu colega de banda, George Harrison, se divertiram particularmente com um comercial de móveis.

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“Víamos um milhões de coisas.

Fonte: Terra.

PAUL McCARTNEY – CAMPANHA – BRASIL.

PAUL GET BACK TO SÃO PAULO – BRAZIL.

Quem sabe teremos um HAPPY NEW YEAR com Paul.

É isso ai pessoal vamos participar dessa campanha e trazer Paul mais uma vez ao Brasil, compartilhe, vamos todos pedir ao Paul que volte com toda nossa força, vamos pedir que ele venha nos fazer feliz mais uma vez com suas músicas maravilhosas.

Siga no Twitter E no Instagram: @PaulGetBacktoSP

PAUL GET BACK TO SÃO PAULO - BRAZIL - WE ALL LOVE YOU. 2

Por Marina Sanches.

NOTICIAS BEATLES.

Livro sobre os Beatles conta segredos de bastidores

Publicação traz uma grande riqueza de detalhes sobre a banda mais famosa do mundo

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Foto: Shutterstock

Imagine a seguinte história: Um garoto inglês, de apenas 15 anos, sonha em ser engenheiro de som de uma grande gravadora. O nome dele é Geoff Emerick, o cara que superou todos objetivos profissionais ao ter o privilégio de acompanhar praticamente toda a existência da banda formada pelos garotos de Liverpool, contada em sua biografia “Here, there and everywhere: Minha vida gravando os Beatles”, que acaba de chegar ao Brasil.

HERE, THERE AND EVERYWHERE MINHA VIDA GRAVANDO OS BEATLES - GEOFF EMERICK E HOWARD MASSEY

Logo que começou o trabalho na gravadora, foi escalado para gravar uma banda formada por quatro integrantes: John Lennon, Paul McCartney, George Harrison e Ringo Starr.

–  A maioria das pessoas pensava que Lennon era o líder dos Beatles por causa das entrevistas e aparições públicas, mas ao longo dos anos sempre me pareceu que McCartney era o verdadeiro líder. Nada era feito sem que ele aprovasse – lembra.

O livro contém 480 páginas em que Emerick descreve a personalidade da banda, os talentos distintos de cada um, os detalhes dos ensaios e os testes para dezenas de músicas. Ele ainda descreve as exaustivas horas que passaram dentro dos estúdios, as brigas e a eterna busca pela perfeição.

– Os Beatles estavam exigindo cada vez mais, muito mais, tanto de mim quanto da tecnologia. Eram perfeccionistas e nem sempre entendiam os limites dos instrumentos musicais – conta.

Uma experiência indispensável para qualquer Beatlemaníaco, hein.

 

 

 

 

 

 

Fonte: Diário Catarinense – via email.